sábado, 31 de janeiro de 2009

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Variant

1. Canela
2. Carburador
3. Estacionada
4. M.O.B
5. Motor de Arranque
6. Skatoxó
7. Variant
8. Vereda Tropical
9. Válvula de Escape


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Maracatu New York

Web do Maracatu New York

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Para DJs ou iniciantes: TRAKTOR DJ STUDIO 3.3.2.060


O Traktor DJ Studio encurta os limites das ferramentas convencionais ao revelar um novo mundo de possibilidades de alteração do som em tempo real. Encontre batidas exatas com um único clique, controle o tempo e andamentos com loops precisos e pontos de quebra (mudança). O programa é um mixer equipado com um poderoso banco de dados, controle remoto completo, mixagem e gravação, overdubbing e muito mais. Apresente seu próprio estilo de DJ ao vivo e mixe-o em discos. Exibição de ondas interativas, eqüalizadores soberbos, loops de um único clique, marcadores automáticos de batida e padrões de scratch (arranhões) são os segredos de Traktor DJ Studio - a máquina perfeita da diversão.

Interface

Os recursos do aplicativo incluem um player de MP3, WAV e CDs de áudio com 2 jogos e qualidade profissional de som, assim como tempo automatizado e marcação de batidas, sincronia, controle de afinação e modo de procura rápida. Há um crossfader para mixagem manual e uma função de autofade com tempo ajustável e botões de punch-in e boost.

O programa também conta com exibição da forma de onda para controle visual. Os loops sincronizados com o tempo podem ser configurados para moverem-se e redimensionarem-se durante a reprodução.


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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Maracatu Nação Estrela Brilhante

A Nação do Maracatu Estrela Brilhante esteve sediada em três comunidades desde a sua origem em Recife. A primeira delas foi em Campo Grande (1906 a 1966), a segunda o Alto do Pascoal - Água Fria (1969 a 1990 aproximadamente) e a terceira desde 1993 em Casa Amarela (na comunidade de Padre Lemos até 1994, e a partir de 95, no Alto José do Pinho, até os dias de hoje). O fundador do Estrela Brilhante foi o Cosme Damião Tavares, conhecido por "Seu Cosmo" - "um homem negro, feito um africano" - natural de Igarassu, nascido na segunda metade do século XIX. Era pescador e veio residir em Recife com o propósito de negociar com a criação e venda de peixes, tendo falecido em 1955.

Após o falecimento de "Seu Cosmo", o Maracatu Nação Estrela Brilhante continuou a participar do Carnaval do Recife, com a direção de sua esposa, Dona Assunção. Com sua ausência tornou-se cada vez mais difícil sobreviver aos obstáculos pelos quais passavam todos os maracatus na década de 60 (período de declínio das agremiações carnavalescas, por conta da falta de recursos financeiros, frutos da queda do poder aquisitivo, principalmente nas camadas populares).

Poucos anos depois, por volta de 1969/1970, o Estrela Brilhante passou para a comunidade do Alto do Pascoal. A partir de 73, após ter pasado por um período de estabilização em sua nova comunidade, recebe como rainha a yahlorixá Maria Madalena, que aos poucos, com sua forte personalidade, passou a liderar a Nação e conquistar com seu carisma a opinião pública, pois todos queriam vê-la em desfiles pelas ruas do Recife.No início dos anos 90, estando o Sr. José Martins de Albuquerque, já idoso e doente, sem recursos para manter a agremiação, por sua vez repassou-a para o Sr. Lourenço Molla.

Este artísta plástico e carnavalesco, acompanhado por um número considerável de pessoas vindas do Leão Coroado, da Escola de Samba Gigante do Samba e de outros grupos populares da comunidade, reiniciam em 1993 no bairro de Casa Amarela (na comunidade de Padre lemos até 1994) uma nova fase de vida para o Estrela Brilhante.Até que depois do carnaval de 1995, o Estrela Brilhante passou a ser presidido pela atual rainha Marivalda Maria dos Santos, tendo como sede a sua própria casa, no Alto José do Pinho. Juntamente com o babalorixá e rei do maracatu, Jorge de Xangô, ela vai de forma vigorosa retomando antigos costumes.

A Rainha Marivalda com uma postura séria, retoma as raízes do Estrela Brilhante com a ajuda de pessoas que detém o conhecimento a respeito do passado histórico e religioso da Nação Estrela Brilhante.Desde então o Estrela Brilhante vem conquistando a admiração e o respeito do público pernambucano com seu batuque contagiante e inigualável, guiado pelo Mestre Walter; o carisma e a força da Rainha Dona Marivalda e os esforços apaixonados de toda uma Nação que se orgulha de ser ESTRELA BRILAHNTE!

