quinta-feira, 25 de junho de 2009

Ser DJ é divertido, mas tem que levar a sério!

Assim como aconteceu com a medicina, direito, engenharia, informática e muitas outras profissões, ao longo dos anos devido ao crescimento no volume de informações provocado pela evolução natural, elas se dividiram em diversas especialidades, o que facilitou os estudos, pesquisas e compreensão da própria profissão. Muitos não aceitam estas classificações, porém elas são de extrema importância para organização compreensão e desenvolvimento de cada especialidade e de um todo.

O DJ pode ser classificado de diversas formas: quanto à música (estilo, ritmo e gênero que toca), quanto ao equipamento utilizado e a técnica de cada um. Tanto para o DJ, produtor, músico ou quanto qualquer outra área profissional inclusive esportes, cada uma das especialidades técnicas, depende de diversos fatores, dentre eles, as características pessoais, personalidade e habilidades naturais que cada um tem ou que adquirem tecnicamente durante o aprendizado das artes, ciência de um esporte, profissão ou hobbie. Para muitos, DJ pode até parecer que é tudo a mesma coisa, porém existem várias especialidades, e apesar de todas terem a mesma base e muito em comum, tecnicamente existem diferenças, particularidades significantes entre as várias especialidades. Além das diferenças culturais e técnicas, até as ferramentas / equipamentos e a forma de utilizar / aplicar podem ser completamente diferente, de uma especialidade para outra. Conhecer, compreender e/ou dominar as particularidades das especialidades de uma profissão pode fazer a diferença quanto a ser um simples “botador de som” em festinhas e um profissional qualificado e bom de verdade.

Apesar de ainda não ser regulamentada, de certa forma “marginalizada” no passado, DJ é uma profissão extremamente inteligente e exige muito do profissional. Muitas habilidades naturais (intelectuais, emocionais e/ou físicas) requeridas e trabalhadas na maioria das especialidades dos DJs são também requeridas em profissões, esportes, hobbies e artes em geral. Uma ou mais habilidades podem ser importadas ou exportadas de uma profissão e/ou especialidade para outra. Algumas especialidades dos DJs usam habilidades intelectuais, emocionais e físicas que em outras são menos requeridas ou até indiferentes. Muitas destas habilidades não são desenvolvidas da noite para o dia, precisam ser lapidadas e podendo levar dias, meses e algumas, até anos. Hoje em dia (e para futuro) é muita pretensão uma só pessoa conhecer tudo a fundo, estar sempre atualizada, saber todas as técnicas, e estar sempre as aplicando com eficiência e qualidade, sem dedicar muitos anos em estudo, pesquisas e análises. Um DJ pode não dominar todas as técnicas, mas poderá ter mais de uma especialidade. Porém quanto maior o número de especialidades, maior será o investimento em tempo e dinheiro necessário para se atualizar, principalmente se as especialidades escolhidas forem muito distintas. Hoje muitos tentam exercer várias especialidades sem ter se preparado de forma adequada e acabam não sendo tão bom como seriam se, se dedicassem a apenas uma que mais tenha a ver com suas habilidades e talentos naturais.

Após muitos anos de estudos, prática e completo domínio de uma especialidade, fica mais fácil migrar para outra importando o conhecimento, cultura, técnicas e conceitos adquiridos, acrescentando apenas as particularidades da nova especialidade. Com a organização, classificação e dividindo em especialidades uma área profissional, todos, os profissionais, o mercado e o público serão beneficiados. Dentre os vários benefícios, um será muito importante para muitos: ficará mais fácil analisar, julgar e definir o bom DJ, por especialidade e categoria, minimizando a injustiça promovida principalmente por concursos e pela mídia, ao declarar que alguém é o melhor DJ do mundo, generalizando, sendo que tem outros tão bons quanto, mas em outras especialidades. E lembre-se que existe uma grande diferença entre ser bom e ser famoso. Existem muitos profissionais famosos que não são tão bons, e muitos profissionais excelentes que não são famosos, por diversos motivos, e um deles, é por não saber vender seu produto, ou seja, seus conhecimentos e habilidades.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Super Stereo Surf (2009 - Antes do Baile)

Quem é o Super Stereo Surf? Segundos relatos, eles surgiram no meio do nada e, lentamente, conseguiram - mesmo estando a milhas e milhas de distância da praia mais próxima - cavalgar as ondas sonoras da Surf Music. Alguns dizem que é uma espécie de lenda urbana, outros garantem: eles existem. Afinal, o que é o Super Stereo Surf?

Eles são uma espécie em extinção: os surfistas das plagas áridas de Brasília. No meio do cerrado, acham seu meio de vida, umedecidos apenas pelas influências musicais e referências estéticas/espaciais. São apenas quatro, sob um único lema: surf, baby, surf.

