sábado, 30 de maio de 2009

Rodamundo (2008 - Rodamundo)

Rodamundo traz para o universo musical sua originalidade, misturando as batidas de jazz, blues, bossa, rock, soul, muita música brasileira e uma pitada de psicodelismo. E assim transforma o que parece convencional em uma viagem sonora imprevisível.

É um projeto que explora os sons com criatividade e faz do show uma emocionante celebração musical.

1. A Busca (4:58)
2. Som de Mar (5:58)
3. Teu Cais (5:54)
4. Farsa (5:07)
5. Margeado (5:22)

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terça-feira, 26 de maio de 2009

Benedito do Rojão

Quem escuta gente do nipe de Benedito do Rojão, sente que a cena musical nordestina não é apenas formada pelos grandes nomes como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos e tantos outros. Confira...

1. Aonde Eu Chegar Tem Forro (2:52)
2. Beijo-Da-Jovelina (3:42)
3. Leva-Eu-Morena (2:53)
4. Campina-Grande (2:58)
5. Recado-De-Mulher (3:23)
6. Se-Deus-Quiser (3:00)
7. Triste-Coracao (3:27)
8. vou-Para-Rio (3:18)
9. Vou-Pra-Casa-De-Ze (3:11)

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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Lia de Itamaracá (2008 - Ciranda de Ritmos)

Quando se fala em Lia de Itamaracá, a sensação que se tem é que se está falando de uma lenda do folclore nordestino. Lia, com sua voz forte e com a imponência de seus 1,80 m de altura é, de fato, uma figura marcante, patrimônio vivo do estado de Pernambuco, mas longe de ser comparada a algo que está parado no tempo ou personagem de museu como muitos ainda teimam em entender a cultura popular nordestina. Ciranda de Ritmos, seu mais novo trabalho, como o próprio nome já sugere, apresenta uma diversidade de sonoridades e prova que o trabalho de Lia pode conter inovações e incursões em vários ritmos.

A preta cirandeira – apelido dado carinhosamente por Neres e Saúde, compositores de cirandas - tem gravados um lp, em 1977, e um cd em 2000. Neste segundo cd, Ciranda de Ritmos, Lia mostra cocos, maracatus, frevos e maxixes, mas não deixa de lado a música que a consagrou Quem me deu foi Lia, da autoria de Antonio Baracho.

Ciranda de Ritmos é patrocinado pela Petrobrás, através da lei de incentivo federal e tem direção musical de Carlos Zens; o trabalho conta também com a participação de Pedro Paulo, mestre potiguar de cavaquinho e violão de seis cordas; índios da tribo fulni-ô, de Águas Belas; Maestro Ademir Araújo e os músicos da Banda Sinfônica do Recife; Seu Luiz Paixão, mestre rabequeiro da Zona da Mata de Pernambuco; As Filhas de Baracho, Severina e Dulce, que fizeram vocal para Lia em quase todas as faixas; e destaque ainda para Bezerra do Sax, músico que acompanhou Lia por trinta e cinco anos e é autor de seis das catorze faixas do novo cd da rainha da ciranda. A arte do CD é da designer Daniela Brilhante.

Lia na ciranda é um clássico daqueles que conseguem emocionar quem assiste ao show, ouve o cd ou participa de sua roda de ciranda; é daquelas que impressionam pela força de sua voz, pela beleza de seu canto. Quando lembramos de ciranda, é quase impossível dissociar da imagem da imponente Lia de Itamaracá.

1. Dança do povo (3:15)
2. Quem me deu foi Lia / Moça namoradeira (5:32)
3. A vizihna (3:41)
4. Morena de Pernambuco (3:26)
5. Coco limoeiro / Baralho (4:32)
6. Mamae oxum (2:37)
7. Verde mar de navigar (4:25)
8. Ciranda feiticeira / Ciranda nova / Santa Teresa (6:13)
9. Balança moreno cirandeiro / Marinheiro samba (5:41)
10. Coco meu barco velou / O passarinho (6:26)
11. Cirandando pela praia (3:37)
12. Essa ciranda é minha (3:01)
13. Recife (3:31)
14. Moreno Dengoso (2:53)

*post enviado por Guizz, da França

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domingo, 24 de maio de 2009

S.U.P.R.A. Vida Secular (2008 - Ritmada Eloqüência Poética - Vol. I: EP)

S.U.P.R.A. Vida Secular! é um projeto musical filosófico que une samba, jazz, rep e rock, com influências de folclore brasileiro e música sinfônica. Criado e liderado pelo cantor, repeador e compositor Gustavo "Gêiser" Nobio, o "sistema de som que propaga lirismo melódico, rimas contundentes e batidas contagiantes" surgiu em 2004, na cidade de Niterói, inspirado nas visões das coisas simples do cotidiano, ponto de partida para a elaboração de todo o conceito artístico.

Inquieto e questionador como sempre foi, o artista começou a dar vazão às suas aspirações para a arte da música no início da década de 1990, ao compor suas primeiras letras.