Por tudo isso, o Maracatu Nação Estrela Brilhante teve a oportunidade de em 1996, registrar toadas de seu repertório no CD Amazônica (Diretor musical, Miguel Kertsman) produzido pela Sony Music; do CD Pernambuco em Concerto (África Produções); e mais recentemente, participou da EXPO 2000 em Hannouver (Alemanha) e outros conceituados Festivais, em países da Europa (França, Espanha, Portugal).No segundo semestre de 2001 e Estrela Brilhante enfim conseguiu realizar um grande sonho, não só dele, mas de todos os Maracatus de baque virado de Pernambuco: gravar um CD unicamente com toadas e baques do maracatu.

No carnaval de 2002 o Estrela Brilhante consegue atingir o primeiro lugar, junto com a Nação Porto Rico, no desfile da Federação Carnavalesca, e coroa com essa vitória todo o trabalho cumprido até hoje. Bem, essa é a história da Nação Estrela Brilhante, uma história de muitas lutas e de muita dedicação na manutenção do legado espiritual e material do maracatu em Pernambuco.

Escrito por: Virgínia Barbosa e Maria Cristina Barbosa.

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Stela Campos (2008 - Daniel Johnston EP)


1. Stela Campos - A Walk In The Wind
2. Stela Campos - Life in Vain
3. Stela Campos - Worried Shoes
4. Stela Campos - Favorite Darling Girl
5. Stela Campos - It's Over

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Sambacana Volume 37 — Jorge Ben Tribute Mix


  • Que Maravilha - Os Brazões
  • Cadê Tereza - Os Originais Do Samba
  • Chove Chuva - Elza Soares
  • Que Pena (Ele Já Não Gosta Mais De Mim) - Gal Costa
  • Crioula - Os Incríveis
  • Ela É Minha Menina - Os Carbonos
  • Agora, Ninguém Chora Mais - Erasmo Carlos
  • Morre O Burro, Fica O Homem - Osmar Milito
  • Amante Amado - Emílio Santiago
  • Tá Na Hora - Bedeu
  • Rita Jeep - Osmar Milito
  • País Tropical - Dom Salvador
  • Fio Maravilha - Tania Maria
  • O Telefone Tocou Novamente - Som Três
  • Cosa Nostra - Meirelles E Sua Orchestra
  • Taj Mahal - Brasil 4 Ever
  • Capoeira - Eumir Deodato & Os Catedráticos
  • Mas Que Nada - Os Intocáveis
  • Oba Lá Vem Ela - Milton Banana Trio
  • Pulo Pulo - Zimbo Trio
  • Tim Dom Dom - João Donato e Seu Trio
  • Por Causa De Você Menina - Bossa Rio
  • Zazueira - Elis Regina
  • Bebeto Vão Bora - Wilson Das Neves
  • Caramba!… Galileu Da Galileia - De Savoya
  • Camisa 10 - Luis Américo
  • Brother - Emílio Santiago
  • Maria Domingas - Trio Mocotó
Fonte: Spannered.org

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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Alex Mono (Atleta do Cotidiano)

O CD atleta do cotidiano teve a produção artística do próprio Mono em parceria com os músicos Gabriel Furtado e Igor Medeiros. E foram gravadas doze (12) canções de autoria de alexmono, e também em parceria, uma com Rogerman, três raps incidentais das bandas, Os Procurados, MM Dub e a Drogaria & Bazar e uma canção de domínio público interpretada por Zé Rocha.

Produzido por Alex Mono, Gabriel Furtado e Igor Medeiros. Gravado e mixado por Gabriel Furtado e Igor Medeiros no Estúdio do Poço em Casa Forte, Recife - Pe, entre março de 2002 e outubro de 2003. Direção Artística: Alex Mono. Assistente de estúdio: Pi-R; exceto viola dinâmica tocada por Caçapa na faixa monocultura gravada por Flávio Mamoha. Pré-produção: Igor Medeiros, Gabriel Furtado e Alex Mono. Pro-tools: Igor Medeiros e Gabriel Furtado. Masterização: Carlos Freitas Classic Master. Capa: Perfomance Maurício Silva. Projeto gráfico: Carlós|Assembleia67. Fotografia: Antônio de Pádua.

