segunda-feira, 30 de março de 2009

Karina Buhr (Ao Vivo no Prata da Casa e Vozes do Brasil)

A cantora, compositora e percussionista Karina Buhr, iniciou sua carreira musical em 1994 como baiana do maracatu Piaba de Ouro e batuqueira do maracatu Estrela Brilhante. De lá pra cá foram inúmeros os grupos dos quais participou, entre eles as bandas Eddie, Bonsucesso Samba Clube, DJ Dolores, Véio Mangaba e suas Pastoras Endiabradas entre outros, além de trabalhos expressivos em dança e teatro.

Karina também assina as ilustrações dos CDs da banda Comadre Fulozinha. À frente da banda desde 1997, se apresentou, além do Brasil, em diversos palcos da Europa, Canadá e EUA, recebendo os melhores elogios da crítica especializada. Gravou três CDs, o terceiro com lançamento previsto para fevereiro de 2009.

A banda que a acompanha é formada por Otávio Ortega (teclado e programações), Bruno Buarque (bateria), Mau (baixo) e Guilherme Mendonça (trompete). Nas palavras da jornalista Patrícia Palumbo: “Karina é uma compositora talentosa, singular, de poesia tocante. Seu sotaque ao cantar confere uma nota especial ao som. A formação da banda é um grande achado: baixo, bateria, teclados e sopros; não tem nem violão nem guitarra, e os músicos são nossos velhos conhecidos, jovens e incrivelmente talentosos”...”Suas canções tem o lirismo dessas manifestações de raíz, um clima de filme e de romance”. Karina também integra a banda da cantora Iara Rennó com o show Macunaíma Ópera Tupi, participa como convidada da banda Mamelo Sound System, do projeto solo do guitarrista Fernando Catatau. Participou do projeto Era Iluminada – Mangue Beat, do SESC Pompéia, dividindo o palco com a Nação Zumbi, Siba e a Fuloresta, Junio Barreto, Fábio Trummer, Lia de Itamaracá entre outros. Rebatizado Admiral Recife, o show integrou a programação do Reveillon 2008/09 no Marco Zero em Recife. Radicada em São Paulo há 5 anos faz parte da companhia Teatro Oficina, de José Celso Martinez Correa, como atriz, cantora, percussionista e compositora. Com o grupo participou de “Os Sertões” em temporadas em São Paulo, na turnê brasileira 2007 (Salvador, Recife, Rio de Janeiro, Quixeramobim e Canudos), na gravação dos DVDs e na abertura da temporada 2005/2006 do teatro Volksbühne, em Berlin. Com o grupo ganhou o prêmio Shell São Paulo de Teatro 2002, na categoria melhor trilha sonora. Tem participação em CDs da Mundo Livre s/a, Eddie, Erasto Vasconcelos, Antônio Nóbrega, Dj Dolores, nas coletâneas Reiginaldo Rossi, Baião de Viramundo, Pernambuco em Concerto, Music from Pernambuco, Música de Pernambuco, Revista Bexiga Oficina do Samba e na coletânea infantil Brincadeiras, do produtor Marc Regnier, com a música Sonhando, de sua autoria.

Participou das peças A História do Amor de Romeu e Julieta (adaptação Ariano Suassuna), direção de Romero Andrade Lima, no Festival de Teatro de Curitiba e Porto Alegre em Cena (1997). Atuou e fez direção musical de O Pequenino Grão de Areia, de João Falcão, direção Luciana Lyra (2006/2007). Assina co-direção da trilha do filme pernambucano Orange Itamaracá e participa das trilhas dos filmes O Baile Perfumado, Deus é Brasileiro, Fábio Fabuloso, Narradores de Javé, dos curtas Enjaulado, A Garrafa do Diabo e da peça e do filme A Máquina.