Sua evolução como letrista e melodista aconteceu de modo gradativo e natural; os anos se encarregaram de pavimentar o caminho da experiência até chegar ao estágio atual, tendo ainda muito a percorrer. Gêiser - fonte que jorra talento e criatividade - é um atento observador da vida que segundo ele é suprema unicamente, porém rígida absolutamente, cheia de esperanças, desilusões, vitórias e fracassos; onde a vivência proporciona sabedoria, pois a escola do mundo é secular!

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sábado, 23 de maio de 2009

Profiterolis (2009 - Pare e Siga)

1. O Herói da Estória (4:06)
2. Astros e Estrelas (4:17)
3. Toma o Tempo Todo Pra Você (2:30)
4. Si (1:11)
5. Pare-Siga-Atenção (4:11)
6. Laço de Fita (3:46)
7. Uma Vida Calma (4:27)
8. Linha Reta (6:23)
9. Sapatos Coloridos [ao vivo] (5:06)
10. Doce e Salgado [ao vivo] (3:57)
11. O Troco [ao vivo] (3:57)
12. Licor de Jenipapo [ao vivo] (8:17)

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terça-feira, 19 de maio de 2009

Graveola e o Lixo Polifônico

Graveola e o lixo polifônico é uma oficina de experimentação, uma caixa de possibilidades poético-sonoras. São improvisadores capengas, falsários poliformes: tudo é referência na colagem musical do grupo. Das aproximações insólitas, o choque. Reagem os nomes: estética do plágio, pós-tropicalismo, culinária sonora, barroco-beat. Para além dos inúmeros rótulos auto-intitulados, mais importa a fertilidade plástica das imagens da lixofonia, o infindável e redobrável slogan que lhes constitui a lírica. Dos sotaques refinados ao kitsch, o lixo polifônico sequestra a legibilidade vomitada do pop e incorpora tudo ou qualquer coisa como ferramenta sonora, mistura o fino e o grosso a ponto de torná-los indistinguíveis. “Eis o liquidificador, o totem”

1. outro modo (4:07)
2. supra sonho (4:02)
3. samba de outro lugar (5:02)
4. antes do azul (papará) (5:31)
5. amaciar dureza (4:09)
6. ensolarado (6:34)
7. dois lados da canção (4:48)
8. do alto (7:39)
9. o quarto 417 (as aventuras de dioni lixus) (4:20)
10. benzinho (3:28)
11. insensatez, a mulher que fez (2:23)
12. chico buarque de hollanda vai à copa de 2006 (1:54)
13. cidade (10:56)

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[Sextas] Samba-Rock no Quintal do Lima



[Sexta] Olinda Celebrai

segunda-feira, 18 de maio de 2009

[Película] Ninguém sabe o duro que dei

História da ascensão e queda de Wilson Simonal (1939-2000), cantor que conseguiu status de estrela numa época em que no Brasil isso era raridade para artistas negros. De origem humilde, ele ganhou destaque na televisão nos anos de 1960, rivalizando com o domínio de Roberto Carlos e outros ídolos da Jovem Guarda. No auge da fama, dividiu o palco com a cantora Sarah Vaughan, em visita ao Brasil. Acompanhou a seleção brasileira ao México na conquista do tricampeonato, em 1970, e até arriscou a reflexão política sobre a negritude, na canção "Tributo a Martin Luther King", composta em parceria com Ronaldo Bôscoli. Um incidente nunca esclarecido, envolvendo agentes do DOPS e um ex-empregado seu, lançaram sobre ele um processo criminal e a suspeita de que fosse delator para as forças de repressão.



Web oficial do filme

sábado, 16 de maio de 2009

Mula Manca e a Fabulosa Figura (2007 - Amor e Pastel)

Mula Manca & a Fabulosa Figura é uma ilimitada comunidade de música, arte e afeto. A idéia teve início no primeiro encontro entre Tibério Azul (voz, violão e canções) e Castor Luiz (voz, piano e canções), logo seguidos por Dom Angelo (guitarra) e Bruno Cupim (percussão). Ao longo da trajetória em busca de harmonia e sossego, o grupo já transitou por diversos espaços, festivais, jornais, cidades, pessoas. A maior atividade hoje é a música. Uma música delicada, forte – com suavidades sinceras e letras flutuantes. Os integrantes buscam qualidade, honestidade e atenção. Atenção as coisas que nos cercam – o café da manhã comido as pressas, o trajeto do ônibus lotado, um abraço, o som das folhas das árvores, o engraçado barulho da espuma das ondas do mar quando acaba na areia. Atenção as coisas que nos alimentam e nos preenchem. Atenção as nós mesmos. A Fabulosa Figura é um sonho acordado onde qualquer um que ouça e diga “o meu coração entendeu” já é parte dele.