01 viver é perigoso demais (alex mono)
02 garrafada (alex mono/chiquinho)
part. especial - drogaria & bazar
03 atleta do cotidiano (alex mono/marcelo santana e massacre)
04 promessas (alex mono)
05 e a gente samba... (alex mono/rogerman)
part. especial - rogerman
06 monocultura (alex mono)
07 festa da lavadeira (alex mono)
part.especial zé rocha - voz e violão música incidental - rainha do mar (domínio popular)
08 preto e branco (alex mono)
09 céu de chumbo (alex mono)
part.especial - mombojó
10 do lado de fora (alex mono/16/mico preto)
part.especial - Procurados
11 pernambuco tramway’s co. (alex mono)
12 paraíso terrestre (alex mono)

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sábado, 17 de janeiro de 2009

MIXTAPE DANCEHALL BRASIL (2008)

MIXTAPE DANCEHALL BRASIL (2008)

01 - Fred Gomes - Ela Sabe
02 - Pow MX - Ganja Man
03 - Mateus Pinguim - Querem Me Prender
04 - Lápide - A Mina De Fé
05 - Lei Di Dai - Chega De Lero-Lero
06 - Jimmy Luv - Vem Menina
07 - Buyaka San & Ms Ivy - Original Styla
08 - Sandro Black - Sem Compromisso
09 - Ragga Rural - Boom Ragga Rural
10 - Renegado - Santo Errado
11 - Black Alien - Perícia Na Delícia
12 - MC Papo - Pare de Me Ligar
13 - Quelynah - Talarica (O Complô Mix)
14 - Sacal - Eu & Eu
15 - Livia Cruz - Qual Vai Ser
16 - Sambatuh - Pense Legal
17 - Mocambo & RaggaDeMente - Quem Curte O Ragga
18 - Durban Sound System - Pode Chegar
19 - Funk Buia - Chego, Busco, Luto
20 - Maskot, Arcanjo Ras, K-Naman, Toaster Eddie - Taca Fogo
21 - Alexandre Cruz - Fé No Coração
22 - Arcanjo Ras - Dread
23 - Buyaka San - Pra Quem Não Conhece
24 - Ms Ivy - Punanny Style
25 - Lei Di Dai - Lei Di Dai
26 - Buyaka San - Rainha Da Pista
27 - Sandro Black - Sem Tempero
28 - Buyaka San - Pow!
29 - Jimmy Luv - Fogo Com O Rudeboy
30 - Pump Killa - Nossa Força
31 - RaggaDeMente - Legalize
32 - Buyaka San - Menina Sensual
33 - Alexandre Cruz - Mama
34 - Arcanjo Ras, Pump Killa, Sacal - Don Dada

seleção: Galo Rex (aka Jimmy Luv)
novembro 2008
duração - 59′02″
www.tacafogo.com

:: apoie os artistas da cena do dancehall brasileiro ::
Ragga é cultura!

Robô Gigante (EP)

AS NOVAS AVENTURAS DO ROBÔ GIGANTE (por Jimi Joe - inverno/2007) Não é desenho animado japonês, mas que tem alguma coisa de oriental nisso tudo, não há como negar. Prova disso é o resultado das novas aventuras sonoras do povo da Robô Gigante. É um samba enviesado com cara de rock. Ou talvez um rock descarado com jeito de samba do bom, aquele com pandeiro e cavaquinho. Mas a galera da Robô Gigante vai muito além disso nas canções que desfia nesse trabalho. As guitarras de Marcelo Truda, um dos guitar heros gaúchos que na verdade podia pertencer à uma seleta league of gentlemen bolada por um tal Robert Fripp lá do outro lado do Atlântico, dão o timbre de rock no papo da Robô Gigante, mas os versos do outro Marcelo, o Guimarães, o da voz e dos versos, fazem a reviravolta da parada, citando Lupicínio, remetendo a Paulinho da Viola na sua fase de modernização do samba. Uma voz que canta samba mas soa como rock. Um rock que soa como samba mas não perde o pathos típico do rock. E talvez porque, como já apregoou o velho pândego Chacrinha, eles estejam aqui pra confundir e não para explicar, ainda há a batida certeira do baterista Rick de La Torre e o acréscimo de elementos eletrônicos e samplers irados, saídos direto da cozinha sônica do chef Flu, que funcionam como o tempero ideal para dar o sabor que a gente degusta quando ouve Hoje Eu Resolvi Beber ou Seis da Manhã, crônica de inspiração chicobuarquiana sobre o cotidiano de um casal tipicamente popular. Porque eles vêm do rock mais tradicional que já rolou pelas terras sulistas (Bixo da Seda, Taranatiriça), mas eles também têm a manha e as artimanhas de todo brasileiro que sabe que o furo é mais embaixo e que basta um pouco de carinho, um cavaquinho, um violão manhoso, uma voz rouca e uma guitarra com wah-wah, tudo bem mixado para se conseguir um som que é tudo o que os gringos lá fora gostariam de fazer mas não sabem como. Afinal, o som da Robô Gigante não é samba de pé quebrado nem samba de gringo de ouvido torto mas um som que é a soma de todas as variantes que rolaram e rolam na música popular do planeta nos últimos 40 anos. Sem medo de prestar tributo à aldeia que permitiu à Robô Gigante forjar sua sonoridade, em Não Me Tira Pra Bobo os caras revisitam a interminável e recompensadora via crucis etílica dos bares da provinciana e provocante Porto Alegre. Mas isso de localização geográfica é só questão de detalhe. O som da Robô Gigante não é rock gaúcho como alguns poderiam entender ou pretender rotular. Não que eles não digam, loud and proud, que são gaúchos, herdeiros espúrios da tosquice e da chinelagem inerente àqueles que nascem na chamada região pampeana. Mas a música que a Robô Gigante faz pode ser entendida, sem problemas, em qualquer canto desse nosso planetinha azul e globalizado. Até mesmo lá no Japão, onde eles foram buscar inspiração para o nome do grupo...

