Nova mix tape da DJ Tata, pra lavar a alma de todos!!! Lavando a alma!!!
1 - Clara Nunes - A deusa dos orixás
2 - Água de Moringa - No terreiro do alibibi
3 - Alessandra Leão - Guerreia, são jorge
4 - Jorge Ben - Jorge de capadócia
5 - Marku Ribas - Kelé
6 - Cordel do Fogo Encantado - Pedrinha
7 - Comadre Fulozinha - Se o mal
8 - Maria Bethania - As ayabás VS Jam da Silva - Macumba
9 - Otto - Celular de nana (DJ Dolores remix) VS Bongar Coco de Xambá - Vem amor
10 - Ciranda Brasileira - Meu jesus
11 - DJ Tudo - Desabaragua
Download
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
[DNA apoia] VINIL E OUTRA COZINHAS de volta em março!
O DJ 440 comanda o happy hour das quintas-feiras do Burburinho. Após o carnaval, o projeto Vinil e Outras Cozinhas está de volta. Deixando o som digital um pouco de lado, música brasileira imperecível em discos de vinil. Na cozinha, uma iguaria diferente em forma petisco a cada noite.
Serviço:
DJ 440 apresenta: Projeto Vinil e outras cozinhas.
Local: Bar Burburinho
Rua Tomazina, 106 - Recife Antigo
A partir das 19hs.
Couvert: R$ 3,00 (com uma caipirinha inclusa)
http://twitter.com/barburburinho
http://twitter.com/dj440
Serviço:
DJ 440 apresenta: Projeto Vinil e outras cozinhas.
Local: Bar Burburinho
Rua Tomazina, 106 - Recife Antigo
A partir das 19hs.
Couvert: R$ 3,00 (com uma caipirinha inclusa)
http://twitter.com/barburburinho
http://twitter.com/dj440
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Bando Afromacarrônico Remix
Três músicas do álbum Pastiche Nagô (2008) de Kiko Dinucci e seu Bando AfroMacarrônico foram remixadas por M. Takara, Psilosamples e Rossano Snel. Cada canção foi trabalhada por um artista e ganhou elementos com referências pessoais. Rossano remixou “Rainha das Cabeças” incluindo elementos eletrônicos e jazzísticos misturados aos já presentes instrumentos de percussão da versão original. O chorinho “Mosquitinho de Velório” foi transformado em música eletrônica por Psilosamples que acrescentou ruídos ao sambinha. Já o fera M.Takara ressaltou o som do baixo na versão que fez para “Padê Onã”. Os remixes se encaixam muito bem com as composições do grupo e mostram o quão versáteis e contemporâneas são as músicas do disco.
Marcadores:
Bando Afromacarronico
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Orquestra Popular Bomba do Hemetério (2007 - Jorrando Cultura)
O lançado o primeiro CD oficial da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, “Jorrando Cultura”, com onze canções que trazem parte da riqueza cultural da Bomba do Hemetério, comunidade que integra o bairro de Água Fria, situado na zona norte da capital pernambucana. A equipe, idealizada e liderada pelo compositor, arranjador e instrumentista Maestro Forró, vem conquistando cada vez mais elogios em suas apresentações por mostrar arranjos fora dos padrões para as orquestras de frevo, unindo características eruditas e populares. O
grupo realiza um trabalho de pesquisa, manutenção, releituras e interações da nossa música regional com varados ritmos do mundo.
“Jorrando Cultura”, segundo o Maestro Forró, é o resultado de uma política interna de prática e incentivo de composições e arranjos (estes últimos, dele próprio e mais, Parrô, Waltinho D’Souza e Natanael Dádiva), além de registrar releituras de músicas conhecidas como “Vassourinhas”, “Cabelo de Fogo” e “Elefante”. “Na Orquestra, há um incentivo ao estudo e a pesquisa, tanto acadêmica, quanto na vivência ao nosso redor. Isso porque é preciso também estar antenado com a música contemporânea, que quer dizer ‘do nosso tempo, de agora’”, diz o Maestro. Segundo ele, no grupo, além da própria criação musical, há ainda uma discussão constante sobre a posição classista de cada músico, abordando questões como profissionalismo, cidadania e ética.
grupo realiza um trabalho de pesquisa, manutenção, releituras e interações da nossa música regional com varados ritmos do mundo.
