sexta-feira, 31 de julho de 2009

[DNA apoia] Projeto NóZMoskada / Salvador/BA

Todos os Sabados de Agosto. Setembro. 2009.
A partir das 21:00h.
ALI DO LADO o Boteco
Rua Conselhero Pedro Luiz nº282 - Rio Vermelho

Tocando clássicos antigos e recentes, sobe ao palco os Djs Opreto e Mangaio pilotando a noite mais alternativa de Salvador para fazer o público dançar no suíngue do Ben, até o dia amanhecer

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Lucas Santtana (2009 - Sem Nostalgia)

“Sem Nostalgia” desconstrói a clássica estrutura voz-violão que caracteriza seis milhões, duzentos mil e setenta e três artistas da MPB, com auxílio de pedais, filtros, diferentes microfones e técnicas, e um MPC carregado de samples do instrumento, criando arranjos belíssimos, inovadores e até mesmo algumas possíveis e inevitáveis comparações a Caetano Veloso – circa quando o personagem se limitava a ser um músico talentoso. Interpretações em baianinglês garantem um sotaque único ao som de LS, e as participações certeiras (Curumin, Regis Damasceno, uma parceria com Arto Lindsay e algumas produções do dubmaster Buguinha Dub, entre outros) garantem variedade na medida certa. Deguste e agradeça ao papai do céu, porque alguns poucos espíritos inspirados continuam a produzir música relevante em Terra Brasilis na era pré-2012.”

1. Super violão mashup (2:42)
2. Who can say which way (2:41)
3. Night time in the backyard (3:17)
4. Cira Regina e Nana (4:22)
5. Recado para Pio Lobato (3:16)
6. Hold me in (5:02)
7. Amor em Jacumã (3:34)
8. I can't live far from my music (3:39)
9. Cá pra nós (2:35)
10. O violão de Mario Bros (1:38)
11. Ripple of the water (3:54)
12. Natureza nº 1 em Mi Maior (2:26)

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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Edital Natura Musical

Inquilinus - Nossa Canção (remix)

O grupo pernambucano Inquilinus está finalizando uma mixtape, com músicas remixadas do primeiro álbum, lançado em 2007. As novas produções foram feitas por Beatmakers de diversos lugares do Brasil. As faixas foram mixadas por Dj Charles (Inquilinus). O lançamento da mixtape está prevista para acontecer no próximo mês de setembro. Para ter uma idéia do que vem por aí, confira a remix da música “Nossa Canção”, produzida pelo Beatmaker curitibano, Nel_Sentimentum.

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terça-feira, 21 de julho de 2009

[DNA apoia] Festa Bafafá / Rio de Janeiro


Wado (2009 - Atlântico Negro)

Alagoano Wado disponibiliza ATLÂNTICO NEGRO na integra, via internet. O cara é o cara...

Wado? O que esquenta o sangue de Wado, que agora vive no verão sem fim de Alagoas, é a forma como as periferias do mundo têm construído a nova música através de quase nada de matéria prima. Transformando arte bruta em estúdios caseiros, com microfones baratos e pouco conhecimento técnico, mas com muita urgência, energia e gana.

A subversão não está mais na estética do punk, domesticado e adocicado em canções de amor. O que dá voz a quem não tem voz hoje são ritmos como o funk carioca, o reggaeton e os afoxés baianos. Wado foi beber nestas astúcias da periferia para construir a estética de seu novo álbum, Terceiro Mundo Festivo.

São os ritmos terceiro-mundistas que permeiam este novo disco que também traz referências mundiais como as batidas de Timbaland, Pharrel e M.I.A. O disco é um passeio por novas levadas, americanas e africanas e também, um retorno a concisão de discurso dos seus primeiros discos.

1. Estrada (3:59)
2. Atlântico Negro (0:22)
3. Jejum / Cavaleiro de Aruanda (2:38)
4. Martelo de Ogum (3:25)
5. Cordão de Isolamento (2:58)
6. Hercílio Luz (2:59)
7. Pavão Macaco (3:30)
8. Frágil (4:01)
9. Feto / Sotaque (3:24)
10. Boa tarde, povo (3:03)
11. Rap Guerra no Iraque (2:29)

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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Única fábrica de discos de vinil brasileira voltará a funcionar este ano

O disco de vinil vai bombar no Brasil. A previsão é de João Augusto, novo dono da Polysom, única fábrica de LPs da América Latina. Localizada em Belford Roxo, no Rio de Janeiro, ela ficou desativada até ser comprada pelo presidente da Deckdisc, no início deste ano. Prestes a voltar a funcionar, a empresa não tem vínculos com a gravadora e deve produzir 40 mil peças por mês, segundo ele contou ao G1.