1. O Pé (4:04)
2. Sem Idéia (2:32)
3. Avião Aeroporto (4:07)
4. Solo De Água Fervente (3:53)
5. Vira Pó (3:23)
6. Telekphonen (3:13)
7. Bem Vindas (3:35)
8. Eu Menti Pra Você (4:08)
9. Copo De Veneno (2:53)
10. Plástico Bolha (3:58)
11. Nassiria E Najahf (4:09)
12. Mira Ira (3:31)
13. O Pé Vozes Do Brasil (4:27)
14. Solo De Água Fervente Vozes Do Brasil (3:16)
15. Nassiria E Najahf Vozes Do Brasil (2:59)

web da Karina


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DNA apoia: Terça do Vinil homenageia Tim Maia

SoulZé (2004 - Lab SZ)

Beat pesado. Música forte, recheada de criativos arranjos e com uma originalidade peculiar, que insinua no braço cadências eletrônicas a partir da combinação de percussões, instrumentos de sopro, programações e efeitos. O resultado é um som que ninguém fica parado: baiões ganham temperos contemporâneos, jungles, digamos, se abaionizam e o rock se anordestina nas densas levadas percussivas.

A pluralidade de influências direciona a banda desde seu tenro inicio, tornando-se evidente nas composições traços da música de Luiz Gonzaga, Quinteto Violado, Bandas cabaçais do Nordeste assim como Jimmy Hendrix, James brown, os eletrônicos Cristal Method ou ainda o jungle de Asia Dub Foundation.

O SoulZé lançou o seu primeiro álbum, o Lab SZ , em outubro de 2003 e agora acaba de lançar o primeiro clipe, Cabelo, produzido e dirigido pelo Bijari de São Paulo. O Show Lab SZ foi eleito um dos mais expressivos espetáculos do programa Prata da Casa, fazendo parte da II Bienal do SESC POMPÉIA , em agosto de 2004.

1. Poeira (1:03)
2. Mandacarú (3:05)
3. Caboré Ducôco (2:50)
4. Uma Tocaia (1:39)
5. Arrancando Estaca (2:36)
6. Baião Denso (4:22)
7. Cachoeira Do Boi-Morto (4:44)
8. Cabelo (3:26)
9. O Encontro Insólito De Soulzé Com O ET Abdias (3:52)
10. País Nordestino (4:41)
11. De Quem É Essa Terra? (4:18)
12. Cybercangaceiro (3:32)
13. Poeira (Cabeçal) (1:07)
14. Cabelo (Drum'n Bass) (3:23)

web do SoulZé

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sexta-feira, 27 de março de 2009

Sambasonics (2005 - Jorge Ben Beat)

A Banda Sambasonics surge em 2001 como uma nova alternativa no cenário musical paulistano. Incorpora em seu trabalho elementos de samba e groove, reinventando para a nova geração a sonoridade samba-rock da música brasileira dos anos 60/70. Tem como influências musicais uma gama de artistas que embalavam os bailes de balanço e samba-rock como por exemplo : Os Originais do Samba, Trio Mocotó, Grupo Pau Brasil, Copa 7, Ed Lincoln, Wilson Simonal, Luis Vagner, Jorge Ben,Tim Maia, Bedeu, Turma da Pilantragem entre outros.

A banda elabora assim um estilo próprio desvinculado de rótulos, destacando-se pela originalidade do seu repertório, o carisma de sua cantora e a alegria contagiante do percussionista Rubinho Lima.

1. Umbabarauma +++ (5:13)
2. Taj Mahal (3:39)
3. Zazueira (3:53)
4. Forca Bruta (4:48)
5. Pais Tropical (4:06)
6. Que Maravilha (6:24)
7. Rita Jeep (3:22)
8. Achados E Perdidos (4:20)
9. Mas Que Nada +++ (2:57)
10. W Brasil - Do Leme Ao Pontal ++ (6:35)
11. Take it Easy My Brother Charles (3:46)
12. Que Pena (3:30)
13. Minha Teimosia - Os Alquimistas Estao Chegando (4:00)


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Bloco carnavalesco Quanta Ladeira

Bloco carnavalesco Quanta Ladeira: conhecido por reunir músicos pernambucanos de peso, como Lenine, Lula Queiroga, Luck Luciano, Silvério Pessoa e Zé da Flauta, sempre conta com participações especialíssimas de Pedro Luís (da Parede), entre outros nomes da música nacional.

