Download do disco da banda VariantDownload dos mixtapes do DJ 440


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O CD atleta do cotidiano teve a produção artística do próprio Mono em parceria com os músicos Gabriel Furtado e Igor Medeiros. E foram gravadas doze (12) canções de autoria de alexmono, e também em parceria, uma com Rogerman, três raps incidentais das bandas, Os Procurados, MM Dub e a Drogaria & Bazar e uma canção de domínio público interpretada por Zé Rocha.
MIXTAPE DANCEHALL BRASIL (2008) 01 - Fred Gomes - Ela Sabe
02 - Pow MX - Ganja Man
03 - Mateus Pinguim - Querem Me Prender
04 - Lápide - A Mina De Fé
05 - Lei Di Dai - Chega De Lero-Lero
06 - Jimmy Luv - Vem Menina
07 - Buyaka San & Ms Ivy - Original Styla
08 - Sandro Black - Sem Compromisso
09 - Ragga Rural - Boom Ragga Rural
10 - Renegado - Santo Errado
11 - Black Alien - Perícia Na Delícia
12 - MC Papo - Pare de Me Ligar
13 - Quelynah - Talarica (O Complô Mix)
14 - Sacal - Eu & Eu
15 - Livia Cruz - Qual Vai Ser
16 - Sambatuh - Pense Legal
17 - Mocambo & RaggaDeMente - Quem Curte O Ragga
18 - Durban Sound System - Pode Chegar
19 - Funk Buia - Chego, Busco, Luto
20 - Maskot, Arcanjo Ras, K-Naman, Toaster Eddie - Taca Fogo
21 - Alexandre Cruz - Fé No Coração
22 - Arcanjo Ras - Dread
23 - Buyaka San - Pra Quem Não Conhece
24 - Ms Ivy - Punanny Style
25 - Lei Di Dai - Lei Di Dai
26 - Buyaka San - Rainha Da Pista
27 - Sandro Black - Sem Tempero
28 - Buyaka San - Pow!
29 - Jimmy Luv - Fogo Com O Rudeboy
30 - Pump Killa - Nossa Força
31 - RaggaDeMente - Legalize
32 - Buyaka San - Menina Sensual
33 - Alexandre Cruz - Mama
34 - Arcanjo Ras, Pump Killa, Sacal - Don Dada
seleção: Galo Rex (aka Jimmy Luv)
novembro 2008
duração - 59′02″
www.tacafogo.com
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Ragga é cultura!
AS NOVAS AVENTURAS DO ROBÔ GIGANTE (por Jimi Joe - inverno/2007) Não é desenho animado japonês, mas que tem alguma coisa de oriental nisso tudo, não há como negar. Prova disso é o resultado das novas aventuras sonoras do povo da Robô Gigante. É um samba enviesado com cara de rock. Ou talvez um rock descarado com jeito de samba do bom, aquele com pandeiro e cavaquinho. Mas a galera da Robô Gigante vai muito além disso nas canções que desfia nesse trabalho. As guitarras de Marcelo Truda, um dos guitar heros gaúchos que na verdade podia pertencer à uma seleta league of gentlemen bolada por um tal Robert Fripp lá do outro lado do Atlântico, dão o timbre de rock no papo da Robô Gigante, mas os versos do outro Marcelo, o Guimarães, o da voz e dos versos, fazem a reviravolta da parada, citando Lupicínio, remetendo a Paulinho da Viola na sua fase de modernização do samba. Uma voz que canta samba mas soa como rock. Um rock que soa como samba mas não perde o pathos típico do rock. E talvez porque, como já apregoou o velho pândego Chacrinha, eles estejam aqui pra confundir e não para explicar, ainda há a batida certeira do baterista Rick de La Torre e o acréscimo de elementos eletrônicos e samplers irados, saídos direto da cozinha sônica do chef Flu, que funcionam como o tempero ideal para dar o sabor que a gente degusta quando ouve Hoje Eu Resolvi Beber ou Seis da Manhã, crônica de inspiração chicobuarquiana sobre o cotidiano de um casal tipicamente popular. Porque eles vêm do rock mais tradicional que já rolou pelas terras sulistas (Bixo da Seda, Taranatiriça), mas eles também têm a manha e as