“A Polysom é uma companhia inteiramente independente que vai atender a todas as gravadoras. A Deckdisc vai ser tão cliente dela quanto as outras gravadoras e os artistas independentes. Há uma gama muito grande de independentes que tem essa demanda por vinil”, diz João Augusto.

Na era do MP3, disco de vinil recupera espaço entre os fãs de música

A data da conclusão da reforma, que começou em maio, depende de diversos fatores, mas a Polysom deve reabrir suas portas “ainda este ano, com certeza”. De acordo com o proprietário, a capacidade de produção será de 40 mil discos por mês. “Isso só no começo, depois pode aumentar. Acredito numa demanda alta porque já tem muitos interessados.”

Como não se fabrica mais maquinário para prensar discos de vinil, todo o equipamento da Polysom é reaproveitado. “Tudo está sendo recuperado, desde a mesa de corte até as prensas. A gente desmonta e troca várias peças, mas a carcaça é a mesma de décadas atrás.”

A Polysom vai vender o produto semi-acabado. Caberá às gravadoras colocar a capa, embalar e vender. O preço final também vai depender delas. “No que diz respeito ao custo de fabricação do vinil aqui, estou tentando fazer com que o preço seja duas vezes e meia menor do que lá fora”, diz João Augusto. “Vou conseguir fazer aqui um produto muito mais barato do que o que vem de fora. O problema do Brasil é que as taxas são muito altas.”

Nos Estados Unidos, as vendas de discos de vinil aumentaram 50% em relação ao ano passado, de acordo com dados divulgados pela Soundscan. Segundo a empresa, a estimativa é que sejam vendidos 2,8 milhões de LPs no país até o final do ano – esta é a marca mais alta desde que a Soundscan passou a acompanhar o setor, em 1991.

‘Da lama ao caos’ completa 15 anos e ganha reedição em vinil

A gravadora Sony acaba de lançar a série “Meu Primeiro Disco”, que traz de volta ao mercado álbuns históricos num formato de luxo em edição limitada. Cada exemplar contém o LP original com áudio remasterizado fabricado nos EUA e um CD.

A primeira edição do projeto reúne os trabalhos de estreia de Chico Science & Nação Zumbi, Vinícius Cantuária, Engenheiros do Hawaii, Inimigos do Rei e João Bosco. Serão 30 títulos ao todo, incluindo álbuns do Skank, Zé Ramalho, Sérgio Dias e Maria Bethânia. Cada disco custa em torno de R$ 150.

“‘Da lama ao caos’ é o primeiro e mais importante disco de nossa carreira”, diz Lúcio Maia, guitarrista da Nação Zumbi. “Ali estão as ideias de anos de expectativa por uma consolidação profissional. Tudo aconteceu da melhor maneira possível. Não imaginávamos que um dia o álbum seria tão importante para a música brasileira. Mudamos o conceito de ‘MPB é uma m..., o negócio é imitar gringo’”, reflete o músico, que só compra vinil.

“Não sei quantos LPs eu tenho, mas minha coleção tem de tudo. A maior parte de música brasileira, depois jazz, depois Jamaica, alguns de funk, outros de rock, vários do Fela Kuti, Hendrix, trilhas sonoras...”

Fonte: G1

Dada Yute (Não Troque Sabedoria por Ouro)

01. Esperaremos em Jah
02. Jah Jah Bless Today
03. Derrame sua Glória
04. Give Thanks
05. Sempre Alerta
06. War and Crime
07. Woman of the Nile
08. Não Troque Sabedoria por Ouro

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sábado, 18 de julho de 2009

Burro Morto (Pousada bar)

01 - Castelo De Pedra
02 - Nicksy Groove
03 - Menarca

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Primeiro DVD de Clara Nunes já está no forno da EMI