Durante o carnaval a concentração acontece no Recbeat (Recife Antigo), de tarde. As músicas são acompanhadas pelo Batuque Usina. As letras surgem em cima de melodias já batidas que, em geral, estão em evidência no carnaval.

"Quanta ladeira... Olinda quanta ladeira..."

Download / Quanta Ladeira 2009

Download / Quanta Ladeira 2008

domingo, 22 de março de 2009

Los Sebosos Postizos (2004 - Noites do Bem)

Foto: Léo Eloy

Los Sebosos Postizos é a banda paralela que nasceu da junção de parte da Nação Zumbi com o Bactéria (tecladista da Mundo Livre SA), fez algumas participações em discos do Instituto, na trilha sonora do Amarelo Manga,e nos discos da própria Nação Zumbi.Nessas faixas gravadas ao vivo no show "Noite do Ben" o grupo toca só sons do Jorge Ben (tá bom, tem um beattles ali no meio), da fase sem o Jor. Som fodástico que só se entende ouvindo. Esse pacote é cortesia da comunidade D´O Dilúvio e foi gravado na apresentação do grupo na "Noite do Ben" no Sesc de SP. Minha preferida é a "CInco minutos", música do Ben de fazer chorar, aqui com uma guitarra com cara de Little Wing do mestre Hendrix. Sem palavras, só ouvindo...

1. Zumbi (4:27)
2. Jovem Samba (3:03)
3. O Nascimento de um Principe Africano (3:47)
4. O Homem da Gravata Florida (4:24)
5. Vou Andando (3:30)
6. Quero Esquecer Você (2:20)
7. Rosa, Menina Rosa (4:25)
8. Umbabarauma (5:30)
9. A Tamba / Rosa, Mas Que Nada (7:27)
10. Comanche (3:27)
11. Domingaz (3:34)
12. Frases (3:20)
13. Charles Jr. (5:18)
14. Por Causa de Você (2:09)
15. Gimbo (3:05)
16. Toda Colorida (4:20)
17. telefone tocou novamente (4:20)
18. new broom.mp3 (5:46)
19. Tomorrow Never Knows (5:20)
20. Cinco Minutos (3:57)

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quinta-feira, 19 de março de 2009

Márcio Local (2008 - Samba sem nenhum problema)

Márcio é a versão 2008 do estilo do samba-swingue de Benjor, Seu Jorge, Trio Mocotó e Wilson Simonal. Numa co-produção de Mário Caldato e Armando Pittigliani, mixado e masterizado em Los Angeles, o CD traz 10 músicas de sua autoria. marcio já teve 3 de suas composições gravadas pela cantora Paula Lima.

1. Ela não tá nem ai (2:56)
2. samba sem nenhum problema (2:53)
3. preta luxo (3:45)
4. happy end (3:23)
5. suingue dominou (3:55)
6. represento (3:16)
7. sentimento rei (3:30)
8. minha rosa (3:58)
9. resgate (3:56)
10. soul do samba (3:19)
11. quem pode pode (3:18)

Web do Márcio Local


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quarta-feira, 18 de março de 2009

Reajelo Quartet (2003 - Kinobox)

Realejo Quartet é uma banda de Acid Jazz do Ceará. Do Ceará? É caralho, do Ceará!!! A banda mostra que o Ceará tem muito mais que belas praias, sol e cerveja gelada com sossego.

Formada por Danilo Carvalho, Dustan Gallas, Rian Batista e Denilson Lopes, a banda toca um Jazz improvisado pendendo para a linha do Acid Jazz. Kinobox foi todo gravado e produzido pelo próprio grupo, que além de grandes músicos, se mostram ótimos produtores. Mais legal ainda é que no disco original, ainda rola uma apresentação interativa com informações, fotos e um video clipe, fora a qualidade de gravação simplesmente impecável.

Uma curiosidade é que a faixa "Insensatez", originalmente gravada por Tom e Vinicius, foi licenciada e lançada na Europa através da coletânia "Boss-a-troniq Vol.2", com algumas bandas tocando "new bossa".

