sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Pagode Jazz Sardinha's Club (2004 - Sardinhas)

Após sacudir mentes e corações com seu primeiro disco, o grupo Pagode Jazz Sardinha´s Club apresenta o CD Sardinhas, que reafirma sua vocação para criar novas formas de composição através da mistura de estilos e ritmos musicais.

1. Chave De Cadeia (3:58)
2. Clube Savana (5:47)
3. Pagode Jazz Sardinhas Club (4:06)
4. Samba Castiço (5:23)
5. Joana Francesa (6:16)
6. José Do Egito (4:26)
7. O Dia Em Que Ela Chegou (3:59)
8. Suíngue Envolvente (1:12)
9. Gente De Ilha (6:41)
10. Maxixe, Neném (2:58)
11. Choro Transgênico (4:48)
12. Chorinho De Gafieira (3:21)
13. Não Sou Mais Disso - Faixa Amarela - O Feijão de Dona Neném (5:20)
14. Mar (4:29)

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Orquestra Super Oara (Capiba Cidadao Frevo)

Para os que ainda estão em clima que carnaval, lá vai um belo disco da Orquestra Super Oara. Frevo até dar uma dor...

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

DJ 440 apresenta: Ladeira Som Sistema (mixtape promocional)

É Carnaval em Olinda, minha terra! As ladeiras estão pegando fogo e não poderia deixar passar isso em branco. Em LADEIRA SOM SISTEMA reúni algumas faixas ligadas ao carnaval qque curto bastante. Tem Frevo, Maracatu, Afoxé, além de novas experimentações que me surpreenderam em 2008, como a banda olindense Ska Maria Pastora, que mistura Frevo, Ska e Reggae e a banda Sonantes. Deixando o papo de lado, espero que curtam a brincadeira... (DJ 440)

Playlist:
Silvério Pessoa - Frevibe
Maracatu New York - Evolução dos Baques (440 edit)
Nara Leão - Atrás do Trio Elétrico
Quinteto Violado e Nara Leão - Pinga Fogo
Claudette Soares - Frevo Rasgado
Ska Maria Pastora - Madeira que cupim não rói
Sonantes - Frevo da Saudade
Erasto Vasconcelos - Olinda mandou me chamar (440 Vr.)

Foto por: GelaPhotos

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Pagode Jazz Sardinha's Club (1999)


Tem horas que, ao escutar música, eu me pego pensando coisas absurdas. Por exemplo: como seria um disco dos 8 Batutas, o famoso grupo de Pixinguinha e Donga, se eles estivessem gravando hoje seu primeiro disco? Agora eu já tenho uma idéia: seria algo bem parecido com este disco de estréia do Pagode Jazz Sardinha's Club.

Não falo isso para chocar a audiência. A idéia é até bastante sensata. Mesmo com relação ao nome da banda: os 8 Batutas bem que poderiam se chamar Sardinha's Club. Nos anos 20, quase todo grupo musical carioca podia ser chamado de Jazz Band. Além disso, os times de futebol ainda se intulavam clubs, e pagode e sardinha eram artigos de primeira necessidade. Porém, mais importante do que nomes, é a coincidência entre as estratégias musicais empregadas pelas duas bandas: não importa o que se mistura, o importante (o essencial) é misturar. Do híbrido, nasce o batuta, o balanço, tudo aquilo que encanta nossos ouvidos e tchans (sacode!). Os 8 Batutas tocavam samba, maxixe, polka, choro, marcha, tanguinho, cateretê. Não tinha relevância a procedência geográfica, dentro ou fora do território nacional, desses ritmos. O Sardinha's Club toca samba, maxixe, funk, choro (e reggae-choro - que achado maravilhoso!), jazz e jongo. Isso tudo contrariando, muito de propósito, o mandamento nacionalista que pensa determinar (com uma camisa de força - nem um pouco listrada) qual é a verdadeira musica brasileira.