Anunciado pela EMI Music em abril de 2008, o primeiro DVD de Clara Nunes (1942 - 1983) já está, enfim, no forno da gravadora e - salvo algum imprevisto - chega às lojas até o fim do ano com a reunião de 21 clipes gravados pela cantora (em foto de Wilton Montenegro) entre 1974 e 1983 para o programa Fantástico, apresentado pela Rede Globo aos domingos. A idéia inicial da gravadora era exibir nos extras do DVD a entrevista concedida por Clara ao programa TV Mulher - então comandado pela jornalista Marília Gabriela na emissora carioca - em 19 de janeiro de 1982, data da morte de Elis Regina (1945 - 1982). No entanto, tudo indica que o DVD vai para as lojas somente com os 21 vídeos:

1. Conto de Areia
2. É Doce Morrer no Mar - com Dario Lopes
3. Você Passa Eu Acho Graça
4. Macunaíma
5. A Deusa dos Orixás
6. O Mar Serenou
7. Coisa da Antiga
8. À Flor da Pele
9. Sagarana
10. Guerreira
11. Banho de Manjericão
12. Na Linha do Mar
13. Abrigo de Vagabundos - com Adoniran Barbosa
14. Feira de Mangaio - com Sivuca
15. Viola de Penedo
16. Morena de Angola
17. Oricuri (Segredos do Sertanejo)
18. Portela na Avenida
19. Como É Grande e Bonita a Natureza
20. Nação
21. Ijexá - com Filhos de Gandhi

Raquel Coutinho (2008 - Olho D'água)


Raquel Coutinho
Mineira, de Belo Horizonte, Raquel Coutinho é cantora, compositora e percussionista. Começou sua carreira aos 22 anos, quando ganhou de aniversário um pandeiro, um tambor e um convite para integrar o trio de percussionistas de Mauricio Tizumba, com quem toca há 10 anos. A partir daí, nasceu a paixão pelo batuque e a apreciação pelas manifestações populares.

A cantora Raquel Coutinho explora o universo de sonoridades, batuques e linguagem digital no CD ‘Olho D'água’. O álbum marca uma nova fase na carreira da artista, que depois de 10 anos tocando ao lado de Mauricio Tizumba, lança seu primeiro trabalho solo como cantora e compositora. Com nove faixas – oito inéditas –, o disco tem influências do congado, candombe, folia de reis, candomblé e sons contemporâneos.

Olho D'água tem produção musical de Jongui, que também é baterista da banda e já produziu vários trabalhos da cena independente e de músicos brasileiros consagrados, como Lobão, Zeca Baleiro e Rita Ribeiro. “As características principais do som da Raquel são: timbre de voz, pressão, batuque e sonoridade”, diz Jongui.

O timbre forte de Raquel Coutinho percorre a sonoridade de todas as faixas. Até a finalização do trabalho, se passaram três anos de estudos e experimentações, a maioria em sua fazenda, em São José do Almeida (MG), ao pé da Serra do Cipó, acompanhada por Jongui.

1. Um Tanto (Xandão Fernandes, Raquel Coutinho e Jongui)
2. O Vejo (Raquel e Jongui)
3. Paraíso (Raquel, Xandão, Jongui e Magno Mello)
4. Por um Segundo (Raquel, Magno Mello, Bruno Couto e Jongui)
5. E Acabou (Pedro Morais)
6. Toca Pr´eu Rodar (Raquel, Hanna e Lênis Rino, Bruno Couto e Jongui)
7. Para Parar (Raquel, Magno Mello, Jongui e Bruno Couto)
8. Verde e Branco (Jongui e Sebastião Notini)
9. Olho D´Água (Raquel, Jogui, Carlos Trilha, Bruno Couto e Tizumba)

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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Ed Motta (2008 - Chapter 9)

Ed Motta é figura conhecida na mídia brasileira, mas pouca gente conhece de fato sua obra, com exceção, é claro, de alguns ‘hits’ do final dos anos 80 e início dos 90. Mas o cantor e multi-instrumentista já tem uma sólida carreira, com destaque inclusive no exterior, dedicada ao soul, ritmos dançantes e ao mesmo tempo arranjos sofisticados.

Agora, com “Chapter 9”, Ed Motta surpreende pela diversificação do repertório, que acaba sendo mais puxado para o Rock. Talvez por isso, todas as faixas são cantadas em inglês, idioma que, convenhamos, combina muito melhor com o estilo.

Cantando, tocando todos os instrumentos, produzindo e arranjando tudo praticamente sozinho (apenas as letras foram feitas por Rob Gallagher e Cláudio Botelho), Ed Motta “desencanou” um pouco de achar timbres, experimentar texturas e ficar solando com a voz (ainda bem!).