1. Se Lavo Lavú
2. Blond Girl
3. Outro Par
4. Dinheiro
5. Loteria
6. Escravo
7. Fórmula 1
8. Aquela Rosa (Cecília)
9. Deita Aqui
10. Animal
11. Terra, Água E Sal
12. Paletó
13. Varanda
14. Pé no Chão
15. Arrepio

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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Thalma de Freitas (2004 - EP)

Thalma de Freitas (Rio de Janeiro, 14 de maio de 1974) é uma atriz e cantora brasileira. Carreira Como atriz Freitas atuou em diversas novelas entre elas Laços de Família, O Clone, Kubanacan, Começar de Novo, Bang Bang e dois filmes: "O Xangô de Baker Street" de Miguel Faria Jr., interpretanto Ana Candelária, a namorada brasileira de Sherlock Holmes e "Filhas do Vento" de Joel Zito Araújo, interpretando a primeira fase de Jú. Por esse trabalho Thalma dividiu com Tais Araújo o kikito de melhor atriz coadjuvante no festival de cinema de Gramado.

A cantora é filha do pianista, arranjador, compositor e maestro Laércio de Freitas. Aos dezessete anos de idade, começou a se apresentar como cantora em bares de São Paulo. Posteriormente, apresentou-se em bares cariocas, como o Copérnico, interpretando composições de autores da nova geração da MPB, como Paulinho Moska, Seu Jorge e Adriana Calcanhoto. Freitas também atuou no projeto Humaitá pra Peixe.

Em 2004, lançou seu único CD solo, com canções clássicas como "Doce de coco" (de Jacob do Bandolim e Hermínio Bello de Carvalho), "Beija-me" (Roberto Martins e Mário Rossi) e contemporâneas, como "Tranqüilo" (de Kassin) e "Cordeiro de Nanã" (Mateus e Dadinho), que foi escolhida para compor a trilha sonora da telenovela "Senhora do Destino". Seu pai, Laércio de Freitas, participou do álbum ao piano junto a outros luminares do samba carioca, como Wilson das Neves (bateria) e Bebeto (contrabaixo). Thalma de Freitas também atua como crooner da "megabanda" Orquestra Imperial.

1. A Voz do Coração (5:06)
2. Beija-me (3:11)
3. Cordeiro de Nanã (3:10)
4. Doce de Côco (4:18)
5. O Samba Taí (2:42)
6. O Último Malandro (bônus) (5:53)
7. Saudade Sem Querer (bônus) (4:06)

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terça-feira, 12 de maio de 2009

Independência ou Marte (Mixtapes promocionais)

O Independência ou Marte é um projeto multimidiático, dedicado à música contemporânea brasileira que acredita que a arte e a comunicação necessitam transmitir ideais de transformações sociais e inovações estéticas que sejam coerentes com o desenvolvimento deste cenário cultural.

O projeto começou na Rádio UFSCar como um programa semanal ao vivo que está no ar desde junho de 2007. Dentro de suas duas horas de duração, as pesquisas buscam contemplar a diversidade da cena musical das diversas regiões do país, sem se direcionar a algum gênero pré-estabelecido. Para isso, também faz parte das pautas do programa, a conexão com os mais diversos coletivos e organizações do país, seja através de entrevistas ou até mesmo de cobertura e divulgação dos principais eventos e festivais que estão em consonância com essa forma de produção

Um espaço de destaque dentro do projeto, são as Transmissões Independentes, performances ao vivo nos estúdios da emissora. Além de ser veiculado no rádio FM e na internet, o material foi compilado no fonograma (SMD) Transmissões Independentes Vol.1, que registra as experiências do primeiro ano de trabalho.

Os artistas de São Carlos e região também possuem espaços garantidos dentro do programa, com entrevistas e participações ao vivo, em quadros específicos que buscam fortalecer o potencial de sua cena local.

A Festa teve início em Março de 2008, com o intuito de gerar um circuito regional, e fazer o intercâmbio de conhecimento e pensamento com bandas de diferentes estados do país. Foi a partir deste evento também, que os apresentadores do programa passaram a apresentar a Dicotecagem Radiofônica, colocando na pista o melhor de suas seleções, com as pesquisas na música contemporânea brasileira.

Nas festas, também começaram os videoclipes documentais, realizados pelos diretores do programa, que mesclam as gravações das versões na Rádio UFSCar com a performance dos artistas no palco, além da percepção do evento, das pessoas, e da criação de narrativas possíveis a partir do contexto criado. A série de videos produzidos, fotos e outros materiais sonoros foram compilados no DVD Radiografia 2007/2008, com previsão de lançamento para junho de 2009.

Na Internet, o Independência ou Marte criou espaços para a extensão de sua produção. Através do Blog, do Myspace e de um perfil no Orkut, as fotos e os vídeos realizados passaram a ser publicados, juntamente com resenhas de discos, cobertura de festivais e comentários sobre as experiências vividas em um contexto nacional e sobre cada programa realizado, que além de transmitido, também fica disponível para download. Além disso, o projeto é integrado ao Circuito Fora do Eixo, e colabora diretamente com a produção de conteúdo do portal desta rede.