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DNA apoia: Terça do Vinil

Cláudia (1973 - Deixa eu dizer)


Cantora carioca, estreou aos 9 anos em um programa de calouros na Rádio Sociedade de Juiz de Fora. Aos 13 anos foi crooner do conjunto Meia-Noite, que animava festas e bailes da região. Desenvolveu sua carreira em São Paulo na década de 60, no início participando do programa O Fino da Bossa. Em 1969 venceu o I Festival Fluminense da Canção defendendo a música "Razão de Paz para Não Cantar" (Eduardo Lage/ Alésio de Barros). Participou de diversos festivais no exterior, inclusive Japão, Grécia, México e Venezuela, tornando-se mais premiada fora do Brasil. Emplacou alguns sucessos como "Jesus Cristo" (Roberto Carlos) e "Mais de 30" (Marcos Valle/ Paulo Sérgio Valle). O maior momento de sua carreira se deu em 1983, quando estrelou o musical "Evita", uma superprodução mundial encenada em vários países e que ficou mais de dois anos em cartaz no Rio e São Paulo. Depois de "Evita", continuou se apresentando em casas noturnas e participando de shows e gravações. Tem mais de 20 discos gravados.

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

The Charque side of the moon

Em tempos de tecnologia e misturas, já está se tornando até comum um artista pegar um álbum clássico e reinventá-lo. Foi assim com Dangermouse e seu “Grey Album” um mash-up do “Álbum Branco” dos Beatles com o “Black Album” do rapper Jay-Z. Depois veio o DJ BC juntando Beatles e Beastie Boys. A tendência de misturar sons as vezes opostos, recriar em cima de obras já prontas, ganhou espaço e cada hora surge uma novidade. No Brasil os mash-ups já fazem sucesso em determinados meios, mas agora um grupo de músicos paraenses resolveu ir além e recriou um clássico do Pink Floyd em uma versão bem particular. A idéia surgiu da cabeça de Luiz Félix, guitarrista, percussionista e vocalista da banda La Pupuña, do Pará, que logo convidou o baixista da banda, Fabrício Jomar, para regravar o álbum “Dark Side of the Moon” com pegada paraense, a base de guitarrada, cumbia, lundum, brega e surf music. O resultado é impressionante. Estão lá todos os sons, os detalhes e a sequência das músicas do original, todo o clima, todas as invencionices, toda a viagem do clássico álbum de 1973, numa fidelidade até assustadora. Tudo certinho, como quase se fosse o original, mas é tudo com um tempero especial.

O disco foi gravado com a banda La Pupuña e um time de convidados que alteraram o DNA do disco e injetaram música e elementos paraenses no universo progressivo. Logo no início os sons do carimbó e dos barcos popopô fazem a introdução de “Speak to me Breath” para logo entrar ao mesmo tempo um irresístivel suingado e o espirito do Pink Floyd da década de 70. “On the Run” traz a competência de Pio Lobato e Guilherme Guerreiro do Cravo Carbono. Os sinos e o despertador de “Time” permanecem mas na verdade eles estão substiuídos pelos sinos da Basílica de Nazaré e pelo despertador de Luiz Félix. Cantada por Roosevelt Bala, vocalista do Stress, banda pioneira no heavy metal Brasileiro, com reforço da cantora de brega Denise Lima, a mais conhecida música do disco segue bem fiel até aos poucos se transformar num carimbó pelas mãos percussivas do grupo regional Os Baioaras. Sacrilégio? Pelo contrário, uma homenagem marcante e especial que trafega por todas as faixas do disco.

Quem imaginaria Gabi Amarantos, cantora de Tecnoshow, soltando a voz em uma vesão de “The Great Gig in the Sky”? Mais ainda, a reconstrução de outra clássica como “Money”, que começa alterada com uma base de percussão suingada, segue com as vozes da própria Denise Lima e da vocalista da banda Madame Saatan, Sammliz, e termina desconfigurada genialmente com solos de guitarrada de Mestre Vieira e um transe percussivo paraense. A viagem segue durante “Us and Them”, “Any Colour You Like”, que ganha uma percussão merengue, “Brain Damage”, com direito a risadas sampleadas de Fafá de Belém, e a incrível versão quase lambada de “Eclipse”. É como se o Pink Floyd tivesse gravado o mesmo disco de 35 anos atrás, mas que no sangue de Roger Waters e David Gilmour, além de rock progressivo, psicodelia, texturas sonoras, jazz fusion e art rock, corresse uma sonoridade latina.