Isso sim é um trampo de qualidade! Enquanto a gente vê uma penca de banda gringa com cdzinho meia boca que não rola nem um encarte legal ainda cobrando o olho da cara pelo disco. Isso mostra que devemos valorizar ainda mais nomes como Meirelles, Tom Jobim, Zimbo Trio, Hermeto Pascoal, Raul de Souza, Eumir Deodato, João Donato, Bocato....e porque não o Realejo Quartet?

Para os fãs de Juju Orchestra (boa pedida para os próximos posts), Saint German, Raul de Souza & Claire Michael Group.

01 Play
02 Georgia
03 Verão de 72
04 Tico Tico
05 Urbano
06 Karlsplatz
07 Tropic´n blues
08 Infants
09 Café da Praia
10 Samba de Vez
11 Kinobox
12 Insensatez

Web do Realejo Quartet

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terça-feira, 17 de março de 2009

DJ precisa de diploma? Saiba tudo sobre a nova lei que pode entrar em vigor

Na semana passada, o projeto de lei proposto pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP) para regularizar a profissão de DJ gerou polêmica. Basicamente o texto, elaborado em 2007, sugere que todo DJ precisa de um diploma para exercer seu trabalho.

A lei está em trâmites no Senado. Ela já foi aprovada pela Comissão de Cultura, Educação e Esporte. Mas, para entrar em vigor, precisa ainda passar por uma votação no plenário do Senado, depois pela Câmara dos Deputados. A última etapa é receber a sanção do presidente da República.

Vários artigos compõem o projeto do senador. Entre eles, três chamam mais a atenção:

- Todo DJ terá que possuir um registro prévio na Delegacia Regional do Trabalho do Ministério do Trabalho, para exercer a profissão.

- O DJ terá que apresentar seu diploma de um curso profissionalizante reconhecido pelo MEC. Também precisará de um atestado de capacitação profissional que será fornecido pelo próprio sindicato.

- Todo evento que tiver um DJ estrangeiro, ele terá que ter, obrigatoriamente, 70% da participação de DJs nacionais.

Divergências

A proposta do senador dividiu a opinião de diversas pessoas que trabalham na área. O coletivo Jurassic Soundsystem, composto por cinco DJs paulistas, dizem não concordarem com a exigência do diploma. “A discotecagem é algo que se descobre, não que se aprende na marra. Cada DJ tem o seu estilo, a sua particularidade, que não dá para ser ensinado em cursos. Então quer dizer que agora todos terão que se adequar a certos padrões a serem ensinados em uma faculdade?”, questiona o grupo.

Para eles, se a profissão for regularizada, não garantirá “respeito” aos DJs. “Muita gente começou nesse meio por hobby, tomou gosto pela coisa e a partir de então, começou a ser profissional, ganhar respeito e ter seu espaço. Não é o diploma que garantirá isso”, afirmam.

Em contraponto, o DJ e produtor Freddy Vieira, julga que a iniciativa é “positiva”, apesar da lei apresentar muitas falhas. “O trabalho de um DJ é muito mais do que saber usar os equipamentos e colocar músicas para galera dançar, não é algo que você possa fazer como hobby, exige dedicação e tempo. Ainda mais se você trabalhar como produtor”, diz Freddy. Para o DJ, o que falta

Sobre a cota de DJs nacionais, Freddy afirma que ela é importante para valorizar os profissionais brasileiros, mas discorda quanto à porcentagem. “Pode trazer alguns problemas para o negócio em geral. Eventos com artistas internacionais têm mais apelo comercial e levam mais público. Isso faz com que os eventos sejam maiores e isso gera maior receita. É preciso sim valorizar os profissionais brasileiros, mas não sei se esse limite de 30% de artistas internacionais é a melhor forma”, ressalta.

por Luciana Fracchetta

Fonte: Web da MTV

DJ Tata (RJ) - "Da raiz ao chip"

A DJ, percussionista e produtora musical Tata Accioly pesquisa, desde 1998, a música brasileira, os ritmos ancestrais africanos, as sonoridades ritualísticas indígenas e sempre foi apaixonada pela música eletrônica. Ao longo destes dez anos construiu uma sonoridade para seus sets denominada "Da raiz ao chip"

1. Fragmentos (5:01)
2. Guanabara (5:05)
3. Set Da Raiz Ao Chip 2009 (19:31)
4. Êxodo Urbano (4:46)

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DJ Riffs - Brazilindie (mixtape promocional)