Em sua nova fase, o projeto propõe agora a sua Oficina de Produção Radiofônica, com modelos de formação e fruição na área de rádio, onde através das tecnologias e conteúdos que foram desenvolvidos na prática do projeto, buscam-se novos conceitos e dinâmicas coletivas sistematizadas para a prática em comunicação.

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segunda-feira, 11 de maio de 2009

DJ Erich Monteiro

Ex-publicitário, ex-jornalista, o carioca Erich Monteiro (residindo em Belo Horizonte desde fevereiro de 2008) resolveu largar a vida nos escritórios, se tornar produtor de festas e, consequentemente, virar DJ especializado em repertórios temáticos: no caso, a música brasileira (MPB, pop, samba, remixes), o flashback dos anos 60 e 70, o pop/rock dos anos 80 e o rock n’roll de todos os tempos, possuindo também sets de lounge e house.

Assim que chegou a BH, Erich de imediato assumiu os intervalos de shows da casa de espetáculos Freegells Music (atual Music Hall), discotecando em shows de MPB, rock, samba e até tango! Ao mesmo tempo, foi convidado a dividir a cabine de som com os DJs residentes do Paco Pigalle Bar, casa voltada para a música latina, árabe, africana e, claro, brasileira. Também apresentou-se em locais como A Obra, Em Nome do Santo, Sari Lounge Café, Lapa Multshow, Estação Contorno, Social Bar, Obar, La Tosqueria, Zep Tep, Manni Lounge Gourmet e na festa Sambacana Groove. Também foi um dos criadores e produtores do projeto Circuito BH DJ Sessions, que levou a dez bares da cidade música ambiente de qualidade nos meses de dezembro 2008 e janeiro 2009. Atualmente, fixou residência nas sextas-feiras do Major Lock Pub dentro do projeto Major Rock, onde divide a noite com shows de bandas alternativas, e continua se apresentando em datas esporádicas no Music Hall e no Paco Pigalle.

Além das casas citadas, Erich está em fase de produção de sua festa exclusiva de música brasileira Cassino Brasil, que entre 2003 e 2007 foi realizada em Juiz de Fora (onde morou por 7 anos) desde em pequenos bares como o Café Muzik até em grandes clubes como o Privilège. Aliás, foi justamente no Muzik que Erich destacou-se como DJ residente da principal roda de samba de JF, tocando um repertório exclusivamente brasileiro – o único na cidade. Em JF, Erich também foi DJ de locais como Cenário Bar, Cultural Bar, Café Acústico, Espaço Mezcla, Bar da Fábrica, Zeppelin Pub, Aero Pub, Zig Café, entre vários outros. Fora de JF, já se apresentou em cidades como Rio de Janeiro (festa Brazooka), São Paulo (festa Jive), Brasília (festa Criolina) e em cidades históricas como Ouro Preto (Rock Bier Pub), São João Del Rei (São Jorge Bar Divertido) e Tiradentes (festa Bicho Solto, durante a Mostra de Cinema).

Finalizando, Erich também já foi convidado para discotecar em festivais (JF Music Fest, com shows de Nando Reis e Frejat), casamentos (Helena Barone, apresentadora da TV Alterosa), aniversários (Narrimann Sible, repórter da TV Globo Minas) e de empresas (50 anos da Tetra Pak), além de várias outras festas e eventos particulares ou corporativos.

- Brasil 80 (rock anos 80): Download
- Brasil Na Pista (dance music): Download
- Cassino Brasil (brasilidades atuais e contemporâneas): Download
- Samba di Buteco (só das antigas): Download
- Samba Rock 2000 (nomes atuais do sambalanço): Download

DJ Uilson (Feita Para Dançar vol.01)


Pesquisador musicar,colecionador de discos de vinyl e Dj,è nessa orden que Dj Uilosn se apresenta,tocando profissionalmente a 8 anos Uilson vem se apresentando em festas em todo o Brasil e América Latina.

Seu Sets valoriza sempre a musica brasileira negra, com influencia do funk e o jazz americano,suas referencias são Paulinho da Costa,Raul de Souza ,Tim Maia,Banda Black Rio,Carlos Dafé entre outros.

Já se apresentou em varias festas no Brasil qual esse tema é valorizado,no ano de 2008 se presentou na Argentina e este ano retornou e tamben se apresentou no Uruguay.

A convite do site http://www.mojoknights.com da Suiça preparou a mixtape Bregas & novelas,somente com temas de novelas da decada de 70. Mantem o blog ww.djuilson.blogspot.com que disponibiliza musica de qualidade e ja passa dos 100 mil acessos. Mantén o Podcast www.djuilson.podcast.com com suas mixtapes.