A espontaneidade é a marca de músicas como “The Runaways” e “Tommy Boy’s Big Mistake”. Destaques ainda para para “You’re Supposed To...”, “St. Christopher’s Last Stand” e “The Man From The Oldest Building”.

Mais sombrio e psicodélico do que nunca, o artista capricha nas referências aos anos 80 e, paradoxalmente, colocou a naturalidade e a simplicidade em primeiro plano somente agora, quando completou 20 anos de carreira. Até que enfim.

1. The Man From The Oldest Building (6:42)
2. You Supposed To Be (3:44)
3. Twisted Blue (3:18)
4. The Runaways (5:02)
5. Saint Christopher's Last Stand (2:26)
6. Tommy Boy's Big Mistake (3:29)
7. The Sky Is Falling (5:29)
8. The Caretaker (3:18)
9. Georgie And The Dragons (4:39)
10. Ikarus On The Stairs (2:58)

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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Beto Villares (2003 - Excelentes Lugares Bonitos)

O músico e produtor Beto Villares é mais conhecido por seus trabalho com bandas como Pato Fu, Mestre Ambrósio e Zélia Duncan, Céu, Rapping Hood entre outros grandes nomes da música brasileira. Lançou em 2003 seu primeiro álbum solo, “Música do Brasil”, uma síntese de tudo o que já fez, combinando estilos musicais de todos os cantos do Brasil, enredados com seu talento como arranjador e produtor.

1. Aboio (1:51)
2. Excelentes lugares bonitos (3:22)
3. Festa na roça (3:21)
4. Incerteza (1:59)
5. Lume (2:44)
6. Medo (3:29)
7. Meio dia em macapá (2:20)
8. Nação postal (3:23)
9. Nó dend'agua (4:12)
10. Redentor (3:25)
11. Rio da bossa nova (3:26)
12. Santo negro (2:23)
13. Um dia desses (2:51)
14. Africa lá (4:20)

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Quarteto Olinda (2009)

1. Desculpe Morena (3:44)
2. Xinxim no Xenhenhen (3:17)
3. Cuidado Cantor (2:56)
4. Samba nosso (3:19)
5. forro pe de uva (inst) (2:33)
6. calde de cana (2:40)
7. vida mansa (3:11)
8. quince (2:18)
9. forro das meninas (3:40)
10. a40 (2:23)
11. adeus meu povo (4:16)
12. passarinho (2:35)

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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Samba de Coco Raízes de Arcoverde (2005 - Godê Pavão)

O Coco Raízes de Arcoverde está de volta. Três anos depois da gravação do seu disco de estréia, o grupo está com um novo trabalho pronto para ser colocado no mercado. O CD - intitulado "Godê Pavão" - traz 15 composições inéditas, todas dos próprios integrantes, unindo elementos indígenas do povo Xucuru e da poesia sertaneja. O novo disco é uma homenagem a um dos mais antigos tocadores de coco, Biu Neguinho, 72 anos, que se dedica ao ritmo há mais de cinco décadas. Ele é um dos únicos do grupo a ter participado da fase embrionária do coco, quando, ao construir uma casa, o dono convidava familiares e amigos para dançar sobre o terreno a fim de assentar o barro. Seu Biu, como é conhecido em Arcoverde, que já foi diretor da escola de samba Unidos da Avenida na década de 70, é responsável pelo pela batida especial do surdo que faz a marcação do ritmo.

1. Barra da saia (2:37)
2. Godê pavão (2:24)
3. Abelha aripuá (2:27)
4. Despedida de amor (2:29)
5. Coqueiro novo (4:05)
6. O canto do uirapuru (2:33)
7. Menina rica (3:01)
8. Olho d`água dos bredos (3:34)
9. Roseira oh rosa (2:28)
10. Noite de São João (3:11)
11. Bote essa menina pra dançar (2:55)
12. O amor do bacurau (2:29)
13. Galinha zabelê (2:29)
14. Aperto de mão (2:24)
15. Não brinco mais (2:05)

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terça-feira, 7 de julho de 2009

Móveis Coloniais de Acaju (2009 - c_mpl_te)

Móveis Coloniais de Acaju, essa “feijoada búlgara” onde um grupo de barbudos toca metais e um epiléptico saltita pelo palco, acaba de lançar um novo álbum, C_MPL_TE, que já foi disponibilizado para download através do novo projeto da Trama, o Álbum Virtual.

