segunda-feira, 26 de abril de 2010

VA - Coletânea Terra Batida

Afim, de apresentar e divulgar o sempre independente metal pernambucano, surgiu a Coletânea TERRA BATIDA. Com 6 banda, Alkymenia, Desalma, Insurrection Down, Project 666, Rabujos e Unscarred, o projeto resume e retrata a qualidade da música pernambucana em sua vertente mais pesada.

Além de divulgar o trabalho dos metaleiros do estado, a Coletânea TERRA BATIDA, visa difundir o metal, fortalecendo o gênero como parte integrante da enorme pluralidade, cultural pernambucana, justificando assim à sua   aprovação no edital de 2008 do FUNCULTURA (Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura).

Sonora Samba Groove (2010 - Cadê o Dega?)

O Sonora já trilha seu caminho no âmbito de João Pessoa, tendo tocado nas melhores casas da cidade e  já abriram shows da Vanessa da Mata, Bonsucesso Samba Clube, Emboscada e outros. 
 
Suas versões e releituras das músicas dos grandes nomes da música nacional, como Jorge Ben Jor, Tim Maia, Chico Buarque, Tom Jobim, Zeca Pagodinho, Simonal, Bezerra da Silva  e tantos outros nomes, apresentam sempre uma qualidade espantosa que é uma marca da banda.
 

Gilber-T (2010 - Eu não vou morrer hoje)


EU NÃO VOU MORRER HOJE!

Entre a casa e o trabalho, faço o meu melhor. Vejam só! – a melhor pista para entender Gilber T está aí mesmo, na letra de uma das 11 músicas que compõem o CD Eu Não Vou Morrer Hoje. Alguns o conhecem como guitarrista do Laura Palmer, coletivo do Rio que resgata hoje o que de mais interessante havia no rock brasileiro dos anos 80: uma mistura de curiosidade, falta de cerimônia para quebrar barreiras e amor pela erudição pop. Outros ainda hão de lembrar de Gilber T como o guitarrista do Tornado, uma das várias bandas que botavam fogo no underground carioca dos anos 90 (de Garage Art Cult e demais buracos) friccionando black music e rock pesado. Mas é de um outro Gilber, de que fala esse disco: o cara que concilia as dores e delícias do cotidiano – emprego formal, contas a pagar, mulher, engarrafamento cachorro – com as viagens transcendentais que faz em sua própria cabeça, ao som da guitarra de Jimi Hendrix. Em seu momento de escape, a fuga é a música. E a música é sua melhor tradução, sua melhor crônica. De tudo que é e o que ainda pode ser. De um mundo complicado, veloz e perfeitinho, onde Bob Marley toca com acompanhamento dos Pixies num bar de São Gonçalo, com muita cerveja barata. Todas as loas à tecnologia dos anos 00, que possibilitou ao cara sentar na frente de um computador e, no tempo livre, montar seu primeiro disco solo. Ele plugou suas guitarras SG e Telecaster na placa de som, escolheu os samples, programou as batidas, tocou baixos e sintetizadores e deixou o resto nas mãos dos amigos Bruno Marcus (que tocou mais alguns instrumentos, soltou beats e ainda cuidou da produção e mixagem), Gil Mendez (da bateria tribal e animal) e Ronaldo Campos (do baixo). Assim, com toda calma, foi feito o disco desse guitarrista e compositor influenciado por vários estilos, que, em suas próprias palavras, “junta, copia, sampleia, recicla e envolve com canções de três minutos em média, refrões repetitivos, alternando estrofe/refrão, eventuais solos de guitarra ou não, tudo conforme a cartilha pop.”