Um quem é quem da música paraense atual, com convidados de estilos diversos abrilhando um trabalho de alto nível que já chamou atenção de gravadoras estrangeiras que devem lançar o álbum na Europa. O “Charque” do título se refere mesmo a carne-do-sol, mas também a como é chamada a genitália feminina lá no Pará (daí a capa do disco). Um trabalho para ouvir e reouvir, pegar o original e ficar comparando, notando as diferenças e curtindo a criatividade dos músicos paraenses. Um dos lançamentos mais interessantes do ano desde já.

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

DNA apoia: Festa Saravah!

IMPORTANTE! DNA - DISCOTECA NACIONAL | PLANO INICIAL


SUA COLABORAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA MELHORAR O TRABALHO DA CADEIA PRODUTIVA DA MÚSICA UMA LEITURA RÁPIDA E RETORNO DESTE DOCUMENTO COM A SUA CONTRIBUIÇÃO JÁ É UM GRANDE PASSO PARA QUE POSSAMOS AVANÇAR! A DNA ESTÁ COM PARCEIRAS COM ALGUNS PRODUTORES, QUE TÊM COLABORADO COM A DISCUSSÃO SOBRE A CADEIA PRODUTIVA DA MÚSICA, EM ESPECIAL A QUESTÃO DA DIFUSÃO. NESTE SENTIDO, DENTRE OUTRAS COISAS, CONTAMOS COM ASSESSSORIA JURÍDICA EM QUESTÕES QUE ENVOLVEM DIREITOS AUTORAIS E CONSULTORIA INTERNACIONAL EM ELEMENTOS DE REDES SOCIAIS VOLTADA PAR AREA CULTURAL.

Esse documento que segue tem o propósito de interagirmos sobre o ambiente de trabalho dos DJs e produtores de festas Brazucas. A idéia é buscar informações para realização de um grande projeto de circulação da produção musical brasileira, onde teremos associado às ações artísticas, debates, palestras e conferências sobre a música produzida de forma independente, quer seja oriundas de grandes gravadoras ou selos. Dar junção de DJs, produtores independentes, coordenadores de Rádio/TV pública, empresários de comunicação, diretores comercias de sites de armazenamento de músicas, sites de downloads pagos, dos órgãos de cultura, nas diversas esferas do poder público e entidades ligadas à cadeia produtiva da música que compõem este valioso corpo, que virá a discussão das novas formas para distribuir, difundir e promover o que está sendo produzido no País. Todos nós sabemos da dificuldade de cada um de nós em abrir um novo espaço dentro das suas atribuições e trabalho, mas pela primeira vez estamos falando de algo que será focado às nossas diretivas. Iremos visualizar o ambiente real necessário para desenvolvermos o trabalho dos DJs e produtores que trabalham com a música independente, buscando a realização destas intervenções artísticas com certa tranqüilidade. Segue abaixo uma relação de dificuldades que cercam nosso mundo musical. Acrescentem mais itens nessa lista para que possamos juntos caminhar para realizar a árvore dos problemas desta rede. Para ilustrar, a “Árvore dos problemas” consiste em saber através de votação dentre tudo que for apresentado, qual é o maior problema de todos e a daí poder dividir todos os itens em causas e conseqüências, seguindo com a construção de metas para uma solução dentro do planejamento.

Pois bem, temos até sexta-feira, dia 16.01.09, para enviarmos para o e-mail discotecanacional@gmail.com o retorno deste documento com os complementos e considerações. Todas as contribuições que forem adicionadas a relação abaixo deverão vir com cor diferenciada, para ser identificada por nós e começar a construir a árvore. É um processo que tem suas dificuldades, principalmente pela distância entre nós, mas com a ajuda digital vamos chegar a realizar este passo com extrema competência! Visitem o blog; www.discotecanacional.blogspot.com e leiam os textos que estão lá referentes a rede para ficarem familiarizados com a DNA.

RELAÇÃO DE CAUSAS E CONSEQUENCIAS RELACIONADOS AO ENCONTRO NACIONAL DE DJs E PRODUTORES DE FESTAS COM ARTISTAS DE MÚSICA INDEPENDENTE.