Álbum Virtual é um projeto no qual é possível baixar discos inteiros, sem proteção DRM, de maneira legal e gratuita.

Não é de hoje que o Móveis tem essa iniciativa, acessando sua pagina ainda é possível baixar cada musica do primeiro álbum deles, Idem.

Resumir em poucas linhas o Móveis Coloniais de Acaju é uma tarefa das mais difíceis. Descrever a sonoridade e a energia ao vivo do grupo exigiria um espaço considerável. Além disso, ainda há o lado empreendedor dessa banda-empresa que organiza seu próprio festival, produz e vende seus produtos (camisetas, acessórios, discos, etc) e planeja suas turnês. Texto furtado do Espelunka

1. Adeus (3:51)
2. Lista De Casamento (4:14)
3. O Tempo (4:38)
4. Cão-Guia (3:50)
5. Descomplica (3:51)
6. Café Com Leite (4:12)
7. Pra Manter Ou Mudar (A Do Piano) (4:10)
8. Bem Natural (3:14)
9. Falso Retrato (U-hu) (3:57)
10. Cheia de Manha (3:11)
11. Sem Palavras (5:21)
12. Indiferença (5:45)

Web do Móveis

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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Móveis Coloniais de Acaju (2005 - Idem)


Móveis Coloniais de Acaju é uma das grandes revelações do rock independente, originada em Brasília desde de 1998, a banda possui dois álbuns lançados: Idem(2005) e Complete, lançado esse ano. A Móveis possui influências musicais do leste europeu e de musica brasileira, gerando o rock-ska. O nome da banda é baseado em um evento histórico: um conflito unindo índios e portugueses contra os ingleses na Ilha do Bananal.

Formada em 1998, a banda teve seu primeiro disco, Idem lançado em 2005, com tiragem inicial de 3 mil cópias. O album teve boa aceitação e atingiu a marca de duas mil cópias vendidas nos dez primeiros dias.Em termos gastronômicos, o som de Móveis Coloniais de Acaju já foi denominado pelos próprios membros de "feijoada búlgara". É possível perceber o rock e ska com a influência de ritmos do leste europeu e música brasileira. Sem Palavras, o single lançado em 2007 pela banda, ficou em 21ª posição na lista das 50 melhores músicas do ano na revista Rolling Stone.

01 - Perca Peso
02 - Seria o Rolex?
03 - Aluga-se-vende
04 - Copacabana
05 - Menina-moça
06 - Cego
07 - Esquilo Não Samba
08 - Gregório
09 - Swing Hum e Meio
10 - Do Mesmo Ar
11 - Sadô-masô
12 - Receio do Remorso

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domingo, 5 de julho de 2009

Cais de Santa Rita, patrimônio cultural da fanfarice

Quem é de Recife conhece o famigerado Cais de Santa Rita, um terminal integrado de ônibus. Mas o que nem todo mundo sabe é que integrado às suas instalações, existem bares digamos inusitados. Quem espera ônibus lá dever ser visto muita coisa acontecer, tipo: tiros, garrafas e cadeiras voando, bebaços apanhando de vassoura, coroas dando pinta de gostoso(a), cheira-cola furtando desavisados(as), prostitutas dando o "golpe do rupinol", sanduíches de R$ 0,50, entre outras coisas...

O que sai na frente no meio de tanta bizarrice, são as coreografias do pessoal que bebe nos bares lá. Tudo muito envolvente e cheio de malícia. Uma das canções que embalam essas "babilônias" por lá é a que o DNA vos apresenta agora. Realmente um "clássico"!

Banda TOP 10 - Quem tira onde é eu

quando chega a noitada/ me dano pra gafieira /
minha calcinha fio-dental/ de sainha, é só doideira
entro nesse movimento/ muito louca
vou descendo até em baixo/ tua mulher vai me olhar
vai ficar só me olhando/ e eu cheia de kisuqui /
essa sebosa mulher feia/ fica olhando meu orkut
aí eu tiro onda/ dou uma reboladinha
passo a mão no meu cabelo/ dou tchauzinho pra queridinha
ela vai passar por mim/ vai morrer do coração /
se ela soltar piada/ vai rolar é confusão
quem tira onda é eu [2x] /
eu não como de ninguém / aqui quem bota quente é eu