1. A Balada Do Pistoleiro (3:12)
2. Corra Lola Corra (3:11)
3. Curtindo A Vida Adoidado (2:19)
4. Dick Tracy (2:32)
5. Los Três Amigos (2:14)
6. Luar Sobre Parador (2:12)
7. O Homem De Seis Milhões De Dólares (2:06)
8. O Rapto Do Menino Dourado (2:53)
9. Os Imperdoáveis (3:27)
10. Taxi Driver (2:39)
11. Thunder - Um Homem Chamado Trovão (2:09)

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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Max Sette (Parabolas ao Vento)

1. Divina 24 (3:40)
2. Fazer Nenem (2:33)
3. Gomalina (2:38)
4. Inocencia (5:05)
5. Parabolas Ao Vento (4:39)
6. Perfeicao (5:17)
7. Siquize De Volta Tem (2:53)
8. Subindo O Planeta (3:00)
9. Vacilow (4:28)

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terça-feira, 16 de junho de 2009

Biliu de Campina (Coco de Pandeiro)


Biliu de Campina é Severino Xavier de Sousa. Advogado de formação, música por vocação. Filho de Campina Grande é ferrenho defensor de sua terra e de nossas tradições. Permitam-me uma comparação, apenas para efeito figurativo: poderíamos dizer que ele é o Ariano Suassuna do forró nordestino. É um austero crítico das variações da música nordestina, como os chamados forró estilizado, forró universitário, etc.

Para ser mais preciso musicalmente, Biliu faz um forró mais puxado pro coco sincopado, ou simplesmente, o coco. Ritmo imortalizado por outros mestres como Jackson do Pandeiro e Jacinto Silva. Ele faz muita referência, em sua obra, a Rosil Cavalcante, compositor que ainda não conheço, o que deverá ser resolvido muito em breve.

Tenho uma vaga lembrança de já ter escutado a música Nordeste Independente na voz dele. Já procurei bastante, mas até hoje não encontrei nada. Aliás, um dos motivos que faz a sua música ser tão dificil de encontrar, talvez seja sua "independência" convicta. Biliu é um exemplo do artista que não se vendeu para as gravadoras e assim manteve a coerência musical em seus álbuns.

Texto por Aristóteles Cardona Júnior

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quinta-feira, 11 de junho de 2009

São João chegando...

É, as festas juninas chegaram. A rapaziada as madeiras para a fogueira, as tias na cozinha de suas casas aprontando os quitutes: pamonha, canjica, pé de moleque e o caramba...

Esse blog não se atreveria a postar discos de forró, depois que conheci o blog FORRÓ EM VINIL! Um blog in-crí-velll aos admiradores do forró autêntico. Artistas conhecidos do grande público, outros nem tanto, mas no fim das contas, o blog parace um joalheria, de tanta pérola que tem. Tudo, copiado do vinil, com direito ao chiadinho e tudo.

Vale de mais passar uns meses pesquisando e baixando todo o conteúdo do blog., afinal, é coisa boa demais.. Recomendadíssimo!

(Juniani Marzani - DJ 440)

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Max Sette (2008 - O que se Passou)

O carioca Max Sette de 31 anos, criado em Niterói é cantor, compositor, trompetista e produtor musical. Durante o período de 2002 a 2008 fez parte da Orquestra Imperial.
No primeiro cd de lançamento do grupo em 2007 “Carnaval só no ano que vem”, emplacou três sucessos: Ereção, Era bom e Salamaleque.

E nos bailes realizados pelo Brasil, Portugal, Inglaterra, Suiça, França, Espanha e EUA, ganhou destaque no grupo como “um dos grandes cantores desta geração” (REVISTA ROLLING STONE). “Max Sette, crooner de alguns dos momentos mais populares dos shows da big band, como Ereção, Era bom (esta com Wilson das Neves) e Gomalina”. (Leandro Souto Maior-JB).

Em 2005, lançou seu primeiro disco “Parábolas ao vento” no badalado festival de música “Barbicam” em Londres. No Brasil estreiou no teatro Rival BR e na extinta casa de jazz ” Mistura Fina” na Lagoa. Na internet lançou o albúm no formato que batizou de webdisc.net (um site que visa facilitar o donwload gratuito).
Esteve em uma temporada de 4 meses no Estrela da Lapa com o projeto “Namadera” em parceria com Wilson das Neves e Mariana Bernardes. O sucesso do projeto, resultou no seu mais novo disco “O que se passou”, com participação especialíssima de Wilson cantando, tocando bateria e assinando a maioria das composições em parceria com Max. Dois artistas de diferentes gerações que fizeram um apanhado heterogênio de suas habilidades musicais, cantando, tocando e compôndo.

Há também músicas de Max Sette em parceria com Marcelo Camelo, Cesar Bodão, Fábio Vasconcelos e com a atriz Helena Ranaldi, que estréia como compositora, assinando a música que dá nome ao disco, além de fazer também a direção artística do álbum.