artimanhas de todo brasileiro que sabe que o furo é mais embaixo e que basta um pouco de carinho, um cavaquinho, um violão manhoso, uma voz rouca e uma guitarra com wah-wah, tudo bem mixado para se conseguir um som que é tudo o que os gringos lá fora gostariam de fazer mas não sabem como. Afinal, o som da Robô Gigante não é samba de pé quebrado nem samba de gringo de ouvido torto mas um som que é a soma de todas as variantes que rolaram e rolam na música popular do planeta nos últimos 40 anos. Sem medo de prestar tributo à aldeia que permitiu à Robô Gigante forjar sua sonoridade, em Não Me Tira Pra Bobo os caras revisitam a interminável e recompensadora via crucis etílica dos bares da provinciana e provocante Porto Alegre. Mas isso de localização geográfica é só questão de detalhe. O som da Robô Gigante não é rock gaúcho como alguns poderiam entender ou pretender rotular. Não que eles não digam, loud and proud, que são gaúchos, herdeiros espúrios da tosquice e da chinelagem inerente àqueles que nascem na chamada região pampeana. Mas a música que a Robô Gigante faz pode ser entendida, sem problemas, em qualquer canto desse nosso planetinha azul e globalizado. Até mesmo lá no Japão, onde eles foram buscar inspiração para o nome do grupo...
Em tempos de tecnologia e misturas, já está se tornando até comum um artista pegar um álbum clássico e reinventá-lo. Foi assim com Dangermouse e seu “Grey Album” um mash-up do “Álbum Branco” dos Beatles com o “Black Album” do rapper Jay-Z. Depois veio o DJ BC juntando Beatles e Beastie Boys. A tendência de misturar sons as vezes opostos, recriar em cima de obras já prontas, ganhou espaço e cada hora surge uma novidade. No Brasil os mash-ups já fazem sucesso em determinados meios, mas agora um grupo de músicos paraenses resolveu ir além e recriou um clássico do Pink Floyd em uma versão bem particular. A idéia surgiu da cabeça de Luiz Félix, guitarrista, percussionista e vocalista da banda La Pupuña, do Pará, que logo convidou o baixista da banda, Fabrício Jomar, para regravar o álbum “Dark Side of the Moon” com pegada paraense, a base de guitarrada, cumbia, lundum, brega e surf music. O resultado é impressionante. Estão lá todos os sons, os detalhes e a sequência das músicas do original, todo o clima, todas as invencionices, toda a viagem do clássico álbum de 1973, numa fidelidade até assustadora. Tudo certinho, como quase se fosse o original, mas é tudo com um tempero especial. O disco foi gravado com a banda La Pupuña e um time de convidados que alteraram o DNA do disco e injetaram música e elementos paraenses no universo progressivo. Logo no início os sons do carimbó e dos barcos popopô fazem a introdução de “Speak to me Breath” para logo entrar ao mesmo tempo um irresístivel suingado e o espirito do Pink Floyd da década de 70. “On the Run” traz a competência de Pio Lobato e Guilherme Guerreiro do Cravo Carbono. Os sinos e o despertador de “Time” permanecem mas na verdade eles estão substiuídos pelos sinos da Basílica de Nazaré e pelo despertador de Luiz Félix. Cantada por Roosevelt Bala, vocalista do Stress, banda pioneira no heavy metal Brasileiro, com reforço da cantora de brega Denise Lima, a mais conhecida música do disco segue bem fiel até aos poucos se transformar num carimbó pelas mãos percussivas do grupo regional Os Baioaras. Sacrilégio? Pelo contrário, uma homenagem marcante e especial que trafega por todas as faixas do disco.