Mistura e manda! Quem mistura é quem manda na batucada. Nos anos 70, Paulo Moura criou sua Confusão Urbana, Suburbana e Rural. Duas décadas depois, o Sardinha's Club lança este disco que, para voltar a falar de nomes, poderia muito bem se chamar Confusão Global, Local e Periférica. Uma confusão que não é de hoje, mas que está na base há séculos do melhor que se fez e tem feito em musica brasileira. Mestres do transmestiço, o Pagode Jazz Sardinha's Club conclama: Longa Vida à Confusão! PS: Pode haver maior delícia na vida do que um harmonioso solo de trombone carioca por cima dessa confusão toda?

O CD & Outras Gravações

Lançado em julho de 1999 e distribuído pela Rob Digital, o CD de estréia do Sardinha's Club, foi considerado um dos grandes lançamentos do ano pela imprensa e pelo meio musical. Três meses depois foi licenciado para lançamento no Japão pela Nippon Crown Records.

A faixa-título do CD foi indicada para Melhor Música Instrumental - Prêmio Sharp 1999, na versão gravada pelo grupo Nó em Pingo d'Água (CD Nó na Garganta), foi gravada ainda pelo grupo Rabo de Lagartixa (CD Rabo de Lagartixa) e foi cantada em show por Leila Pinheiro, em versãocom letra de Mauro Aguiar, recentemente lançada no CD Sardinhas. Além disso, o Pagode Jazz participou dos CDs Trombone do Brasil (de Roberto Marques), É o Violão do Brasil (de Gabriel Improta) e Fora do Esquadro, de Rodrigo Lessa.

Em 2001 foi lançado o CD Rumos Musicais 99 (Instituto ItaúCultural), que inclui duas faixas do grupo gravadas ao vivo: Transmestiço e Maxixe, Paizinho!!!. O grupo tem ainda faixas lançadas em coletâneas no Chile, Inglaterra e Japão.

1. Transmestiço (6:12)
2. Noites de Gafuá (5:52)
3. Pagode Jazz Sardinha's Club (5:15)
4. Carinhoso (5:16)
5. A História de um Valente - parte 1 (2:10)
6. A História de um Valente - parte 2 (3:43)
7. Fertilidade (3:35)
8. Reggae por Nós (3:59)
9. Maxixe Paizinho - parte 1 (2:46)
10. Maxixe Paizinho - parte 2 (1:43)
11. Luz Negra (5:10)
12. Jongo Aliança (4:52)

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Orquestra Manguefônica

Velho sonho do mestre da alquimia de sons e ritmos Chico Science, a Orquestra Manguefônica é um projeto formado pelas duas bandas chave do mangue beat: Nação Zumbi e mundo livre s/a, que se apresentam juntas, no mesmo palco. Os primeiros e históricos shows da Orquestra aconteceram nos dias 14, 15 e 16 de janeiro de 2005, no teatro do SESC Pompéia, em São Paulo.

1. Manguebit
2. Banditismo por uma questão de classe
3. Rios, pontes e overdrives
4. A cidade
5. A praieira
6. Samba Makossa
7. Da lama ao caos - Maracatu de tiro certeiro
8. Antene-se
9. Risoflora
10. Computadores fazem arte - Salustiano Song

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Curumin (2003 - Achados e Perdidos)

“Achados e Perdidos” é o primeiro álbum do cantor, compositor e multinstrumentista paulista Curumin. Produzido por Gustavo Lenza, o trabalho é mais uma afirmação da convicção da gravadora YB Music na liberdade criativa da novíssima geração de artistas da música brasileira. O CD investe na evolução da vitalidade do samba e de sua incrível capacidade de dialogar e deglutir influências diversas. Logo nos primeiros compassos da faixa “Guerreiro”, toda essa mecânica se evidencia: vem a pura batucada do samba e sobre elas são adicionadas frases e timbres, tecendo uma malha engenhosa de perguntas e respostas e nesse momento, mais uma vez, o nosso ritmo nacional é reinventado.

Curumin é baterista, e isso fica claro em todo o seu trabalho, pois a energia dessa obra nasce primeiramente na firmeza e musicalidade da concepção rítmica. A eletrônica soma-se aos instrumentos tradicionais de percussão e ao cavaquinho. Os sons graves conferem o peso e a agressividade que a música como um todo adquiriu após o surgimento do rock and roll nos anos 50, enquanto outros timbres agudos nos remetem a associações com barulhinhos alienígenas de disco voadores, e então estamos ao mesmo tempo no Brasil profundo e na ficção científica.