“Jorrando Cultura”, segundo o Maestro Forró, é o resultado de uma política interna de prática e incentivo de composições e arranjos (estes últimos, dele próprio e mais, Parrô, Waltinho D’Souza e Natanael Dádiva), além de registrar releituras de músicas conhecidas como “Vassourinhas”, “Cabelo de Fogo” e “Elefante”. “Na Orquestra, há um incentivo ao estudo e a pesquisa, tanto acadêmica, quanto na vivência ao nosso redor. Isso porque é preciso também estar antenado com a música contemporânea, que quer dizer ‘do nosso tempo, de agora’”, diz o Maestro. Segundo ele, no grupo, além da própria criação musical, há ainda uma discussão constante sobre a posição classista de cada músico, abordando questões como profissionalismo, cidadania e ética.
A equipe é composta por 21 integrantes, sendo 18 músicos (cinco saxofones; quatro trompetes; 04 trombones de vara; 01 tuba; 01 baixo elétrico; 03 percussionistas, 02 cantores – Valéria e D’Ângelo Espíndola; e o Maestro Forró) e três técnicos (um iluminador, um roadie e um técnico de som), todos moradores da comunidade. “Um dos nossos objetivos é valorizar a mão-de-obra local”, diz o Maestro Forró. O CD de estréia foi realizado com produção independente (recursos próprios) e certo incentivo do SIC Municipal e conta ainda com a participação de brincantes daquele bairro da zona norte recifense, como o Mestre Walter - personagens que representam genuinamente a alma popular contemporânea.
Marcadores:
Orquestra Popular Bomba do Hemetério
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Karina Buhr (2010 - Eu Menti Pra Você)
De meia rendada, sapatinho de menina, presilha no cabelo, maquiagem colorida, Karina Buhr quase engana um incauto com uma carinha tímida. Logo seus olhos meio esverdeados se lançam sobre a platéia e saem da boca dessa figura doce que “uma fúria odiosa já está na agulha” ou uma canção de ninar pras crianças de Bagdá que diz ”dorme logo antes que você morra, está chovendo fogo e as ruas estão queimando”. Karina trabalha com o espontâneo e o inusitado de quem diz que quer passar a tarde estourando plástico bolha mas com um conteúdo muitas vezes desestabilizador. Suas imagens não são comuns e há qualidade na construção: “o céu embaixo das nuvens, a terra por baixo do asfalto, o centro da Terra que puxa a gente, a gente pula contra a vontade do chão”. Até pra falar de amor o discurso poético não é óbvio: “fria, não miro a ira, não miro mas te acerto no peito, quando mudo meu amor de endereço.
Karina nasceu na Bahia, mas foi criada em Pernambuco onde viveu intensamente a música de raiz, as pastoras, o cavalo marinho, o maracatu. E traz de lá esse colorido em suas músicas e letras. Tem qualquer coisa de sonho a impressão que fica ao ouvir seu disco, ao ver seu show. Uma nuvem te envolve. E eu acredito que esse barato se dá pela originalidade de seu discurso que está nas letras, na postura de palco, na concepção musical contemporânea, livre da definição de gêneros e estilos. A diversidade é hoje uma realidade cultural e Karina Buhr é um talento em destaque nessa cena.
Há cerca de dez anos, Itamar Assumpção me disse o seguinte: "A música brasileira tem muitos melodistas populares, Luiz Gonzaga, Monsueto, Cartola, Lupicínio, Adoniran, as melodias são eternas, então se você diz que está na tal MPB tem que prestar atenção nisso, ser diferente é o mínimo!”
Karina Buhr é diferente. “Eu Menti pra Você” é seu disco de estreia em carreira solo depois de anos no Comadre Fulozinha e já é uma das melhores coisas desse ano que começa agora. Os músicos são o que há de melhor nessa geração: Bruno Buarque (bateria, base mpc), Mau (baixo), Guizado (trompete), Dustan Gallas (teclados e piano), Otávio Ortega (teclados e bases eletrônicas), Marcelo Jeneci (acordeon e piano) e as guitarras mais incríveis do país Edgard Scandurra e Fernando Catatau, além da atriz alemã Juliane Elting e do percussionista cubano Pedro Bandera. Os caminhos sonoros, como já disse, vão muito além do conhecido. As referências estão diluídas na originalidade dessa reunião de talentos e faria feliz o exigente Itamar como faz a mim.
Há muito tempo eu esperava ouvir algo assim. Pra entender o que eu digo ouça o disco com liberdade e atenção pra aprender com Karina Buhr quando ela diz “pelo avesso vamos pro fundo (...) sinto muito que você não pensa nisso, surpresa sua. Mas pode ser também surpresa minha, surpresa sua”. E fique feliz!