DJ RIFFS a.k.a. Mário Jr : Baiano, Historiador, Pesquisador e Ativista Cultural desenvolve estudos culturais sobre a Cultura Musical, Produção e Difusão da Música através dos domínios da tecnologia e dos aspectos criativos que implicam na produção musical no universo da Cibercultura.
Em 2008 foi instruído pelo Pragatecno, Passando a praticar o Djing dos seus objetos de estudos, mesclando os mais diversos ritmos da música Indie produzida na Bahia e no Brasil. .Sempre priorizando a produção independente nos seus sets passeiam as mais diferentes influências musicais e experimentações sonoras, com “RIFFS” e BEATS marcantes que vão do Afrobeat, Dub, Samba Rock, Indie Rock e Música Brasileira.

Mixtape Brazilian Indie Music
Nessa primeira Mixtape DJ RIFFS passeia por sonoridades quem em suas características tem nas suas bases de samples e texturas elementos da música africana e música regional. Destacando acima de tudo uma nova produção que vem surgindo na região nordeste do país, antenado com um revival do DUB Jamaicano e do Afrobeat de nomes como Fela Kuti, Tony Allen e Anti Balas Orquestra.

1. DJ Dolores – Deixa Falar
2. Buguinha DUB – Troça Adubada
3. Jorge Ben & Dead Prez – Shufflering e Shmiling
4. Chico Correa feat. Fernanda Cabral - Eu pisei na Pedra (DJ LK Remix)
5. Terreiro Circular – Cirandeiro
6. Mamelo Sound System – Rule The World
7. O Cumbuca – Frente à Igreja de Santana
8. Som Peba – Axé do Monstro
9. Mangaio – From The East
10. Mangaio - Trópicos

web do DJ Riffs

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segunda-feira, 16 de março de 2009

Udi e a Geral

UDI E A GERAL Banda formada em 2004 pelo cantor e compositor Udi Fagundes e pelos músicos Patrick Thomazini(baixo),João Vitor Rosa (bateria),Diego Lima(sax), Rafael Santos(teclado) e Jota Júnior(percussão). É uma das bandas que vem se destacando no cenário musical gaúcho. O som é uma mistura de influências que passam pelo samba rock, funk, reggae e música latina. A primeira música a ser gravada pela banda é "Samba para el Mundo" música que também tocou nas rádios européias divulgada pelo site musica do mundo, participou de eventos importantes como fórum social mundial, e o festival das artes da universidade do Rio de Janeiro no final de 2004. Em 2005 gravam sua primeira demo, "Batucada" que também foi divulgado no underground de Brasil, Argentina, Chile e México. No verão de 2006 a música "La Buena Negra" vira o hits do litoral sul catarinense e após voltarem da temporada gravam outra demo ao vivo e vão para a Argentina onde ficam por dois meses, tocam com músicos das bandas Sumo. Divididos, e lá Udi Fagundes faz abertura do show da banda Easy Stars All Stars juntamente com a banda Non Palidece. No verão de 2007 a banda foi a mais requisitada no litoral sul catarinense. Ainda neste ano a Banda teve o seu Clip " Fulano e a Busca " indicado para o Festival de Video Clips realizado em Gramado. No momento a banda esta em fase final da produção de seu primeiro cd.

web do Udi


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domingo, 8 de março de 2009

DNA apoia: A volta das Terças do Vinil

Após o recesso por conta do Carnaval, na cidade alta em Olinda, o projeto TERÇA DO VINIL, concebido e executado pelo DJ 440 está de volta. No toca disco, pérolas da música brasileira, no freezer, as cervejas mais geladas da cidade alta. O projeto começa sempre às 19hs, na Bogade de Véio, R.do Amparo - Olinda.

sábado, 7 de março de 2009

Leandro Sapucahy (2008 - Favela' Brasil)

Em Favela Brasil, o músico e produtor Leandro Sapucahy reivindica para a favela a condição de pólo gerador da cultura brasileira contemporânea. Gravado ao vivo na Fundição Progresso (RJ), o trabalho contou com a presença dos atores do grupo "Nós do Morro", - egressos da comunidade do Vidigal, com participação em filmes como "Cidade de Deus", "Era uma Vez" e "174", além de Arlindo Cruz, Leci Brandão, Marechal, Fernandinho Beat Box e Mc Marcinho.