MPB-4 – Bom Dia, Boa Tarde Boa Noite (Jorge Ben )
Lino Crizz & Gueto Jam – Zamba Bem (Marku Ribas)
Walter Queiroz – Bahianita (Walter Queiroz)
Tim Maia – Meu Samba (Tim Maia)
Trama e os Pagodeiros do Largo do Estácio – Mangione – Balanço do Navio (Sonia Amaral – Piteira)
Bebeto – Água Marinha (Bebeto/Aluisio/Rubens)
Bebeto - A Beleza e Você Menina ( Bebeto/ Rubens)
Bebeto - Menina Carolina (Bedeu / Leleco Telles )
Bebeto – Flamengão – (Bebeto/Ney Velloso)
Bebeto – Segura a Nega – (Luiz Wagner/ Bebeto )
Bebeto – Princesa Negra de Angola ( Bebeto/Dhema)
Sambasonics – Balança a Pema (Jorge Bem )
Marku Ribas e Erasmo Carlos – Beira d´Agua ( A Festa ) – ( Marku Ribas / Erasmo Carlos)
Chocolate da Bahia – Roda de Samba ( Nelson Balão/Israel Miranda/Chocolate da Bahia)
Aparecida – Tereza Aragão –( Aparecida )
Diplomatas do Samba – Tocador Quer Beber – ( Jorge Costa )
Aparecida – Se Segura Zé – (Zeca Melodia/ Kacik )
Grupo Favela – Mamão Com Açúcar ( Wilson Moreira )
A Fantástica Bateria – Ritmo Manhoso ( Ritinho e Rivinha )
Jorge Ben – Katarina, Katarina (Jorge Ben)
Mestre Carlão- To Doidão ( Mestre Carlão )
Jorge Ben e Gilberto Gil – Quem Mandou (Pé Na Estrada) (Jorge Ben e Gilberto Gil)
Airto Moreira – Circo Marimbondo ( Airto Moreira)
Trio Mocotó e Jorge Ben – Coisa Nostra (Jorge Ben)
Trio Melodia - Cobra Má
Bolão e Seus Rocketes - Midnighter ( Dave Burgees)
Oliveira e Seus Black Boys – Dang-Dang ( Jean Rolle-Guy Dovan)
Brenda Lee – It´s Not Usual
Nelson Riddle - Uptown Dance ( Claus Ogerman)

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Profiterolis (2009 - EP)

O grupo pernambucano Profiterolis teve projeto de gravação de disco e turnê contemplados pela edição anterior do Programa Petrobras Cultural. Mas antes do disco "Pare e Siga" chegar às lojas, a banda deixou vazar na Internet o single da música "Linha Reta", que contém ainda a versão ao vivo de "Doce e Salgado", gravada no SESC Casa Amarela em julho do ano passado. O disco "Pare e Siga", produzido pela banda juntamente com o produtor musical Zé Guilherme Lima, contém participações especiais de artistas como Tulipa Ruiz, Spok, Jr. Black, Felipe S (Mombojó), Cecília Meira e Pi-R (Chambaril).

Myspace dos caras


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Ortinho (2002 - Ilha do Destino)

Em seu primeiro CD solo, o cantor pernambucano faz contundente crítica social – sem perder a criatividade, a poesia, o humor e o ritmo.

Sumido de Pernambuco, diziam que ele tinha abandonado a música. Desiludido, lendejavam que teria retomado sua veia de artista plástico e rumado pras Oropas. Correu boato de que o cantor havia virado locutor de rádio, apresentando programa de culinária agrestina. Já os maldosos sussurravam que, enfiado no fiado, o pernambucano teria arrumado um trampo de promoter no circuito do forró universitário. Besteirada.

Escondido pelas lendas que ele mesmo criava, Ortinho – nascido Wharton Coelho, em Caruaru, há 33 anos – encerrou sua participação na banda Querosene Jacaré, estava era inventando. Na miúda, concebia sua obra magna: Ilha do Destino. Seu primeiro CD solo nasceu graças a um trabalho incansável de depuração estilística – e o resultado é um som único. Nada fácil, para quem mixa na mesma canção maracatu e rock, rap e repente, ciranda e funk.

1. Alto Zé do Nada (4:08)
2. Cego da Guia (3:49)
3. Ciranda de Lia (3:50)
4. Faquir (O Romance de Paulo Victor) (4:11)
5. Mulambo (3:54)
6. Na Beira da Praia (4:27)
7. O Engano do Humano (3:45)
8. O Estalo (3:30)
9. O Mar (4:09)
10. Procurando Dumdum (4:28)
11. Sangue de Bairro (1:57)
12. Viver Para Crer (Vigir) (3:39)

Myspace de Ortinho

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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Texticulos de Mary e a Banda das Cachorra (Bissexuastica)

Gravação do que seria uma demo para segundo disco da banda pernambucana Texticulos de Mary e a Banda das Cachorra. O áudio não está dos melhores, mas para quem curtia a extinta banda, tá valendo.