Download
Karina nasceu na Bahia, mas foi criada em Pernambuco onde viveu intensamente a música de raiz, as pastoras, o cavalo marinho, o maracatu. E traz de lá esse colorido em suas músicas e letras. Tem qualquer coisa de sonho a impressão que fica ao ouvir seu disco, ao ver seu show. Uma nuvem te envolve. E eu acredito que esse barato se dá pela originalidade de seu discurso que está nas letras, na postura de palco, na concepção musical contemporânea, livre da definição de gêneros e estilos. A diversidade é hoje uma realidade cultural e Karina Buhr é um talento em destaque nessa cena.
Há cerca de dez anos, Itamar Assumpção me disse o seguinte: "A música brasileira tem muitos melodistas populares, Luiz Gonzaga, Monsueto, Cartola, Lupicínio, Adoniran, as melodias são eternas, então se você diz que está na tal MPB tem que prestar atenção nisso, ser diferente é o mínimo!”
Karina Buhr é diferente. “Eu Menti pra Você” é seu disco de estreia em carreira solo depois de anos no Comadre Fulozinha e já é uma das melhores coisas desse ano que começa agora. Os músicos são o que há de melhor nessa geração: Bruno Buarque (bateria, base mpc), Mau (baixo), Guizado (trompete), Dustan Gallas (teclados e piano), Otávio Ortega (teclados e bases eletrônicas), Marcelo Jeneci (acordeon e piano) e as guitarras mais incríveis do país Edgard Scandurra e Fernando Catatau, além da atriz alemã Juliane Elting e do percussionista cubano Pedro Bandera. Os caminhos sonoros, como já disse, vão muito além do conhecido. As referências estão diluídas na originalidade dessa reunião de talentos e faria feliz o exigente Itamar como faz a mim.
Há muito tempo eu esperava ouvir algo assim. Pra entender o que eu digo ouça o disco com liberdade e atenção pra aprender com Karina Buhr quando ela diz “pelo avesso vamos pro fundo (...) sinto muito que você não pensa nisso, surpresa sua. Mas pode ser também surpresa minha, surpresa sua”. E fique feliz!
Download
Marcadores:
Karina Buhr
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Carlos Careqa (2009 - Tudo que respira quer comer)
Você já correu de costas numa praia deserta? Já deu uma guinada pra pista contrária da rodovia e acelerou na contra mão? Ou então, pisou de propósito no véu da noiva que subia pro altar? Garanto: faz um bem arretado passar rasteira na rotina. Fazer todo dia tudo sempre igual dá nó no neurônio. E sobra apenas 10% de prazer. Dessa ameaça não padece a música de Carlos Careqa - a partir da própria assinatura: primeiro, ele é cabeludo; e troca o c pelo q... logo logo pelo quê vira nome de bebida. enquanto não acontece, se lambuze no novo CD do elemento. Nada de exibicionismo digital. Ele ainda escala violoncelo, trombone, guitarra, violão, baixo, acordeom... quarteto de cordas! E abre um leque de idéias-surpresa, de faixa em faixa, enquanto pratica metamorfose na voz. Divirta-se, se delicie. afinal, tudo que respira quer variar.
Maurício Kubrusly - Jornalista
Download
Maurício Kubrusly - Jornalista
Download
Marcadores:
Carlos Careqa
VA - Coletânea Satélite 061
A revista Satélite 061 é uma vitrine da arte e dos artistas em Brasília. O intuito é divulgar a arte dos brasilienses no exterior, com produção dos Ossos d’Ofício e Só Som Salva. E essa galera, Marcelo, Déborah, Martha, Pezão, Barata e Oops foram na fé - digo na feira internacional de world music, a Womex, divulgar a revista.
A idéia é isso mesmo. Divulgar os artistas da cidade no exterior e quem sabe atrair investidores. Sejam aqueles que querem vir tocar na cidade, produzir, divulgar etc. Mas também não se pode representar todo eles na revista – e na cidade são tantos... Pois o critério principal para definir qual artista é publicado, ou não, foi a importância da sua obra e, ou, sua relevância no cenário atual. Mesmo assim, alguns devem ter ficado de fora, talvez até muitos...
Leia mais no Blog Eu ovo
A idéia é isso mesmo. Divulgar os artistas da cidade no exterior e quem sabe atrair investidores. Sejam aqueles que querem vir tocar na cidade, produzir, divulgar etc. Mas também não se pode representar todo eles na revista – e na cidade são tantos... Pois o critério principal para definir qual artista é publicado, ou não, foi a importância da sua obra e, ou, sua relevância no cenário atual. Mesmo assim, alguns devem ter ficado de fora, talvez até muitos...
Leia mais no Blog Eu ovo
Download
Acesse o site da revista
Marcadores:
VA - Coletâneas
Assinar:
Postagens (Atom)