Download da Música

DJ Grace Kelly

Tudo que é interessante em uma cultura vem do mix, ou seja da mistura. É bom se lembrar disso, principalmente nos dias de hoje, em que o Hip-Hop é associado a garotos anabolizados e gangsta-wannabes falando de suas „cachorras“ e a dita “world music” engloba tudo o que vai desde hinos de fãs de futebol até a versões alemanizadas de “Guantanamera”.
Mas uma coisa é certa: quando diferentes experiências, sons, sentimentos e visões colidem, aí surgem novas expressões. Isso se mostra na cozinha, no amor, na música e em outras partes da vida. O flamenco é inconcebível sem se pensar nos movimentos migratórios dos ciganos, assim como a música pop é impensável sem a influência do blues e de outrso rítmos vindos com imigrantes da África do sul

DJ Grace Kelly chegou em Berlim em 1996 através do caminho da seda dos nossos tempos, da Bahia, no Brasil, até a Europa Ocidental. Essa viagem é um fato essencial, se se quiser descrever a explosividade da sua música urbana. DJ Grace kelly, assim batizada por seus pais em uma cidadezinha de interior, encorpora justamente o que se passa com a cultura, quando esta viaja e se expande.

O que a DJ Grace Kelly apresenta ao seu público é nada mais, nada menos do que a Caixa de Pandora. Abre sua tampa, a sacode e as pessoas começam a dançar – exatamente como no famoso mito, no qual as cobras com seus olhos ardentes petrificam os olhos dos deuses. Nos melhores clubes de Berlin a DJ apresenta música afro-brasileira e o som latino-americano, assim como funk carioca, tudo isso temperado com drum’n’bass e electro. Como todo DJ crossover, também ela é influenciada por breakbeats orientais e por rítmos da Europa do leste, que delineam o seu mix.

Além de suas apresentaçoes em vários clubs e festivais na Alemanha e no mundo, Grace Kelly também tem sua própria festa, a Mundo Mix – World Wide Dance Music. A anfitriã e seus mais fascinantes convidados musicais oferecem uma plataforma para a diversificação do usado e abusado selo “world music”

Quem tiver preconceitos contra a música latina, ou quem acha que o mundo se encontra naquele canto empoeirado da loja de CDs, deveria dar um pulo à Mundo Mix ou sintonizar o programa Selektor – Brazil Beats da rádio Multikulti.

Desde 2004 Grace Kelly utiliza esse canal para mostrar a diversidade dos sons do Brasil, colaborando para sustentar as particularidades de um continente, sobre o qual muita gente ainda tem idéias equivocadas.

Mas quem é essa Grace Kelly? Uma embaixadora cultural – certamente! – uma percussionista, uma que adora dançar, uma DJ que sabe como fazer os outros dançar. Mas se você perguntar a ela o que ela toca exatamente, aí ela divaga pelo seu próprio saber sobre tradição e modernidade – pois é justo isso o que ela vive. Grace Kelly já batia tambor na Bahia. Ela tem uma espécie de compromisso com os zilhões de rítmos do nordeste brasileiro. Ela é parte do septeto de voz e percussão Rainhas do Norte, só de mulheres. As Rainhas alucinam o público em inúmeras festas e festivais open-air. O som som característico de sua percussão tem suas raízes no carnaval de recife, no maracatu-de-baque-virado. A banda faz um mix dessa herança cultural com os sons de Berlin – e aí fica claro, que Grace Kelly é parte disso.

Nas metrópoles encontramos sempre o MIX dos imigrantes de toda parte, que se transformam em geléias culturais. Em Berlim vivem pessoas de quase todas as nações. E quando se fala de Grace Kelly em Berlim, subentende-se a bruxa atrás do mixer, que veio da Bahia, Brasil.

Myspace da Grace

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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Rodrigo Campos (2009 - São Mateus Não É Um Lugar Assim Tão longe assim)

Rodrigo Campos é quietinho, paciente e sereno. Ninguém imaginaria, logo de cara, que, de sua cabeça desembocariam tantas melodias, tantas histórias. Fico pensando que ele deve ter uma necessidade maior, uma verdadeira missão interior, de fazer música bonita, de fazer samba e canção versando sobre as coisas mais corriqueiras da vida. Estão ali, de forma simples e direta, tropeços, engasgos, amores e despedidas. Melancolia e a saudade dos amigos, de lugares e ao mesmo tempo, a alegria de fazer música. Aliás, ele é um grande músico. Chegou quietinho, tocando cavaquinho numa gravação com a Céu, indicado pelo Curumim. Dois anos depois ele ligou: "Beto, então, tenho umas músicas, um projeto..." Não sei se São Mateus está cada vez mais longe ou mais perto dele, sei que está mais perto de mim do que jamais esteve.