1. Bicha Escrota (1:57)
2. Estados transitórios (2:32)
3. Cocodrilagem (3:47)
4. Baratinhos da Nice (4:01)
5. A vingança de Geyza Kelly (5:02)
6. Monstro Gay (1:32)
7. Árvore Genealógica (2:39)
8. Gatogay (1:14)
9. Terminal de Casa Caiada (2:39)

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quinta-feira, 7 de maio de 2009

DJ Yuga

Desde a infância em Nanuque, o pequeno Yuri já "fuçava" a coleção de discos do tio, onde conheceu Roberto & Erasmo, Jackson do Pandeiro, João do Vale, Clara Nunes, Gilberto Gil, Jorge Ben, Tim Maia, Demônios da Garoa e Os Velhinhos Transviados. Já na adolescência, começou a levar alguns discos para as festas de colégio, sempre se interessando por sons menos populares e, no entanto de boa qualidade. Aos 21, vem para a capital mineira, se tornando colecionador de discos de vários estilos e épocas. Algumas oportunidades surgem para tocar em festas, sendo seu "debut" marcado para uma das mais conceituadas casas de show de Belo Horizonte, o Lapa Multshow.

Apresentou seu repertório na abertura de shows de nomes consagrados como Dona Selma do Côco, Mestre Ambrósio, B.Negão, Lenine, Nação Zumbi, Funk Como Le Gusta, Jorge Ben, Cordel do Fogo Encantado, Orquestra Imperial e outros. Discotecou nas Calouradas da PUC Minas, abrindo para Tom Zé, Gilberto Gil, Nando Reis e Los Hermanos. Participou do CUCA (Circuito Universitário de Cultura e Arte) realizado em Ouro Preto no ano de 2002. Em fevereiro de 2003 foi DJ oficial da 3ª Bienal da UNE que aconteceu em Recife-PE, abrindo para Alceu Valença, Mundo Livre S/A e Paulo Miklos. Em outubro discotecou nos 75 anos da Marcha do Nico Lopes em Viçosa-MG, para um público de 10 mil pessoas.

Participou de eventos de importância no cenário mineiro, como Conexão Telemig Celular de Música [2002/2003/2004/2005/2006/2007], Conexão VIVO [2009], Festa de Encerramento do Comida di Buteco [2003/2004/2006/2007] e FIT [2004/2006], além de projetos que marcaram época em BH, como Movimento Balanço (ao lado dos DJ’s Prosa, Lermano e Fausto) e Projeto Mundo Negro. Em casas como Pastel de Angu, Deputamadre, Lugar, Casa do Conde, Cervejaria Official, Café com Letras, Matriz, Ziriguidun, Utópica Marcenaria, Casa do Estudante PUC Minas, Hard Rock Café, Vinnil Cultura Bar, Chevrolet Hall e Music Hall, Yuga deixou sua sonoridade presente.

2006 foi um ano de extrema importância para Yuga. Em Fevereiro, foi selecionado para o Festival Sunset DJs promovido pelo Café com Letras e tocou ao lado dos DJs Anônimo e Theo Werneck, no Sambacana Groove. Durante o Conexão Telemig Celular de Música do mesmo ano, em conjunto com a dupla de VJs Cortex Visual, apresentaram-se na Tenda "Conexão DJVJ", um trabalho áudio-visual, mesclando imagens urbanas com sons regionais e contemporâneos. Essa apresentação contou com a presença de alguns MCs como Diamondog e Cubanito Santillana, da banda Black Sonora. O objetivo principal da parceria era mostrar que dentro do perímetro de uma metrópole, existe um grande "terreiro urbano". No final do ano, Yuga começa a apresentar seu set em vinil "Samba-Rock Tipo Exportação", onde passeia pelo samba jazz, partido alto, samba rock e samba funk, das décadas de 60 e 70.

Em 2007 discotecou ao lado do mestre do samba rock Tony Hits e do DJ “Sebófilo” Eduardo Brechó em São Paulo na festa BALACUBA. Ainda na capital paulistana mostrou o seu set no projeto SAMBACANA GROOVE do jornalista Israel do Vale vulgo DJ Anônimo. No mesmo ano teve a oportunidade de participar da festa de 5 anos do Coletivo de DJs TUTU de Ribeirão Preto ao lado dos DJs Rogério Britto, Eduardo Brechó e Francis Wiemermann. Junto com o amigo e parceiro DJ Vinicius criaram o VINIL AO PÉ DA SERRA, projeto que tem a intenção de valorizar o “bolachão” ou LP (long play). Em suas "cases", um rosário de clássicos e preciosidades do cancioneiro nacional que vai de Banda de Pífanos de Caruaru a Antônio Carlos & Jocafi, do rei do ritmo Jackson do Pandeiro à malandragem do morro de Bezerra da Silva, da ciranda de Lia de Itamaracá ao sacundin sacunden de Jorge Ben. O clima é de nostalgia e celebração a cultura do Vinil.

No ano de 2008 apresentou-se no SAVASSI FESTIVAL Jazz & Lounge com o seu JET SET - The Sounds of Modern Brazilian Jazz, um DJ set de sons produzidos nos anos 60 com muito suingue, balanço, ritmo, bossa e que soa aos ouvidos como atual. Discotecou também na 1ª Bienal Internacional de Grafite de Belo Horizonte. E com os parceiros Corisco, Gurila Mangani, MC Cubanito e GuiDub criam o Live P.A. CONSPIRAÇÃO DUB FAMILY, baseado nos Sound System Jamaicanos sempre tocando produções próprias. No final do ano junto com o "black broder" MC Cubanito iniciam a festa bimestral chamada CUBA LIBRE realizada no Goma Cultura em Movimento na cidade de Uberlândia (MG).