É um disco especificamente de gafieira e bolero, com sonoridade acústica. Sua formação é piano, violão, bateria, baixo acústico, trompete, trombone e voz. Perfeito para um baile dançante e para os amantes do samba que gostam de jazz e vice verso. Suas bases e algumas vozes foram gravadas em 2008 no stúdio Zaga (Leo Gandelmam) em apenas um período. Um trabalho feito ao vivo sem ensáio.

Wilson das Neves e Max Sette compuseram algumas músicas durante o tempo em que estiveram juntos a frente da Orquestra Imperial.

1. Divina24 (3:40)
2. Fazer Nenem (2:33)
3. Gomalina (2:38)
4. Inocencia (5:05)
5. Parabolas Ao Vento (4:39)
6. Perfeicao (5:17)
7. Siquize De Volta Tem (2:53)
8. Subindo O Planeta (3:00)
9. Vacilow (4:28)

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sábado, 6 de junho de 2009

DJ 440 - Lounges de Inverno (Mixtape promocional)

Prepare os drinks, cerejas, sofás, puffs e relaxe com mixtape de inverno do DJ 440.

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Cabruêra - o samba da minha terra

Formado em 1998 por alunos da Universidade Federal da Paraíba, em Campina Grande (PB), reúne quatro músicos. Com som que une diversas influências, desde o cancioneiro popular da Paraíba, até a música eletrônica, realizou turnês pelo Brasil e Europa e gravou os CDs Cabruêra (2000), Samba da Minha Terra (2004) e Sons da Paraíba (2005).

1. Erectos Cactos (3:35)
2. Zabé Sabe (2:21)
3. Xingatório (2:26)
4. Espinhos (3:53)
5. Magistrado Ladrão (2:41)
6. Carcará (4:26)
7. Proibido Cochilar (2:10)
8. Auto de Zé Limeira (3:12)
9. Canção Pra Ninar (2:12)
10. Batuque Para Duarte (2:50)
11. Batendo o Martelo Nas Mesmas Cabeças (2:35)
12. Eu Sambo (3:59)
13. Magistrado Ladrão (4:50)
14. Zabé Sabe (Eletrococo Remix) (6:02)

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INQUILINUS É INDICADO AO PRÊMIO HUTUZ


SATISFAÇÃO COMUNICAR ISSO AQUI MEU POVO!!!

O INQUILINUS ESTÁ INDICADO MAIS UMA VEZ AO PRÊMIO HUTUZ,
ESSE ANO ELES IRAM PRÊMIAR OS MELHORES DESSES 10 ANOS DE HUTUZ!

ELES PRECISAM DO SEU VOTO NESSA PRIMEIRA ETAPA PARA IREM PARA A FINAL!

VAI AQUI www.hutuz.com.br E VOTA NO INQUILINUS NA CATEGORIA MELHOR GRUPO NORTE NORDESTE!

ABRAÇO NO CORAÇÃO...

quinta-feira, 4 de junho de 2009

CéU (2009 - Cangote EP)

Caiu na rede o Ep cangote da Céu , aperitivo com 4 músicas para o disco cheio que só sai mais para frente.

1. Bubuia (3:15)
2. Cangote (4:06)
3. Sonambulo (3:50)
4. Visgo de Jaca (4:39)

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terça-feira, 2 de junho de 2009

Alexandre Grooves (2007 - Amanhã eu não vou trabalhar)


Mais conhecido como Alexandre Grooves (ou apenas Grooves) começou a tocar aos sete anos de idade na escola do Zimbo Trio (CLAM). Tocou piano, contrabaixo e, com o tempo, aprendeu a tocar violão, bateria e percussão como autodidata. Hoje, além destes instrumentos, ainda produz e compõe suas próprias músicas. Antes de se lançar em carreira solo, já tocou com grandes artistas,como Maurício Manieri, Seu Jorge, Cláudio Zoli, Jair Oliveira, entre outros, além de participar de bandas como a Grooveria e o Paumandado.

No seu disco de estréia, Amanhã eu não vou trabalhar, Alexandre Grooves traz convidados ilustres, como Seu Jorge e Maurício Manieri, além da participação da cantora Céu.

1. Amanhã Eu Não Vou Trabalhar - Part. Seu Jorge (4:12)
2. Antes Não Do Que Talvez (4:31)
3. Beautiful Maria (4:06)
4. Curta (5:10)
5. Eu Não Sei Rezar (4:34)
6. Junto Com Você (5:24)
7. Menina do Blackpower (3:57)
8. Mulher Malvada (3:35)
9. Não Vou Conseguir Esquecer (4:44)
10. Olhos Azuis (3:52)
11. Passar Por Mim (3:51)
12. Vinheta Trem (0:19)

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