“Achados e Perdidos” é, portanto, uma sala caleidoscópica, repleta de objetos comuns e raros, onde o ouvinte deve perder-se e reencontrar-se. Curumin faz parte de uma geração de artistas de formação musical sólida que optou por construir a carreira sobre a densidade da música, pouco se importando com a chanchada.

O trabalho de Curumin é mais um motivo para que sejamos tranqüilamente otimistas quando pensamos no andar da carruagem da música popular brasileira.

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Cyro Monteiro e Jorge Veiga (1971 - De leve)

Um dos grandes astros do samba de breque (ao lado de Moreira da Silva), do samba de gafieira e da música de carnaval, Jorge Veiga era conhecido pelo balanço malandro da voz nos sambas anedóticos que respondiam por boa parte do seu repertório (tendo recebido de Paulo Gracindo a alcunha de “Caricaturista do Samba”). Carioca do Engenho de Dentro, ele viveu de biscates até que um de seus contratadores o levasse em 1934 à Rádio Metrópolis. Inicialmente trafegando pelo estilo mais empostado, Jorge aos poucos foi desenvolvendo a leveza e o bom humor em suas interpretações. O primeiro sucesso veio no carnaval de 1944, “Iracema”, de Raul Marques e Otolino Lopes. Outros seguiriam em fila, ao longo dos anos 40, 50 e 60: “Rosalina”, “Cabo Laurindo” (ambas de Haroldo Lobo e Wilson Batista), “Eu Quero É Rosetá” (Haroldo Lobo e Milton de Oliveira), “Estatutos da Gafieira” (Billy Blanco), “Café Soçaite” (Miguel Augusto) e “Bigorrilho” (Paquito, Sebastião Gomes e Romeu Gentil). Em 1971, lançou o LP “De Leve”, com Cyro Monteiro. Quatro anos depois, viria “O Melhor de Jorge Veiga”.

01. Pot-pourri:
- Samba é bom assim (N. Reis-H. Nascimento)
- Pra seu governo (H. Lobo-M. de Oliveira)
- Despedida de Mangueira (Benedito Lacerda-Aldo Cabral)
- Falso Amor (J. B. de Carvalho-O. Silva)
- Nosso Amor (S. de Mello-J. Nóbrega)
- Não tenho lágrimas (M.Bulhões-M. de Oliveira)
- Acorda Escola de Samba (B.Lacerda-H. Martins)
- Cai cai (R. Martins)
02. Disseste
03. 400 Anos
04. Poeira
05. Pot-pourri :
- Tumba-lê (Cyro Monteiro)
- Bigu (S. Gomes-Paquito-R. Gentil)
- Se você jurar (Ismael Silva-Nilton Bastos-Francisco Alves)
- Isaura (H. Martins-R. Roberti)
- Maria sambou (Cyro Monteiro)
- Não posso mais (H. Lobo-M. de Oliveira-C. Santos)
- Rosa Maria (Anibal-Éden Silva)
- Agora é cinza (A. Barcellos-A. Marçal)
06. Café "soçaite"
07. Primeiro de abril
08. Boi Bumbá

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Karine Alexandrino (2003 - Querem acabar comigo Roberto)

Querem Acabar Comigo, Roberto é o segundo CD da cantora, atriz, performer e apresentadora de uma TV local, a cearense Karine Alexandrino. Entre as 12 faixas que compõem o CD, seis de sua autoria, estão ´´Loca pos ti´´ e o cover "O Elefante" de Robertinho do Recife, que aparecem em duas versões, com e sem o acabamento final. ´´Kiss Kiss Kiss´´, da viúva do beatle John Lennon, Yoko Ono, e o hit italiano "Dio Come Ti Amo", também merecem destaque. Eletrônico mas com um ar dos anos 60, o novo trabalho é indispensável para quem gosta de um estilo irreverente brega-chique, com o acompanhamento de guitarra e violão.