Atualmente o DJ dedica-se à banda Black Sonora que "faz uma espécie de funk com música cubana cheia de groove e suingue". Sempre antenado em "novidades" quanto "raridades", seu set mescla black music com grooves brazuca, côco de roda, maracatu, samba a gosto e uma pitada de música cubana, deixando a pista mais apimentada.

Minas Independente
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Originais, revistas e sampleadas
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terça-feira, 5 de maio de 2009

Júlia Says (2009 - EP Menos é Mais)l

Pessoal estamos disponibilizando o nosso novo EP "Menos é Mais", aqui na comunidade para download em alta qualidade (320 kbps), pra recompensarmos a demora em lançar esse material. A edição física chega em 20 dias, junto com o clipe da música "Salto Alto", dirigidado por Igor de Lyra e Igor Pipa e premiado no 10º festival de video de pernambuco, além de uma arte gráfica diferente da versão virtual.

01. Hey, man!
02. Salto Alto
03. Cá
04. Menos é Mais
05. Conceitual
06. Intro Mental

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Black Sonora (EP - 2007)

O Black Sonora vem com a idéia clara de somar, experimentar e influenciar o meio. A força do som sai do meio artístico para o meio da rua, passando pelo soul, samba-funk, hip-hop e outras ramificações da black music, sendo influenciada por Jorge Benjor, Jackson do Pandeiro, Marku Ribas, Tim Maia, Buena Vista Social Club. Com músicos dos mais diversos estilos e variadas influências culturais, já se apresentou em praticamente todos os espaços culturais da capital mineira, sendo admirada por grande parte do público belohorizontino.

Através de um repertório variado e arranjos caprichados, o Black Sonora leva o público ao delírio executando suas composições e versões de clássicos do suingue nacional da década de 1970. No show, a banda faz uma um passeio pelas diversas sonoridades da música negra. Suas músicas trazem a mescla de Soul, Hip-Hop, Samba-Funk, Reggae, Baião e Ritmos Latinos, uma apresentação única com muito groove, suíngue e malemolência.

A banda realiza o projeto “Tributo ao Racional Tim Maia”, criado pela banda em 2004. Desde então a Black Sonora se junta a outros nomes da música independente para realizar o evento. Júlia Ribas, Diamondog (rapper angolano), Marku Ribas, Raquel Coutinho, Tambor Mineiro e Trovão da Minas foram alguns dos artistas que participaram dos memoráveis shows realizados em 2004, 2005 e 2006.

O Tributo consiste em resgatar no palco a obra mais desconhecida do cantor, “Tim Maia Racional volumes 1 e 2”, LP’s gravados quando o cantor estava ligado à Cultura Racional. Os discos, lançados em 1974 e 1975 respectivamente, são considerados por críticos de música, jornalistas, músicos e fãs como os registros da melhor fase de Tim, no auge da sua potência vocal e musicalidade devido ao afastamento das drogas.

1. Poesia Urbana (3:18)
2. Capoeira Mata Um (Zum Zum Zum) (4:12)
3. Sambar Pra Que (4:47)
4. O Mar Pra Mim (3:46)
5. Yo No Quiero Stress (4:22)
6. Treta (2:24)
7. Tempo (2:43)
8. Tensão & Alívio (2:38)

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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Salvador Santo (2009 - Salvador Santo)

O pernambucano Salvador Santo, cantor, compositor, músico e dj, dos mais atuantes, foi integrante e compositor de umas das bandas que formaram a chamada “nova safra da música pernambucana”, a Dona Margarida Pereira e os Fulanos. A banda que também ficou conhecida como DMP, chegou a ser indicada ao Vídeo Music Brasil – edição 1999, representando Pernambuco na MTV, na categoria “Melhor Demo Clipe.

Salvador lança agora um novo projeto, onde assina sob a alcunha de SALVADOR SANTO. O álbum traz 13 faixas, sendo uma delas bônus, trata-se da música “Fez Bobagem” do cantor e compositor Assis Valente.

A bolacha mistura, entre outras coisas, sonoridades cosmopolitas como new rock, samba, mpb, e toques de música eletrônica. Tão dispares quanto os sons que o ouvinte mais incauto vai se deparar, são as participações. O baixista Areia (Mundo Livre S/A), Pedro Quental (Monobloco), Andrét e Rob Meira (Eddie), Mônica Feijó, Cris do Samba e Claudemir Carvalho 6 Cordas (Nosso Samba é Assim), Bruno Cupim, Castor Luiz, Tibério Azul e Dom Ângelo (Mula Manca / Seu Chico), Vanessa Oliveira, Juliana Orange (Electrozion), Cláudia Soul, Paulo Araújo, João Carlos, Wink (The Wink), Gerson Araújo, Marcos França e Mestre Reizinho, formam a escalação oficial que tornou possível a concretização das idéias de SALVADOR SANTO.

