sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Isaar (2009 - Leve / Trilha sonora)



CD LEVE - TRILHA SONORA
Lançamento da trilha sonora do espetáculo de dança Leve

Depois do belo trabalho realizado em 2009 no disco solo “Copo de Espuma”, a cantora e compositora pernambucana Isaar lança o “CD LEVE – TRILHA SONORA”, um disco dedicado exclusivamente a trilha sonora do espetáculo de dança Leve. O CD tem como diretora artística a própria Isaar e conta com a participação de bons músicos do cenário musical de Pernambuco. “É a primeira vez que assino uma trilha sonora. Já participei do processo de criação de outras trilhas, como convidada por outros músicos, mas essa é a primeira vez que eu componho para um espetáculo”, revela Isaar.

Leve transporta para a cena as sensações, os sentimentos e os questionamentos do ser humano diante da morte. O espetáculo foi criado sob a perspectiva de quem viveu a perda, a partir das vivências das criadoras-bailarinas Maria Agrelli e Renata Muniz. Para a composição da trilha, Isaar utilizou como mote inicial as “excelências”, lamentos cantados nos velórios, no sertão nordestino. O sentido de cantar para o morto foi a inspiração da música de abertura do espetáculo.

O restante da trilha foi concebido em conjunto com as duas bailarinas, buscando uma conexão entre as sensações suscitadas em cada cena. Sentimentos como a impotência, a saudade, a dor, a raiva, a confusão, o alívio serviram como inspiração para criação do movimento e para composição da trilha. A concepção da cena teve um intenso trabalho de colaboração entre os artistas envolvidos, promovendo um constante diálogo entre a criação da coreografia, da música, da iluminação e do cenário. “O processo de criação de trilha foi bom pela interação que tive com os artistas de dança e teatro. Foi um trabalho de achar o ponto certo para que todo mundo saísse satisfeito”, comenta Isaar.

Para a composição e execução das músicas do espetáculo Isaar convidou os músicos João do Cello (violoncello), Claudio Rabeca (rabeca) e Lito Viana (violão e baixo). A trilha conta ainda com uma composição da artista sergipana Patrícia Polayne, interpretada por Isaar. O processo de criação da obra foi documentado em um blog, com postagens das bailarinas e de colaboradores do espetáculo. Acesse o blog: http://levediario.blogspot.com.

A Tuba Antiatômica Do Planalto (2003)


Banda brasiliense polissacaridea. Vinda do grupo de Teatro Nu Tragico tem atores, musicos e diretores de cinema e teatro em sua formacao. Acabou de lancar o disco independente A Tuba Antiatomica do Planalto com apoio do FAC-DF, em que mostra um pouco do repertorio apresentado em cidades como Recife, Fortaleza, Brasilia, Goiania, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Pipa, Trancososo, dentre outras.

Download

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Criolina (2009 - Dancemus et Rebolemus)


CD Promo Criolina - Dancemus et Rebolemus

Neste disco estão reunidos alguns dos remixes, sets e composições próprias do coletivo de DJs Criolina, de Brasília.
Música brasileira, latina, funk, soul, balkan, jazz e suíngue.

Festa Criolina

 • Tradicional em Brasília, a festa lota o Bar do Calaf, desde janeiro de 2005, todas as segundas-feiras. Isso mesmo, nas segundas.
 • O Criolina está também em São Paulo, desde janeiro de 2008, onde já percorreu as casas Studio SP, Berlim Club e atualmente ocupa o Tapas Club.
 • Além de edições exporádicas em várias outras cidades.
 • A cada edição, DJs e bandas diferentes de todo canto do planeta passam pelo palco do Criolina, apresentando o melhor dos velhos e novos grooves.
 • O projeto é conduzido pelos DJs Barata, Pezão, Daniel Black e Oops em Brasília e pela produtora Cláudia Daibert em São Paulo. Essa galera integra o coletivo de produção Só Som Salva, que também produz shows, projetos culturais, artes gráficas, divulgação, curadoria, trilhas de cinema e publicidade, além de um programa semanal na Rádio Cultura FM 100,9.

Download

Programação do Carnaval Multicultural do Recife 2010


Salve Salve moçada!


Saiu hoje a programação do CARNAVAL MULTICULTURAL DO RECIFE 2010. Para quem acha que quatro dias de Carnaval é pouco, uma boa notícia. A folia deste ano foi estendida. Agora, serão duas semanas de babilônia.


Assim que sair a programação do Carnaval de Olinda, postaremos aqui!

Baixe a programação e arme seu roteiro!

Download da programação

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Alessandra Leão (2009 - Dois Cordões)


Em meio à recente explosão de jovens cantoras cool, urbanas, muitas delas centradas no samba carioca, três anos atrás saltou aos ouvidos de alguns privilegiados o disco de estréia da pernambucana Alessandra Leão, Brinquedo de Tambor.