Silvio Essinger, Janeiro 2010 

VA - Coletânea Marcha da Maconha 2010 [Recife]



Coletânea Virtual Marcha da Maconha Recife – Vol 01


A Coletânea virtual “Marcha da Maconha – Vol I” trás 16 nomes da cena recifense e alagoana, num breve apanhado da produção local que caminha, positivamente, por várias vertentes da música. Engajados nas atividades da marcha e em prol aos debates sobre a descriminalização do uso da erva e a liberdade de expressão, os artistas cederam os direitos autorais das músicas para esta coletânea - resultado da primeira festa da Marcha da Maconha no Recife – e que também está disponível para download no www.filipetadamassa.blogspot.com

Produção: Guilherme Bota
81 8512-8407 minotenorio@gmail.com

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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Fred Jorge e os Maiorais

Fred Jorge e os Maiorais são autênticos representantes da nova música black brasileira. Soul music, classic funk, samba, afrobeat e hip hop são os ingredientes da mistura que resulta em um som único, dançante e suingado no melhor estilo do samba soul brasileiro criado pelos mestres Tim Maia, Cassiano, Jorge Ben Jor, Gerson King Combo e Banda Black Rio. Este mix de estilos poderá ser conferido no primeiro CD da banda, lançado de forma independente e com participações especiais de grandes músicos. Em 2010 a banda comemora dez anos de estrada, com muita história pra contar. Ao longo de quase uma década, o grupo já dividiu o palco com nomes importantes da música brasileira, como a banda Funk Como Le Gusta e o mestre Jorge Ben Jor.

No palco a banda faz das suas apresentações verdadeiras festas. A tradição da dança, dos improvisos e da animação – parte integrante da cartilha dos grandes mestres desses estilos, como James Brown e Tim Maia – faz dos shows do grupo um dos mais concorridos da noite campineira.

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[DNA apoia] BAILE TANGOLOMANGO / Recife

SKA MARIA PASTORA
ELETROSOUL
DJ 440


Sábado, dia 15 de Maio
1º andar do BURBURINHO Bar e Comedoria
a partir das 23hs.


Entrada: R$ 15 / R$ 12 na lista amiga até meia-noite (limitada a 100 pessoas).

Formas de pagamento: Dinheiro ou no Cartão VISA e MASTERCARD (débito).

Informações: Lívia Neves – Assessora de Comunicação
81.9424-3707  / comunica.vox@gmail.com

segunda-feira, 19 de abril de 2010

[DNA apoia] A volta da TERÇA DO VINIL

Depois de quase 3 meses de férias, a famigerada TERÇA DO VINIL, tradicional happy hour olindense está de volta.

Para comemorar esse retorno e o aniversário do seu criador e executor, o DJ 440, nada melhor que um especial com ele, Reginaldo Rossi.

No toca discos, clássicos e músicas "roots" do Rei, além de muita música brazuca.
Serviço:

DJ 440 apresenta: TERÇA DO VINIL
BODEGA DE VÉIO
R.DO AMPARO - CIDADE ALTA - OLINDA
TODA TERÇA
A PARTIR DAS 19HS
DE GRAÇA E NA RUA
INFORMAÇÕES:
Livia Neves - Assessora de Comunicação - 81.9424-3707
comunica.vox@gmail.com

terça-feira, 13 de abril de 2010

Jr.Black (2010 - RGB)


Imagine um cara que consegue imprimir sua marca em qualquer tipo de música sem desafinar ou perder o compasso. Agora, junte isso com outras características: Uma capacidade incrível de criar personagens e inventar histórias tão mirabolantes, que o ouvinte acaba acreditando mesmo sem ter certeza se aquilo é verdade ou ficção. Esse é Jr.Black, cantor, compositor e uma das vozes mais refinadas da cena pernambucana, que largou o curso de direito para se dedicar a música em tempo integral. Sua carreira teve início em 2001, com o Negroove, banda que animava as noites recifenses com samba e picardia, com a qual rodou o Brasil, indo até o Chile em 2006. No entanto, as referências de Jr.Black iam além das batidas sincopadas, e logo ele passou a emprestar sua voz a jingles, locuções, e participações nos discos de outros artistas. E foi nessa pegada, entre um trabalho e outro, que os produtores do Sungatrio (China, Chiquinho e Homero Basílio) perceberam a pluralidade do cantor e convidaram-no para gravar um disco de música eletrônica. Ouvindo algumas dessas gravações, no meio de 2008, DJ Dolores achou o crooner que precisava para estar à frente da sua banda. Com o DJ, Jr.Black viajou pro velho mundo e participou de importantes festivais na França (Millau Jazz Festival – Millau e no Cabaret Sauvage – Paris), Espanha (Spacio Movistar – Barcelona), Bélgica (Dranouter Festival – Dranouter e Polé Polé – Ghent) e Suíça (Paléo Festival – Nyon) e, de volta ao Brasil, estreou com o DJ no TIM Festival do mesmo ano.