· Falta Legislação adequada para as concessões públicas;
· Número reduzido de programas que tocam a música independente;
· Legalização do Jabá;
· TVs e Rádios Comerciais com visão mercantilista e não artística;
· TVs e rádios públicas com formato antigo de programação;
· Dificuldade de veiculação da produção local;
· Falta inserir na educação pública como utilizar a internet;
· Democratizar a informação;
· Falta de compromisso das autoridades com a produção local;
· Artistas circulando apenas no estado ou cidade;
· A má distribuição de recursos internos para a cultura;
· Não há programas de passagens aéreas para circulação de DJs;
· Não há cultura de festas com DJs em todo o Brasil;
· O DJ profissional não é reconhecido como tal;
· Não há formação técnica para DJ;
· Não há legislação ou órgão que represente o DJ;
· A Falta do conhecimento do trabalho do DJ;
· Desvalorização do cachê do DJ;
· Poucas lojas com equipamento direcionado para o DJ;
· Técnicos e roadies sem conhecimento exato das necessidades de um DJ;
· Músicas executadas pelos DJs ficam sem tocar em outras cidades por não haver rádios e TVs públicas com foco em novos artistas;
· Pouco conhecimento da área de atuação do DJ;

VAMOS LÁ QUE A DISCOTECA É NACIONAL

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Treminhão

Grupo instrumental, nascido em 2005, com um disco lançado. Faz jazz mais pesado, misturado com rock, a Latin Jazz apresenta standards misturados com música latina. O grupo é formado por marcos Mendes (baixo), Breno Lira (guitarra e violão) e Ricardo Fraga (bateria). Suas influências vão do movimento armorial a John Scofield, Hermeto Pascoal e Allan Holdsworth.

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Mestre Salustiano (1998 - Sonho da Rabeca)


Uma das maiores instituições da cultura popular pernambucana, Mestre Salustiano, ou Mestre Salu, como também é conhecido, chega aos 50 anos de carreira com o reconhecimento de ser um dos principais responsáveis pela preservação da ciranda, do coco, do caboclinho, do cavalo-marinho, do maracatu, entre outros folguedos, e pela atual valorização da rabeca e da viola brasileira.

Oriundo do município pernambucano de Aliança, região da Zona da Mata, Mestre Salu, ou ainda, o Mestre do Maracatu Piaba de Ouro (em Pernambuco existe por volta de 80 grupos de maracatu rural), como é internacionalmente conhecido – ele já se apresentou em Cuba e diversos países da Europa –, é hoje uma das maiores autoridades e referência para os novos artistas em Pernambuco, além de um dos grandes responsáveis pela preservação da memória cultural nordestina. Nomes como Antônio Nóbrega e Siba (integrante do grupo Mestre Ambrósio) já beberam de sua fonte. Hoje são dois exímios rabequeiros. A rabeca é um tipo de violino popular que, em vez de ser apoiado no queixo, como o próprio violino, é apoiado no ombro. Mestre Salu é considerado um dos maiores do instrumento em Pernambuco, além de fabricá-lo com a paciência e sabedoria dos grandes luthies.

Ex-cortador de cana-de-açúcar e natural da Zona da Mata Pernambucana, Mestre Salu passou a infância entre os brincantes de maracatu. Foi morar em Olinda (PE) com 19 anos: “Já tou com 38 anos em Olinda e me sinto já filho de Olinda. Recebi o título de cidadão de Olinda e hoje eu sou gente de Olinda. Eu vim praqui para aventurar a vida. Eu já tinha uma arte na minha vida e minha idéia era crescer com a minha própria arte, com o reconhecido saber que eu tenho. E graças a Deus, tá chegando meu objetivo”, conta Salu. Continuando diz, “aqui o povo já conhece meu talento e eu já me inspiro no que eu gosto de fazer, como tocar, cantar, improvisar, confeccionar rabeca, os personagens de bumba-meu-boi, os bonecos do mamulengo... Isso tudo aprendi a fazer e passo para meus filhos. Aqui tive meus 15 filhos e, deles, nove estão envolvidos nessa arte. Pra mim isso é maravilhoso. Tudo toca na banda, faz show fora com Nóbrega, dá aula de dança... Isso tudo é maravilhoso”, reforça.
Ao longo de sua vida, Mestre Salustiano sempre curtiu o carnaval. “No carnaval eu gosto de todas as atividades populares. Nunca tive paixão por uma coisa só não. Sempre tive paixão por tudo. Maracatu, caboclinho, coco, frevo, bloco, ciranda...Tudo é carnaval! O cara que tem paixão só pra uma coisa, não adianta ser carnavalesco. Ele tem que valorizar tudo. Eu mesmo já brinquei muito em Olinda, nas ladeiras”, conta.

Sobre sua arte, ele diz: “Eu crio na hora. Não tenho dificuldade. Quando a gente cria, nunca esgota o que tem. A gente quando cria por conta própria, é uma fonte que é difícil secar. É coisa para a gente ser vitorioso sempre”.