Ao invés de polimento, suavidade ou as sonoridades mais hype, o CD da ex-integrante do Comadre Fulozinha gritava sua aspereza, revelando também uma surpreendente compositora, com um raro frescor no manejo da música tradicional do litoral e Zona da Mata nordestina. O paralelo mais imediato para situar as referências seria o amigo Siba e sua Fuloresta do Samba, que também escondem por trás de sonoridades ancestrais uma radical atualidade. Mas o disco de estréia, ainda que farto em contrapontos e usando algumas guitarras, ainda era um tanto reverente às tradições de que se apropriava. Pois neste novo CD - Dois Cordões, a coisa amadureceu como se décadas, e não anos, houvessem passado.

Nele, a idéia de arranjo e sonoridade (obra do produtor/arranjador/instrumentista Caçapa) é inseparável do resultado final: uma combinação 100% inédita dos timbres de três guitarras elétricas (de 6, 7 e 12 cordas), em camas quase nunca harmônicas, mas sim complexamente polifônicas. Tecidos sonoros que devem tributo tanto aos estudos eruditos europeus de contraponto e fuga quanto a escuta atenta dos mestres da música africana, igualmente polifônica e não-harmônica.

E essa meticulosa rede de vozes instrumentais é alicerçada à terra não por acaso por um místico (e mítico) trio de ilús: tambores de pela utilizados nos terreiros de Xangô (como é conhecido o candomblé em Pernambuco). E a moldura do disco é essa. Pouco mais, pra dar molho: um pandeiro aqui, caxixis ali, talking drums, güiro, ganzá, eventuais coros.

Só que nada disso seria mais do que curioso ineditismo se, sobre essa tessitura, não flutuasse como ave rara a voz de Alessandra. Uma voz por vezes doce e jovial, por vezes crestada numa alegria ancestral que ecoa essa gente simples dos interiores de Norte e Nordeste, gente que canta porque não sabe não cantar. Essa gente humilde e feliz, feliz de uma felicidade muitas vezes incompreensível para urbanos e/ou sulistas.
Mas do que fala essa voz? Sobre o que escreve essa compositora única, que abre as asas sobre o chão de terra e paira sobre o mundo, sobre sentimentos universais, sobre dramas de qualquer cidadão do planeta? Fala de (ser) par, de dualidade, de chegadas e de partidas. Fala de Ogum e de Iemanjá. De amor e violência, fogo e mar, tradição e contemporaneidade. África e América, elétrico e acústico. Tensão e festa. Fala de gente.E é essa, acima de tudo a força desses Dois Cordões. É um disco de gente. Gente falando de gente.

Texto: Arthur de Faria

Download

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Cabruêra (2010 - Visagem EP)



A CABRUÊRA está a 10 anos na estrada tocando para platéias dos mais diferentes idiomas, com passagens por importantes festivais no Brasil e na Europa. Formada por alunos da Universidade Federal da Paraíba, em Campina Grande (PB), a banda reúne quatro músicos com diversas influências, desde o cancioneiro popular da Paraíba, até a música eletrônica. Realizou diversas turnês no Brasil e no exterior e gravou os CDs Cabruêra (2000), Samba da Minha Terra (2004) e Sons da Paraíba (2005) Participou de festivais na Inglaterra, Dinamarca, Itália, República Tcheca, Alemanha, França, Holanda, Bélgica, Suíça e Portugal, e seu segundo álbum foi lançado mundialmente em 2005 pela gravadora alemã Piranha Records. Teve músicas incluídas em diversas coletâneas lançadas no Brasil, Japão, EUA, Portugal, França e Alemanha. Também teve músicas sincronizadas em filmes e documentários no Brasil, EUA e Europa. Dos festivais no exterior destacam-se o MIDEM na França, o Roskilde na Dinamarca, a POPKOOM na Alemanha, WOMAD na Itália e o Montreux Jazz Festival na Suíça. No Brasil o grupo tem passagem pelo Abril Pro Rock, Goiânia Noise, Rec Beat, Mada, Calango, Porto Musical, Feira Musica Brasil entre diversos outros. Em 2008 o grupo participou do programa Som Brasil da Rede Globo em homenagem a Luiz Gonzaga e realizou sua décima turnê pela Europa. Atualmente está concentrada na produção do seu próximo álbum que terá o patrocínio da Petrobras Cultural e estará disponível gratuitamente no site Overmundo.

Download

Sacassaia (2009 - Sampleando deus e o mundo)

2008. Gardenel e Tony Roballo se encontram para a criação de um novo projeto musical.

Em cerca de um ano de trabalho, e com a participação de alguns dos mais importantes artistas da música de Brasília, entre os quais Renato Matos, Indiana Noma e Moisés Alves,
doze músicas foram gravadas, finalizadas, mixadas e masterizadas. Após debates, pleitos, consultas numerológicas e cabalísticas, o grupo ganhou um novo nome – Sacassaia. O nome, extraído da obra Macunaíma, de Mário de Andrade, se referia a uma espécie de formiga: “A tristura talqualmente correição de sacassaia viera na taba e devorara até o silêncio.”