Quem imaginaria Gabi Amarantos, cantora de Tecnoshow, soltando a voz em uma vesão de “The Great Gig in the Sky”? Mais ainda, a reconstrução de outra clássica como “Money”, que começa alterada com uma base de percussão suingada, segue com as vozes da própria Denise Lima e da vocalista da banda Madame Saatan, Sammliz, e termina desconfigurada genialmente com solos de guitarrada de Mestre Vieira e um transe percussivo paraense. A viagem segue durante “Us and Them”, “Any Colour You Like”, que ganha uma percussão merengue, “Brain Damage”, com direito a risadas sampleadas de Fafá de Belém, e a incrível versão quase lambada de “Eclipse”. É como se o Pink Floyd tivesse gravado o mesmo disco de 35 anos atrás, mas que no sangue de Roger Waters e David Gilmour, além de rock progressivo, psicodelia, texturas sonoras, jazz fusion e art rock, corresse uma sonoridade latina.

Grupo instrumental, nascido em 2005, com um disco lançado. Faz jazz mais pesado, misturado com rock, a Latin Jazz apresenta standards misturados com música latina. O grupo é formado por marcos Mendes (baixo), Breno Lira (guitarra e violão) e Ricardo Fraga (bateria). Suas influências vão do movimento armorial a John Scofield, Hermeto Pascoal e Allan Holdsworth. 
Quando a banda sergipana naurÊa lançou, há uns dois anos, o seu primeiro CD e começou a ser celebrada como uma grande revelação da música do Estado, fui conhecer o trabalho dos rapazes e de verdade gostei, porém não me engajei àquele alarde inicial porque ando cansado dessas “novidades” em Sergipe que são excessivamente cultuadas no primeiro estouro, mas que se mostram, em pouco tempo, serem simples traques de massa. Shows em hospitais psiquiátricos, rock com instrumentos de brinquedo e letras sarcásticas que cultuam o absurdo. Esta é a cara da The Playboys, banda pernambucana que atua na cena independente desde 1996. O som transita por vários estilos da história do rock, tendo uma maior ênfase no rock clássico dos anos 50 e no punk rock dos 70. Além disto, a The Playboys faz experimentações sonoras que transitam pelos mais variados estilos musicais como: Bossa nova, Brega, Jazz, e Pancadão. No palco, realizam apresentações com alto teor de teatralidade e irreverência.
Outra característica da banda é promover shows em lugares e situações inusitadas. A The Playboys já tocou no meio da Av. Conde da Boa vista (avenida central de Recife); criou, também, o Palco 3 do Abril pro Rock – palco clandestino montado em um stand da feira dentro do festival. Além disso, a banda organiza periodicamente o "Rock na Tamarineira" – festival de rock dentro do maior hospital psiquiátrico do Recife, o Ulisses Pernambucano (Tamarineira). O Rock na Tamarineria é uma proposta artística – idealizada pela The Playboys e realizada pela banda e a direção do Hospital – que visa transformar a concepção corriqueira sobre a loucura. Unindo música e artes plásticas a um público participativo e espontâneo, o festival é uma forma de expressão estética inusitada. A intenção é, através da interação entre visitantes e internos, promover uma mudança de mentalidade acerca do estereótipo do louco. Um dos principais objetivos do evento é experimentar novas possibilidades artísticas, ao mesmo tempo em que almeja quebrar o velho estigma acerca do louco – tido, costumeiramente, como violento, anti-social, incapaz e perigoso.