1. Mulher Ioiô
2. Producta-Sonho e Fumaça
3. Kiss Kiss Kiss
4. Como Me Tornei uma Adultera
5. Amor E Glória é Só Boato
6. Balada De Perdicta
7. Dio Come Ti Amo
8. Loca Pos Ti
9. O Elefante
10. Tenho Febre, Mas Vou Buscar Nosso Dinheiro
11. Loca Pos Ti (Raw)
12. O Elefante (Raw)

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

DNA apoia: Festa Saravah!

Totonho e os Cabra (2001)

Ainda que reivindique (justamente) sua individualidade no cenário da novíssima MPB, é difícil não associar de cara o trabalho do compositor Totonho à (r)evolução preconizada pelo manguebeat. Para ser mais correto, a música de Totonho leva adiante as idéias de Chico Science, com ênfase ainda maior na invencionice - e na vontade de contemporaneizar o sertão nordestino. Lançando mão generosamente da eletrônica, Totonho obtém um raro efeito de estranhamento no casamento da rusticidade de sua voz (aparentada à de Lenine) com os blips e blops sintetizados. É puro samba do paraíba doido, não raro desgovernado, mas que inevitavelmente impressiona pela vitalidade.

Totonho desossa a tradição nordestina e obtém resultados interessantes em várias faixas. Soa desconstruído e esparso em Segura a Cabra/Romualdo e Zé Resteu (Medley); lança mão de cavaquinho e beats sampleados, colados com a metaleira do Funk Como Le Gusta em Tudo Pra Ser Feliz (que também demonstra um bom letrista); e capricha no groove, filtrado com sutileza, o que cai bem em Musicacubana. Ao recuperar o canto galopante/falado dos repentistas, ataca de forró + eletrônica (Drum'n'bass na Feira) e electro-funk caatingueiro (Babaovomidi). E chega até - no momento mais radical - a misturar hardcore, techno e frevo em Zélimeiriana. Tudo isso fica, em vários momentos, à beira da indigestão. Mas o paraibano acerta ao optar pelo excesso (e não pela escassez) de idéias.

Em meio a tantas referências quase desconexas, Totonho também espanta pelo caminho inverso, o da simplicidade. Ele revela-se um melodista capaz de belas surpresas: Nhém Nhém Nhém, com arranjo mais ortodoxo, é um achado de balanço suave; assim como a lírica Glaciais, só teve a ganhar com sua instrumentação econômica e delicada. Há também espaço para a harmonia manhosa de A Vítima, onde mais uma vez é possível ouvir a influência de Lenine. (Marco Antonio Barbosa)

01 Cabra Pentium
02 Segura A Cabra
03 A Vítima
04 Tudo Pra Ser Feliz
05 A Rainha
06 Nhém Nhém Nhém
07 Glacias
08 Musicacubana
09 Drum & Bass Na Feira
10 Nhém Nhém Nhém ( Reprise )
11 Babaovomidi
12 Zelimeriana
13 Fax Para Cartomante
14 O Vaqueiro


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sábado, 14 de fevereiro de 2009

Rio Maracatu (2006 - Lapada)

O Rio Maracatu é um grupo fundado em 1997 no Rio de Janeiro, nascido da união de músicos pernambucanos e cariocas para resgatar e valorizar uma parte importante da nossa rica cultura musical. A partir do Maracatu de Baque Virado, tradição da cidade do Recife, o grupo desenvolve um trabalho de pesquisa e execução de ritmos, cantos e danças tradicionais brasileiras, como a Ciranda, o Côco, o Samba, além do Maracatu.

O Rio Maracatu é um eixo ativo do amplo movimento de retomada e renovação da música tradicional brasileira, que acontece atualmente no Rio de Janeiro. Tendo como parceiros naturais de trabalho grupos como Jongo da Serrinha, Cordão do Boitatá, Céu na Terra, Afroreggae, Forróçacana, Monobloco, entre outros. Hoje, graças a este movimento, o Rio de janeiro tem eventos dedicados à música tradicional que atraem visitantes do mundo inteiro e geram desenvolvimento e renda para a cidade.