1. Sujou/Numa Cidade Muito Longe Daqui (Polícia E Bandido) (5:34)
2. Aquele Abraço (2:16)
3. Só Faltou Você (Lado A Lado B) (3:36)
4. Tá Tranqüilo Shock (3:59)
5. Se Não Fosse O Samba/Malandragem Dá Um Tempo/A Semente (2:53)
6. Mano Guta (3:54)
7. Fui Bandido (4:11)
8. Bicho Solto (2:50)
9. Mais Um, Mais Uma (3:50)
10. Favela (3:16)
11. Tamu Junto (3:33)
12. Meu Nome É Favela (4:07)
13. O Dono E O Povo (3:49)
14. Problema Social (3:08)

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sexta-feira, 6 de março de 2009

Se ligue doido! Feira da Música 2009

Estão abertas as inscrições para a 8ª Feira da Música de Fortaleza, que esse ano acontece de 19 a 22 de agosto. Instrumentistas, cantores e bandas do Brasil e do exterior, dos mais diferentes gêneros, como rock, música eletrônica, jazz instrumental, hip hop, blues, MPB, entre outros, têm até o dia 20 de março para enviarem seus materiais. O anúncio da seleção está programado para a primeira semana de maio.

A ficha de inscrição está no site www.feiramusica. com.br. Depois de preenchida, o interessado deve levá-la para a Midiamix Comunicação, produção do evento, juntamente com um CD demo contendo, no mínimo, três músicas, ficha técnica com a relação dos músicos e instrumentos e um breve release.
O endereço para o envio é:

Rua Engenheiro Plácido Coelho Júnior, 180, Vicente Pinzon
Fortaleza - CE
CEP 60175-635
Contatos: (85)3262-5011 e secretaria@feiramus ica.com.br.

Pioneirismo

A Feira da Música é pioneira no País no âmbito da música independente. Lançada em 2002, o evento representa um importante pólo de discussão, divulgação e intercâmbio da produção musical, da indústria fonográfica, de instrumentos e equipamentos. Em sete anos, a Feira tem gerado soluções para a cadeia produtiva da música, contribuindo para a consolidação de uma rede nacional e abertura de um mercado internacional para a produção independente.

A programação da Feira da Música é variada e democrática. Ela atende o público apreciador, curiosos e profissionais do setor da música, por meio de feiras de equipamentos e instrumentos, encontros de negócios, palestras, workshops, oficinas, lançamentos de livros e CDs e shows, realizados em espaços abertos e gratuitos em diversos pontos da cidade.

Serviço:
Feira da Música 2009 - Inscrições abertas até o dia 20 de março para a Feira da Música de Fortaleza, que acontece de 19 a 22 de agosto.
Informações e inscrições:
Midiamix Comunicação
Rua Engenheiro Plácido Coelho Júnior, 180
Vicente Pinzón
Fortaleza, Ceará
CEP 60 175-635
Tel: (85) 3262.5011
Email: secretaria@feiramus ica.com.br
Site: www.feiramusica. com.br

Divulguem e inscrevam-se! !!

Thais Andrade
Caldeirão das Artes Produções Artísticas
Tel:(55 85) 3265.1477 / 9997.7378
Email: caldeiraodasartes@yahoo.com.br
Site: www.caldeiraodasartes.com.br

segunda-feira, 2 de março de 2009

Biosônica (2008)

A banda produz um som com uma linguagem urbana, atualizada e sem rótulo. Com tendências múltiplas, desenvolve uma sonoridade própria e autoral, buscando de cada instrumento o imaginário. Os riffs e o swing da guitarra dialogam com os sintetizadores e a um vocal expressivo. O baixo pulsante, somado a uma bateria cadenciada soa como a batida sincopada do coração, finalizando um som forte, psicodélico e dançante.