1. Os Olhos Dela (3:44)
2. Brother José (3:07)
3. Lucia (3:31)
4. Rua Três (3:53)

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VA - Nicola Conte presents (2008 - Viagem)

1. Tenorio Jr - Nebulosa (1:53)
2. Trio Maraya - Canto De Ossanha (2:50)
3. Hector Costita Sexo - Tokio (3:53)
4. Wanda Sa - Vivo Sonhando (2:16)
5. Ana Lucia - Balanço Mar (2:09)
6. Zimbo Trio - Zimbo Samba (2:01)
7. Djalma Dias And Sambossa 5 - Cidade Vazia (2:59)
8. Octeto De Cesar Camargo Mariano - Sambules (2:15)
9. Yvette - Preconceito (3:49)
10. Bossa Jazz Trio - Vamos Embora Uau +++ DK (2:17)
11. Sansa Trio - Samba Em Blue (2:27)
12. Edgard And Os Tais - Bambe Lo (3:26)
13. Claudia And Brazilian Octopus - Gusto Deser Tomo Sou (1:59)
14. Som 3 - Margarida B (3:03)
15. Tenorio Jr - Samadhi (3:14)

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Bonde do Rolê (...with Lasers)

O Bonde do Rolê foi formado pelos DJs e produtores Rodrigo Gorky, Pedro D'Eyrot e pela vocalista Marina Vello no meio de 2005. No final do mesmo ano, começaram a fazer sucesso após colocarem suas músicas no site MySpace e chamaram atenção da imprensa e de produtores nacionais e internacionais pelo modo despojado de sua música, com letras descomprometidas e politicamente incorretas e atitude de não ligar para o que pensam sobre a música que tocam.

Em 2006, lançaram um CD promo e um vinil pelo selo Mad Decent, do DJ americano Diplo, onde estão vários sucessos do grupo, como Melo do Tabaco (com letra de Alemão UC, do Smoke My Tabaco), Caldinho (letra de Cello, do Bonde das Impostora) e Jabuticaba.

Em março, a revista Rolling Stone escolheu o trio como uma das Dez bandas para se ligar no mundo inteiro, no já famoso 10 Bands to Watch, onde foram descritos como Brazilian party starters (Os brasileiros que agitam as festas - numa tradução livre).

No mês seguinte o jornal americano The New York Times elogiou o trabalho do grupo. Em maio, a banda fez 6 shows em diversos países da Europa.

Em julho de 2006 a banda fez uma turnê pelos Estados Unidos e Canadá com Diplo e a banda Cansei de Ser Sexy.

Em 2007, o grupo anunciou a saída da vocalista Marina, por razões de uma briga interna entre o trio. Em entrevista a um jornal curitibano, Marina afirma que pretende lançar sua carreira solo em breve, com estilo musical diferente do funk da ex-banda.[2] Em outubro de 2007, o Bonde do Rolê teve uma de suas faixas, "Solta o Frango", reproduzidas no jogo para PSP, PS2, PC, XBOX 360, PS3, Wii e DS "FIFA 08".

Os dois outros integrantes, Pedro e Rodrigo, seguiram com o Bonde do Rolê e se associaram à MTV para a escolha de uma nova vocalista para a banda. O especial foi ao ar dia 6 de março e, para a surpresa dos fãs, duas vocalistas foram efetivadas na banda, a paulista Ana Bernardino e mineira Laura Taylor.

A nova formação da banda esta atualmente em turnê pela Europa e já prepara um novo disco, com previsão de lançamento em 2009.

1. Dança Do Zumbi (2:51)
2. Solta O Frango (2:15)
3. James Bonde (1:59)
4. Tieta (1:59)
5. Office Boy (2:29)
6. Marina Do Bairro (2:14)
7. Divine Gosa (2:46)
8. Gasolina (3:36)
9. Caminhão De Gas (2:20)
10. Geremia (2:44)
11. Quero Te Amar (3:09)
12. Bondallica (2:04)

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