1 - maracatu embolado
2 - verde mar de navegar
3 - cana
4 - festa
5 - samba negro
6 - princesa dos orixás
7 - pe de ladeira - muquirama
8 - pois é
9 - pele de couro
10 - cidadão do mundo
11- faze o que
12 - que baque é esse
13 - A seca castiga
14 - loas aos pretos - belas catitas - nossos tambores

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

DNA apoia: Festa Saravah!

Originais do Sample (2002 - Ladrão é bóia)

Originais do Sample é um projeto musical de Felipe Machado (felipe alma), Tiago Melo (zécafofinho) e Hugo Gilla que conta com a particitação de dois músicos do MOMBOJÓ, Chiquinho e Marcelo Machado (buchito). Felipe Machado nerd em tecnologias livres cria as bases+edição+programação.

A primeira conexão da tecnologia X música foi com Tiago de Melo, músico da Variant TL (banda pernambucana que faz releituras do SKA). "Estava um dia em casa tomando cerveja com Tiago e mostrei as bases que eu costumava fazer só por diversão, ele gostou e sugeriu uma parceria". Foi nesse momento, no ano de 2002, que surgiu a idéia de formar um grupo onde ele fosse lançando as bases ao vivo enquanto os músicos tocassem. O nome Originais do Sample veio do fato de todas essas sonoridades serem sampleadas e introduzidas na reconstrução de novas faixas.

"A prática de baixar músicas na Internet mais a conexão com grupos de distribuição de mp3 do mundo inteiro faz parte da minha formação e me traz constantes influências artísticas e tecnológicas". Entre as maiores inspirações para o Originais do Sample estão cloudDead (EUA), Dj Shadow (Inglaterra), Cut Chemist (EUA), Jurassic 5 (EUA), N.E.R.D (EUA), King Tubby (Jamaica), Aphex Twin (Inglaterra), Dj Remixsom (Peixinhos, Pernambuco), entre outros.

A primeira apresentações foi em 2002 em uma festinha de amigos que estavam precisando juntar grana para viajar. A segunda aconteceu em 2004 em um evento de música eletrônica e a última foi no dia 7 de Dezembro de 2006 no Usina.

A formação do Originais do Sample conta com o baixo de Hugo Gila (Variant TL), Guitarra de Marcelo Machado (Mombojó) o teclado de Chiquinho (Mombojó), a viola com delay de Tiago Melo (Variant TL) e as programações e samples de Felipe Machado.

01 - Gaspar
02 - Eu vou samplear
03 - Branco
04 - Todo Malandro
05 - Canela
06 - Remixsom
07 - Blind2Dub
08 - Elza

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Diogo Nogueira (2007 - Ao Vivo)

Diogo Nogueira tem 27 anos, é cantor e compositor e vem de uma nobre linhagem do samba. Filho do saudoso João Nogueira, acostumou-se desde cedo a ser embalado por choros e sambas.

João costumava levar Diogo para cantar em seus shows e logo vieram os convites para participar de rodas de samba do Rio, hábito que lhe rendeu respeito e aprovação dos bambas da música.

No final de 2005, participou do antológico show realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, comemorando 40 anos de carreira da cantora Beth Carvalho. Naquela noite, Diogo emocionou a platéia do Municipal ao interpretar “O Poder da Criação”.

Em 2007, Diogo Nogueira gravou seu primeiro DVD no Teatro João Caetano (RJ), com clássicos do samba e músicas inéditas, ao lado dos convidados Marcelo D2, Xande de Pilares (Revelação) e o violonista Marcel Powell. CD e DVD foram lançados pela EMI Music no final de 2007, confirmando Diogo Nogueira como a maior revelação do samba de sua geração.