Mestre Salustiano está hoje com 61 anos. Um de seus momentos de glória foi através de seu CD Sonho da Rabeca, de 98, que traz maracatu, cavalo-marinho, forró pé-de-serra, coco, samba, marchas, entre outros ritmos, em que Ariano Suassuna assinou o texto da contra-capa. “Hoje, compositores e intérpretes como Roberto Corrêa e Luís Eduardo Gramani percebem o que significam a viola para a música brasileira. Mas, o trabalho desses eruditos não teria um alicerce sobre o qual se apoiar se não existissem artistas como Mestre Salustiano... Das músicas do Mestre, chamo atenção para as Toadas de Cavalo Marinho e o Maracatu Rabecado. Foram peças como estas que me levaram a incluir Mestre Salustiano, ao lado de Villa-Lobos, na criação do espetáculo “A Demanda do Geral Dançado”, hoje conhecido e elogiado no Brasil inteiro”.

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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Naurêa (2006 - O Sambaião)

Quando a banda sergipana naurÊa lançou, há uns dois anos, o seu primeiro CD e começou a ser celebrada como uma grande revelação da música do Estado, fui conhecer o trabalho dos rapazes e de verdade gostei, porém não me engajei àquele alarde inicial porque ando cansado dessas “novidades” em Sergipe que são excessivamente cultuadas no primeiro estouro, mas que se mostram, em pouco tempo, serem simples traques de massa.

Esperei o segundo disco (que acaba de ser lançado e se intitula “NaurÊa apresenta O Sambaião”) e agora, sim, posso dizer que se trata, disparado, da melhor banda atualmente existente por estas bandas. Os sete componentes (Márcio de Dona Litinha, Alex Sant’anna, Léo Airplane, Abraão Gonzaga, Aragão, Binho Caixa d’Água e Patricktor4) têm mostrado considerável amadurecimento artístico e o que, antes, soava meio amador, agora já ganha ares profissionais.

É fato que o pessoal tem talento e, aliado a ele, talvez o mais importante: a vontade de chegar lá. Assíduos freqüentadores de apresentações na Rua da Cultura, local em que conquistaram grande parte de seu público, já tocaram e se destacaram também fora dos nossos limites territoriais, como no Festival de Inverno de Garanhuns e até na Alemanha, como ocorreu no mês de julho passado.

Muito bem gravado pelo competentíssimo Anselmo Pereira no Estúdio Caranguejo Records e com um trabalho gráfico simples, mas bem concebido e executado, o novo CD compõe-se de quinze faixas nas quais os ritmos nordestinos se impõem e ganham contornos bem interessantes. A maioria das canções é composta por Márcio que se mostra um criador inspirado, se bem que a banda conta com um outro compositor de peso, Alex Sant’Anna, o qual, inobstante desenvolver paralelamente um ótimo trabalho solo, poderia ser mais utilizado pelo grupo.

As melhores faixas deste muito bem-vindo álbum são “Álcool ou Acetona” e “Basta Viver”, mas dá para destacar também a deliciosa e politicamente incorreta “Vc Toda”, “Dona Lalinha”, “Fome Moderna” e a instrumental “Hoje Só Amanhã” e ainda há a participação especial de Silvério Pessoa em “Sexta-Feira”.

A única preocupação que os rapazes precisam ter daqui para a frente é não se repetir porque de resto a banda está prontinha para conquistar o Brasil. É Sergipe mostrando que musicalmente não deve nada a ninguém!

Rubens Lisboa

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The Playboys (2008 - Chega de Niilismo)


Shows em hospitais psiquiátricos, rock com instrumentos de brinquedo e letras sarcásticas que cultuam o absurdo. Esta é a cara da The Playboys, banda pernambucana que atua na cena independente desde 1996. O som transita por vários estilos da história do rock, tendo uma maior ênfase no rock clássico dos anos 50 e no punk rock dos 70. Além disto, a The Playboys faz experimentações sonoras que transitam pelos mais variados estilos musicais como: Bossa nova, Brega, Jazz, e Pancadão. No palco, realizam apresentações com alto teor de teatralidade e irreverência.

Outra característica da banda é promover shows em lugares e situações inusitadas. A The Playboys já tocou no meio da Av. Conde da Boa vista (avenida central de Recife); criou, também, o Palco 3 do Abril pro Rock – palco clandestino montado em um stand da feira dentro do festival. Além disso, a banda organiza periodicamente o "Rock na Tamarineira" – festival de rock dentro do maior hospital psiquiátrico do Recife, o Ulisses Pernambucano (Tamarineira). O Rock na Tamarineria é uma proposta artística – idealizada pela The Playboys e realizada pela banda e a direção do Hospital – que visa transformar a concepção corriqueira sobre a loucura. Unindo música e artes plásticas a um público participativo e espontâneo, o festival é uma forma de expressão estética inusitada. A intenção é, através da interação entre visitantes e internos, promover uma mudança de mentalidade acerca do estereótipo do louco. Um dos principais objetivos do evento é experimentar novas possibilidades artísticas, ao mesmo tempo em que almeja quebrar o velho estigma acerca do louco – tido, costumeiramente, como violento, anti-social, incapaz e perigoso.