O resultado deste trabalho está no disco Sacassaia - Sampleando Deus e o Mundo. Uma produção independente , com patrocínio do Fundo de Arte e Cultura da Secretaria de Cultura do Governo do Distrito Federal.

O CD foi gravado no Estúdio 104, em Brasília e as faixas mixadas nos estúdios 104 (Brasília), Uns aos Outros (Brasília) e Farmfresh Áudio (Barcelona, Espanha). Posteriormente foi masterizado por Michael Fossenkemper, no Turtletone Studio, em Nova York (USA).

Download

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

[DNA apoia] Terça do Vinil pega fogo nas ladeiras de Olinda


Naurêa (2009 - Babelesko)



naurÊa
são duas palavras ditas muito rapidamente que representa uma sensação, um tipo de pressão sonora que diz muito sobre a força que mora em seu som. Som esse que resolveu reinventar a mistura particular que é o forró, ampliando e dando novas possibilidades para o xote, o xaxado e o baião, tradicionais ritmos nordestinos. Formada em novembro de 2001,  em Aracaju,  a naurÊa  toca basicamente o que chama de Sambaião. Como o nome já sugere, uma mistura de samba e baião. Mas não pára por aí. A banda recebe informação musical de várias partes do Brasil e do mundo: das batidas populares do universo negro de Laranjeiras ao costarriquenho Reggaeton; da música pouco convencional de Tom Zé às melodias de Cuba e do Leste Europeu; das guitarras "caribenhas" do Pará ao apelo   do   R&B   e   do   Hip   Hop.   A   idéia,  muito  mais   do   que   fazer  mistura,   é  mostrar   as potencialidades do forró, é ter uma sonoridade própria com um sotaque local.

No entanto o que tem se evidenciado na naurÊa é sua vocação para cruzar as fronteiras de Sergipe.  Tocou nas mais  importantes  feiras e encontros de música do Nordeste: a Feira da Música de Fortaleza (2004), O Festival de Inverno de Garanhus (2004), o Mercado Cultural da Bahia (2005), a Feira da Música Internacional de Brasília (2006), O RecBeat de Recife (2006).

Sem contar as participações nas festividades dos Jogos Pan-americanos, PAN 2007 no Rio de Janeiro, quando fez quatro apresentações na praia de Copacabana assim como os shows nas cidades de Colônia, Dortmund e Berlim na Alemanha durante o mundial de futebol de 2006. A partir daí a Europa passou a ser um mercado para a naurêa que em 2007 fez uma segunda turnê de verão em julho/agosto. A turnê durou mais de 20 dias e se estendeu para os Alpes austríacos e 11 cidades alemãs. Em 2008 o ponto alto foi a participação na Feira POPKOMM em berlin.

Para 2009 são grandes as expectativas começando com Verão Sergipe e o lançamento do DVD “Sambaião VIVO”, que já foi exibição nacionalmente pelo Canal Brasil. O forró de Sergipe está
representado no Brasil e no Mundo pelo sambaião da naurÊa.

Download

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Sobrado 112 (2009 - Isso Nunca me Aconteceu Hoje)


O gênero musical da banda Sobrado 112 foi batizado de Skapolca, combinação do ritmo jamaicano Ska com a polca – estilo de música e dança de compasso binário. Ficou confuso? Façamos a brincadeira então de juntar os elementos: ritmos caribenhos, jazz, R&B e dança. Saia um pouco da fórmula e adicione aí mais alguns elementos como reggae, dub, samba-rock e demais ritmos baseados no groove. Está aí a fórmula do som do Sobrado 112. Essa mistura nasceu no Rio de Janeiro, mais especificamente no bairro da Glória, na Rua Benjamin Constant, 112, em 2007, onde moraram Victor Gottardi e Leandro Joaquim, naturais de Ribeirão Preto, e Cláudio Fantinato, de Pirassununga, também do interior São Paulo. Das várias reuniões regadas com esta mistura de ritmos especiais saiu o “Desmanche”, primeiro disco da banda, com participações especiais de Aldir Blanc e Lucas Santana. Em 2008, os três músicos se juntaram aos amigos Maurício Calmon, Pedro Dantas e Miguel Martins e caíram na estrada. Essa convivência e amizade resultou num som compacto e original, levando a banda a ser vencedora do Festival Bota Pra Fazer Música no Rio de Janeiro em 2008. Nesse mesmo festival, a mistura de sons da banda chamou a atenção de Bruno Vieira, consultor de Novos Negócios da Oi, e dos integrantes do Conselho artístico da rádio Oi FM. O Sobrado112 foi de encontro com a proposta do selo Oi Música, de lançar para o mercado talentos emergentes da cena independente brasileira, que tenham uma brasilidade seu DNA. Então, o sexteto gravou o seu terceiro disco, “Isso nunca me aconteceu hoje”, sob assinatura artística do produtor Bid, referência na cena musical e responsável pelo “Afrociberdelia”, de Chico Science & Nação Zumbi. Esse novo trabalho mostra a sintonia entre os integrantes e a afinidade com as novas canções.