Agora, Jr.Black trabalha com o Sungatrio para finalizar seu primeiro álbum solo, RGB (Joínha Records), que chega às lojas e blogs da internet ainda em 2009. Neste disco, o cantor sintetiza tudo o que foi absorvido desde o início de sua carreira até agora, e traz para você um som cheio de balanço e ótimas sacadas!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Numismata (2009 - Chorume)

O CHORUME DOS NUMISMATAS
Por Pedro Luís (PLAP)

Começo pulando a competência instrumental e técnica que se percebe à primeira passada de ouvidos neste cuidadíssimo álbum dos Numismatas (os chamo assim por ser uma prática lusitana pra se referir a bandas e integrantes da mesma, a qual acho boa). Aquelas – competência e técnica – não são as mais importantes neste momento, apesar de fundamentais e bem-vindas. Quero me ater a uma linguagem da qual acho que eles fazem parte, que vem se definindo através de criadores que firmam o ponto neste início de século XXI.

Esses criadores representam um suspiro de possibilidade num rock que dizem que morreu já quase desde seu nascimento, há décadas atrás. Mas seu rock é mestiço, com sinais de nascença evidentes de quem ouviu muitas e várias pérolas de nosso cancioneiro nacional. Rock abrasileirado ou MPB com um belo sotaque rock, não importa a ordem. Importa mesmo é que trazem embutidos em suas criação evidentes genomas da mistura urbana dos dias em que vivemos. No título a palavra Chorume, que apesar de soar melancólica, até em sua própria aparição musical-poética, tem em suas definições no vernáculo tanto o sentido de abundância quanto o de definir o caldo despejado pelos caminhões de coleta dos grandes centros urbanos. Aí está a chave: eles extraem poesia musicada de qualquer dessas possibilidades que o vocábulo oferece. Mexem com o bom e o ruim de nossas grandes cidades com categoria e sobrevoam filosoficamente ou levemente por temas, musicais ou poéticos. A isso some-se a competência instrumental e técnica, as quais pulei lá atrás, e temos chegando por aí um belo CD de uma boa e autoral banda.

Numismata, enfim, coleciona boas moedas e medalhas da cultura pop contemporânea

segunda-feira, 5 de abril de 2010

[DNA apoia] DJ 440 apresenta: VINIL E OUTRAS COZINHAS

Com mesas nas calçada, boa música e um ambiente agradável, o DJ 440 comanda o happy hour às quintas-feiras do Burburinho, em seu projeto VINIL E OUTRAS COZINHAS. Deixando o som digital um pouco de lado, a música brasileira imperecível em vinil toma conta. Na cozinha, uma iguaria diferente a casa noite. Venha conhecer!

Serviço:
DJ 440 apresenta: Projeto Vinil e Outras Cozinhas
Quintas de abril no Bar Burburinho
R.Tomazina, 106 - Recife Antigo
a partir das 19hs
Couvert: R$ 3,00 (com caipirinha inclusa)

domingo, 4 de abril de 2010

Ex-Exus (2010 - Pau Brasil EP)

Agora sim: PAU, BRAZIL! pra vocês!!!

Melhor ver coisas do que fazer coisas; Carne Humana; Estamos virando monstros, Querida; Você está sempre se excedendo e Preciso Evitar comportamentos de Risco são as cinco faixas que compõem o novo EP dos Ex-exus. As músicas transitam entre rock, pop, indie e brega. As letras, em sua maior parte focadas no universo sexual masculino, trazem uma nova forma de expressividade poética e política, sem concessões ou apelos à sentimentalismos e regionalismos.

Todas as composições e arranjos do disco são de autoria dos Ex-exus. O disco foi gravado quase totalmente ao vivo, no estúdio da Casona, em Candeias, com o auxílio de Djalma e Crika, ambos integrantes da banda AMP (http://www.myspace.com/amprockrecife), daqui de Recife, e mixado por Iuri Freiberger (http://www.myspace.com/iurifreiberger). A idéia do EP é preservar a atmosfera da performance a vivo da banda, que costuma ter apresentações fortes e envolventes