A concepção musical deste projeto começou quando Dante Costa (Voz) e Igor Caxixi (Bateria) resolveram compor letras e musicas com uma pegada mais universal e despretenciosa do que faziam antes. Igor e Dante, juntamente com Gabriel Dominguez (guitarra e guitarra baiana), eram integrantes da antiga banda Mano Véio. E para completar a catarse coletiva sonora eles convidaram Renato Nunes baixista da Diamba e DJ Mangaio da banda Lampirônicos.

O baixista Marcelo Santana botou os dedos de sua graça na gravação do CD de estréia da BioSônica.

A banda foi lançada em abril de 2007 e já dividiu o palco com nomes conhecidos do cenário independente nacional como os pernambucanos da banda Eddie e da banda Rogerman & Bonsucesso Samba Clube. Além dos parceiros locais como Sine Calmon, Rafael Pondé, Os My Friend, Pablo Grotto, Pirigulino Babilaki, Caxerê, Demoiselle, Clube da Malandragem e tantos outros artistas que fazem parte do cenário independente de nossa Soterópolis.

Web do Biosônica

1. Cabo Do Computador (3:58)
2. Cappuccino Abananado (3:39)
3. Ciranda No Pé Do Jacarandá (3:40)
4. Jogar Fora E Mudar (2:23)
5. A Perna Da Mentira (2:51)
6. Pedro Camará (2:28)
7. Agora E Aqui (3:07)
8. Céu Nublado (2:54)
9. Todo Mundo Tem Carro (4:56)
10. O Bicho Pegou (3:32)

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Zuco 103 (2000 - Outro Lado)

Zuco 103, grupo formado por três músicos de diferentes nacionalidades láaaa na Holanda... Os teclados de Stefan Schmid, Alemão, na bateria Stefan Kruger, Holandês e claro, claro, o vocal de... “Com vocês...” Lilian Vieira, brasileiríssima, ex-estudante de enfermagem, compositora e cantora. Depois de fazer barulho em diversas bandas de jazz durante um curso de canto na Universidade de Roterdã onde conheceu seus novos colegas de trabalho Lilian fundou o Zuco 103. Da mesma gravadora de Bebel Gilberto e BossaCucaNova, a belga Crammed, a trupe mistura house, maracatu, samba e elementos eletrônicos com um requinte que dá até gosto de ouvir. (musicoteca)

1. Humana
2. Brazilectro
3. Maracatu Atômico
4. Zabumba no Mar
5. Outro Lado
6. Fome Total
7. Um Coco
8. No Bar do Samba
9. Mana
10. Água Mineral
11. Organmezzo
12. Brasil 2000
13. Frustração
14. O Homem da Gravata Florida
15. Cujo & Cuja

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Dona Zefinha (2007 - Zefinha vai a feira)


No show "Zefinha vai à feira, o repertório é um ajustado de baião, cantoria de viola, toadas, marchas, batuques de candomblé, música caipira e samba. Ritmos e melodias diferentes se entendem em letras instigantes sobre conflitos urbanos sociais, tecnologia, globalização e consumismo exagerado.

Os músicos Orlângelo Leal (voz, marimbal, rabeca, viola e violão), Vanildo Franco, (Pífanos, vocal e percussão), Ângelo Márcio (Percussão, vocal e sax), Maninho (bateria), Paulo Orlando (percussão, performance e vocal), Joelia Braga (Percussão, vocal e figurinos) e Gerson Samuel (Trompete, flauta e violino) transitam entre o popular e o erudito, comédia e lirismo, urbano e rural, tradição e contemporaneidade.

Tirando sons de latas, caixotes de madeira e aparelhos eletrônicos o grupo investe numa forte percussão, baixo “groovante”, variedade de ritmos e melodias que remetem à música de raiz numa fusão atemporal, instigando a platéia com jogos de improvisação, vaias, delírios e performance, fascinante de assistir, ouvir e dançar. Os sons misturados combinam com o figurino colorido. Azul celeste, amarelo sol, verde floresta e vermelho sangue destacam as matizes primitivas da cultura popular com enfeites de detrito industrial e sucata tecnológica. A mistura de vozes, batidas, sonoridades e personagens exóticos, garante um show experimental e universal.