Nestes 12 anos de existência, a banda gravou seis discos e tocou em diversos festivais do Nordeste como o MADA (RN), Festival de Inverno de Garanhuns (PE), Rec beat (PE), Abril pro rock (em 2005, clandestinamente e em 2007 oficialmente), Feira da Música de Fortaleza (CE), PAN no Rock (PE), Festival Mundo (PB) e PE no ROCK (PE). Em 2007, a The Playboys lançou o videoclipe Paulo André Não Me Ouve que foi premiado no Festival de Vídeos de Pernambuco e chegou a estar entre os 30 vídeos musicais mais vistos no youtube na primeira semana. Ainda em 2007, a The Playboys fez uma mini-turnê em São Paulo, quando tocou com Festival Araraquara Rock e em bares do circuito alternativo da capital paulista.

CHEGA DE NIILISMO No final de 2008, lançaram o sexto trabalho: Chega de niilismo, disco cheio de referências à Bossa Nova e ao jazz, mas com a mesma acidez sarcástica de sempre.

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Os 10 mais da Rolling Stone

1 - Acabou Chorare (Novos Baianos – 72)

2 – Tropicália ou Panis et Circencis – (Vários – 68)

3 – Construção (Chico Buarque – 71)

4 – Chega de Saudade (João Gilberto – 59)

5 – Secos e Molhados (Secos e Molhados – 73)

6 – A Tábua de Esmeralda (Jorge Ben – 72)

7 – Clube da Esquina (Milton Nascimento e Lô Borges – 72)

8 – Cartola (Cartola – 76)

9 – Os Mutantes (Os Mutantes – 68)

10 – Transa (Caetano Veloso – 72)

Os 10 mais da Playboy

1 – Secos e Molhados (Secos e Molhados – 73)

2 – Carlos, Erasmo (Erasmo Carlos – 71)

3 – Garra (Marcos Valle – 71)

4 – Guilherme Lamounier (Guilherme Lamounier – 70)

5 – Tim Maia (Tim Maia – 70)

6 – A Bad Donato (João Donato – 70)

7 – Roberto Carlos (Roberto Carlos – 71)

8 – A Nova Dimensão do Samba (Wilson Simonal – 64)

9 – Ronie Von (Ronnie Von – 68)

10 – A Tábua de Esmeralda (Jorge Ben – 72)

Os 10 mais do livro de André Domingues (em ordem alfabética)

- Bebadosamba (Paulinho da Viola – 96)

- Cartola (Cartola – 76)

- Clube da Esquina (Milton Nascimento e Lô Borges – 72)

- 2 em 1: Rosa de Ouro (Clementina de Jesus, Aracy Cortes e Conjunto Rosa de Ouro – 65 e 67)

- Elis & Tom (Elis Regina e Tom Jobim – 74)

- O Grande Circo Místico (Chico Buarque e Edu Lobo – 83)

- O Mito (João Gilberto – 90)

- Paratodos (Chico Buarque – 93)

- Tropicália ou Panis et Circensis (Vários – 68)

- Urubu (Tom Jobim – 76)

Os melhores discos de cada década no Brasil da Vip

1950 – Chega de Saudade (João Gilberto – 59)

1960 – Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (Roberto Carlos – 67)

1970 – Meus Caros Amigos (Chico Buarque – 76)

1980 – Dois (Legião Urbana – 86)

1990 – Sobrevivendo no Inferno (Racionais MC’s – 1998)

2000 – Bloco do Eu Sozinho (Los Hermanos – 2001)

sábado, 3 de janeiro de 2009

Sonantes (2008 - Sonantes)

Sonantes é um projeto musical encabeçado por Céu e que conta com artistas como Pupillo, Dengue (ambos da conhecida "Cozinha" Da Nação Zumbi), Gui Amabis e Rica Amabis (Instituto), uma ótima formação. Abrem o Myspace da banda com uma "CARTA ABERTA AOS OUVIDOS FECHADOS ou SOBRE OS SONANTES & SEUS SONIDOS", que apresenta uma espécie de explicação do porque da formação da banda, "nem sempre existe a chance de separar o joio do trigo", como diz o texto da dita carta. Vale muito a pena acessar o myspace da banda e ler a carta escrita por Rodrigo Brandão.Isso sem contar a forcinha de outros artistas como Siba, Beto Villares, Fernando Catatau, B-Negão e Jorge du Peixe, que contribuiram com seus talentos.


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