O repertório foi inspirado em harmonia de versos que narram histórias. Canções como “Boulevard 48”, “Passado distante”, “As palavras”, “Na Boa”, “Tudo todos os dias”, “Velhas estrelas”, “Assovio”, “Fevereiro”, “Beat dos dias”, “Sonora”, “My son”, e “Ingrediente da felicidade”, são os temas que inspiraram SALVADOR SANTO.

O disco foi produzido e mixado por Rodrigo Coelho nos estúdios Fábrica, Sun 7 e Sonic.O, todos em Pernambuco - com exceção das faixas “Beat dos dias” e “Sonora” , compostas em parceria e produzidas por Bruno Pedrosa, tendo sido mixadas pelo próprio Bruno, juntamente com Pi-R, e Cris Lemgruber, no estúdio do Poço, também em Pernambuco.

SALVADOR SANTO acompanhou de perto todas as etapas de criação, inclusive a masterização, feita por Carlinhos Freitas, no estúdio Classic Master, em São Paulo.

Sem o apoio do UK PUB, dos empresários Licínio Dias e Lula Sampaio, e com o suporte de várias pessoas, que integraram a equipe de produção, não seria possível a realização desse projeto.

1. As palavras (2:43)
2. Assovio (4:08)
3. Beat dos dias (1:46)
4. Boulevard 48 (3:12)
5. Fevereiro (2:44)
6. Fez bobagem (2:33)
7. Ingrediente da felicidade (4:15)
8. My son (3:57)
9. Na boa (3:06)
10. Passada distante (2:47)
11. Sonora (3:10)
12. Tudo todos os dias (3:05)
13. Velhas Estrelas (4:28)

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sábado, 2 de maio de 2009

DJ Chowzen (Mixsambatape Vol.1)

"Depois de estudar e escutar muita musica de varias vertentes de pouco tempo pra cá a pedido de amigos e a falta de dj deste estilo resolvi me lançar como dj de musica brasileira e jamaicana fiz poucas apresentações e a mais importante delas foi a festa Chowzenight que rolou em uma das maiores casas da região (ERVALIA-MG), meu blog esta em construção mas já disponibilizei alguns materiais dentre eles uma mixtape de samba da nova geração" (D.J Chowzen)

Blog do DJ Chowzen


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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Rosalia De Souza (2009 - DImprovviso)


D'improvviso acaba de sair do forno! Trata-se do novo CD da carioca Rosalia de Souza, que nos últimos anos ganhou elogios ao redor do mundo (principalmente na Itália e no México) pela mistura que acrescenta ao jazz sem poluí-lo. Em seu terceiro álbum, a cantora poupou a bossa e adicionou novas pitadas da cultura africana na mistura. Mas, indiscutivelmente, é o jazz quem grita mais alto em seu trabalho.

Desta vez, Rosalia integrou grandes nomes da música brasileira nas composições. Jorge Ben, Dorival Caymmi, Zé Keti e Geraldo Vandré estão na lista. Infelizmente, esse é um erro do disco. Carol Carolina Bela, de Benjor, ganha ainda mais velocidade e se torna uma das músicas de destaque do álbum, mas os outros exemplos não soam tão bem. Opinião, a famosa revolta de Zé Keti, perdeu muito no ritmo da cantora. Ou seria meu ouvido acostumado a ouvir a composição na ousadia do samba de Elza Soares?

Sambinha, de Caymmi, também poderia ser deixada de fora. As músicas próprias, assinadas pelo bom time de profissionais que está por traz do disco, merecem mais atenção. Na faixa-título, D'Improvviso, o chame da língua italiana se mistura à levada que deveria estar contida do início ao fim do CD. Porém, exceções também existem aí. Escorregando no clichê, a cantora cita Tom Jobim, João Gilberto e turma em Bossa 50. O resultado é a canção mais fraca do disco.

Cinquenta anos foram suficientes para acostumar o povo brasileiro à bossa. Ou seja, muita gente vai estranhar o jazz cantado por Rosalia. O esforço é válido. O álbum tem muito a oferecer e provavelmente repercutirá no exterior como seus antecessores. Além disso, é um dos primeiros a chegar dos ‘mais esperados’ da temporada. Começamos 2009 bem!

01 Banzo (Marcos Valle-Paulo Sergio Valle)
02 Candomblé (Antonio Paulo-Danilo Caymmi-Edmundo Souto)
03 D'Improvviso
04 Carolina Carol Bela (Jorge Benjor)
05 O Cantador (Dorival Caymmi-Nelson Motta)
06 Opiniao (Zé Keti)
07 Sambinha (Dorival Caymmi-Nelson Motta)
08 Luiza Manequim (Abilio Manoel)
09 Samba Longe (Toco)
10 Amanha (Toco)
11 Quem Quiser Encontrar O Amor (Geraldo Vandré-Carlos Lyra)
12 5 Dias De Carnaval (Toco)
13 Bossa 50
14 Ondina

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