1. Bamba Do Sertão (2:28)
2. A Ladainha (3:37)
3. A Vaia (3:56)
4. Ciranda Do Mar (3:54)
5. O Furo (3:01)
6. O Nada (3:31)
7. O Penso (3:49)
8. Pêia Nos Caboco (3:05)
9. Que Papo É Esse (4:49)
10. Reino Da Iluminura (5:08)
11. Romance (3:48)
12. Zefinha Vai a Feira (2:50)
13. Baião Serrano (2:11)

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Alceu Valença desabafa:"A fuleiragem music vai destruir o Brasil lá fora"

Eis algumas das opiniões de Alceu Valença sobre a indústria da música e seus meios: FORA DAS FMs

"É um negócio complexo para a minha pessoa, porque faz muito tempo que aconteceu isso. Fiz parte da destruição da MPB. Ela foi destruída por gravadoras. Eles quiseram, além de ganhar o dinheiro do que eles vendiam, o direito autoral do artista. Ofereciam música aos artistas para o direito autoral ir para a gravadora. Na RCA, eles tinham várias pessoas que compunham para os artistas. Depois que fiz Estação da luz, eles me ofereceram uma música para eu gravar e não aceitei. Deixaram de botar minha música para tocar. Um clipe que fiz pra Globo, eles tiraram. Então resolvi mandar as gravadoras para a puta que pariu".

PORTUGAL

"Nós do Brasil somos escrotos com Portugal. A gente fala da nossa africanidade, com toda razão, porque ela está presente. Fala-se da nossa coisa indígena. Ninguém fala em Portugal, incrível.
Portugal trouxe pra cá o trovador, trouxe pastoril, o fado, músicas juninas, e ninguém fala nisso?"

GIL, O MINISTRO

"Gil não fez absolutamente nada pela MPB. O ministério dele foi melhor do que o de Weffort, Ponto de Cultura é um negócio bacana. Mas música brasileira nada. Não vi nem uma vez ele fazer um esforço e levar todo mundo lá para fora. Houve esforço para levar ele. Eu tentei levar, fiz um projeto para levar todo mundo, o Brasil Novo Tempo, mas não deu certo. O Brasil está sendo
divulgado lá fora por um tipo de música canalha! Mas pense o Brasil divulgado pela coisa bonita brasileira, pela sua identidade. Porque os gringos são apaixonados pelo samba, pelo choro. O mundo gosta do Brasil, mas o Brasil não gosta de se mostrar pro mundo".

COMPLÔ

"Tenho quase certeza de que a destruição da música brasileira foi um movimento que veio do Departamento de Estado e Propaganda dos Estados Unidos. Não posso entender, como é que você pode destruir uma indústria de um bilhão de dólares? A MPB dava 800 bilhões de dólares. A MPB de qualidade era detentora de 80% do mercado de música brasileira. Os caras chegaram e trocaram Chico Buarque por Ursinho blau blau. Em 1986, tudo acabou. Dentro da minha loucura eu digo
o seguinte: isto se deve à queda da ditadura. A MPB era contra a ditadura. Então ficaram com medo de uma nova Cuba, pela influência desses artistas de esquerda. Quem ouviu Bethânia, Chico, Milton tocar depois de 86? Tudo isso podia até ter acontecido, de uma maneira mais vagarosa. De repente caiu tudo, e veio outra coisa".

FULEIRAGEM MUSIC

"Eles são absolutamente negociantes. A fuleiragem music vai destruir o Brasil lá fora, porque o axé destruiu a imagem de música de qualidade que se tinha do Brasil. Existia na Europa a boa música brasileira. Só iam para Europa os tampas de crush, Caetano, Chico, Gil, Milton. O besta aqui foi muitas vezes. Tinha um tipo de público do cacete. Aí, quando entrou o axé, a fuleiragem, sabe qual o público desta música? Quenga. A fuleiragem aconteceu, mas será que são os músicos que fazem a música? Quem faz é o cara que não gosta de música, mas sabe trabalhar a coisa, contrata uns caras, o jabaculê come por todos os lados, mas não se faz arte".

Fonte: Entrevista publicada no Jornal do Comercio, Recife Pe, em fevereiro 2009.