Nestes 12 anos de existência, a banda gravou seis discos e tocou em diversos festivais do Nordeste como o MADA (RN), Festival de Inverno de Garanhuns (PE), Rec beat (PE), Abril pro rock (em 2005, clandestinamente e em 2007 oficialmente), Feira da Música de Fortaleza (CE), PAN no Rock (PE), Festival Mundo (PB) e PE no ROCK (PE). Em 2007, a The Playboys lançou o videoclipe Paulo André Não Me Ouve que foi premiado no Festival de Vídeos de Pernambuco e chegou a estar entre os 30 vídeos musicais mais vistos no youtube na primeira semana. Ainda em 2007, a The Playboys fez uma mini-turnê em São Paulo, quando tocou com Festival Araraquara Rock e em bares do circuito alternativo da capital paulista.
CHEGA DE NIILISMO No final de 2008, lançaram o sexto trabalho: Chega de niilismo, disco cheio de referências à Bossa Nova e ao jazz, mas com a mesma acidez sarcástica de sempre.
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1 - Acabou Chorare (Novos Baianos – 72)
2 – Tropicália ou Panis et Circencis – (Vários – 68)
3 – Construção (Chico Buarque – 71)
4 – Chega de Saudade (João Gilberto – 59)
5 – Secos e Molhados (Secos e Molhados – 73)
6 – A Tábua de Esmeralda (Jorge Ben – 72)
7 – Clube da Esquina (Milton Nascimento e Lô Borges – 72)
8 – Cartola (Cartola – 76)
9 – Os Mutantes (Os Mutantes – 68)
10 – Transa (Caetano Veloso – 72)
Os 10 mais da Playboy
1 – Secos e Molhados (Secos e Molhados – 73)
2 – Carlos, Erasmo (Erasmo Carlos – 71)
3 – Garra (Marcos Valle – 71)
4 – Guilherme Lamounier (Guilherme Lamounier – 70)
5 – Tim Maia (Tim Maia – 70)
6 – A Bad Donato (João Donato – 70)
7 – Roberto Carlos (Roberto Carlos – 71)
8 – A Nova Dimensão do Samba (Wilson Simonal – 64)
9 – Ronie Von (Ronnie Von – 68)
10 – A Tábua de Esmeralda (Jorge Ben – 72)
Os 10 mais do livro de André Domingues (em ordem alfabética)
- Bebadosamba (Paulinho da Viola – 96)
- Cartola (Cartola – 76)
- Clube da Esquina (Milton Nascimento e Lô Borges – 72)
- 2 em 1: Rosa de Ouro (Clementina de Jesus, Aracy Cortes e Conjunto Rosa de Ouro – 65 e 67)
- Elis & Tom (Elis Regina e Tom Jobim – 74)
- O Grande Circo Místico (Chico Buarque e Edu Lobo – 83)
- O Mito (João Gilberto – 90)
- Paratodos (Chico Buarque – 93)
- Tropicália ou Panis et Circensis (Vários – 68)
- Urubu (Tom Jobim – 76)
Os melhores discos de cada década no Brasil da Vip
1950 – Chega de Saudade (João Gilberto – 59)
1960 – Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (Roberto Carlos – 67)
1970 – Meus Caros Amigos (Chico Buarque – 76)
1980 – Dois (Legião Urbana – 86)
1990 – Sobrevivendo no Inferno (Racionais MC’s – 1998)
2000 – Bloco do Eu Sozinho (Los Hermanos – 2001)
Sonantes é um projeto musical encabeçado por Céu e que conta com artistas como Pupillo, Dengue (ambos da conhecida "Cozinha" Da Nação Zumbi), Gui Amabis e Rica Amabis (Instituto), uma ótima formação. Abrem o Myspace da banda com uma "CARTA ABERTA AOS OUVIDOS FECHADOS ou SOBRE OS SONANTES & SEUS SONIDOS", que apresenta uma espécie de explicação do porque da formação da banda, "nem sempre existe a chance de separar o joio do trigo", como diz o texto da dita carta. Vale muito a pena acessar o myspace da banda e ler a carta escrita por Rodrigo Brandão.Isso sem contar a forcinha de outros artistas como Siba, Beto Villares, Fernando Catatau, B-Negão e Jorge du Peixe, que contribuiram com seus talentos.