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Orquestra Henrique Dias

O Grêmio Musical Henrique Dias traz consigo a responsabilidade de ser a 1º escola profissionalizante de músicos de Olinda sem fins lucrativos, fundada desde 1954. Realiza até hoje programas educacionais, culturais e de desenvolvimento comunitário na cidade Alta de Olinda – basicamente voltados para alunos da comunidade de baixo poder aquisitivo. Já tendo em seu curriculum formado mais de dois mil músicos. A integração do Grêmio Musical Henrique Dias e seus músicos ao contexto do mercado da música nacional é primordial para gerar possibilidades reais para aqueles que participam da Orquestra. A orquestra atualmente é dirigida pelo saxofonista Maestro Ivan do Espírito Santo, que é também o atual regente da Banda da Base Aérea do Recife (FAB). O repertório da Orquestra consiste em mostrar o frevo, coco, maracatú entre outros ritmos pernambucanos.

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Umbando (2009 - Circo dos Versos)

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Moreno +2 (2000 - Máquina de Escrever Música)

Lançado originalmente em 2000 este é o álbum de estréia do trio Moreno + 2, liderado pelo filho de Caetano, Moreno Veloso, que mostra um repertório de canções influenciadas por diversas vertentes musicais, como afoxé baiano (Deusa Do Amor), funk (Arrivederci), lounge (Para Xó) e samba sincopado (Só Vendo Que Beleza), entre outras.

Com um som que experimenta uma poesia cotidiana - e lírica - e músicos capacitados no troca-troca de instrumentos, "Máquina de Escrever Música" mostra canções artesanais, freqüentemente econômicas e minimalistas, como a bossa nova. A instrumentação, no entanto, rompe qualquer obviedade. O discurso em tom confessional das letras é fragmentado por timbres de pás de ferro, pela percussão eletrônica e pelo imponderável “theremins”, o "avô" de todos os sintetizadores da atualidade. O projeto Moreno+2 se apresentou no extinto Free Jazz (atual Tim Festival), com uma performance surpreendente aos ouvidos desantenados.

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Curumin (2008 - Japan Pop Show)

Admirado pela atriz Natalie Portman e apadrinhado pelo grupo de rap californiano Blackalicious, Curumin estreita a conexão São Paulo - São Francisco - Tóquio com seu segundo álbum de inéditas. Em “Japan pop show”, a viagem pelos ritmos afro-americanos é feita, de preferência, a bordo de uma bicicleta. Como na música “Magrela fever”, Luciano Nakata desliza leve e solto, com o vento batendo no rosto, pelos mais diversos gêneros - samba, reggae, funk, soul, rap, baião, dancehall – sem se prender a rótulos e com muito bom humor. Mais internacional, impossível.

Acompanhado da banda The Aipins, o multiinstrumentista paulistano reúne em seu novo trabalho, previsto para sair em maio aqui pela YB e nos EUA pela Quannum, um grupo de convidados pra lá de instigante: do cantor Marku Ribas (“Dançando no escuro”) ao skatista americano Tommy Guerrero (“Sambito”), passando ainda pela dupla Lucas Santtana e BNegão (na explosiva “Caixa preta”).

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Orquestra dos maestro Oséas e Carlos (2004 - Carnaval de Olinda ao vivo)

Para reforçar e manter a tradição de hinos e ritmos do Carnaval olindense, a Prefeitura Popular de Olinda lança, pela primeira vez na história do município, um CD reunindo 16 das principais músicas da mais tradicional Festa de Momo. Como já diz no próprio encarte, o CD foi gravado numa noite chuvosa, no Largo do Amparo, contando com a participação das orquestras dos maestro Oséas e Carlos, além da presença de mais de mil pessoas nos vocais.

"O disco é ao vivo para mostrar a vibração do público ao cantar os hinos do Carnaval olindense", destaca o secretário de Patrimônio, Ciência e Cultura do município, Toinho Alves. "A idéia de reunir as músicas num CD surgiu da necessidade de se homenagear os compositores da cidade", completa.

01 - elefante de olinda
02 - três da tarde
03 - hino do ceroula
04 - envenenado
05 - hino da pitombeira
06 - cariri de olinda
07 - urso cascudo do amparo
08 - banho de conde
09 - dois de macacão
10 - o homem da meia-noite
11 - regresso dos donzelinhos
12 - tarado da sé
13 - trinca de ás
14 - dez de charque e uma latinha
15 - música, mulheres e flores


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