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terça-feira, 15 de junho de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
Ben Roots (2010 - Aprendiz)
Natural de Belo Horizonte, a banda Ben Roots surgiu no ano de 2006, e vem ganhando a cena pelos palcos de Minas Gerais em seus anos de
existência.
Após o término da primeira formação - após um ano de ensaios e sem haver realizado nenhuma apresentação - um comunicado foi feito através da comunidade da banda no Orkut – “Procura-se baixista urgente.”
Harry entrou em contato com o autor do anúncio e perguntou se procurava por um guitarrista também.
Alguns meses depois estariam ensaiando juntos Harry Smith, Clayton Marinho e Rodrigo Paixão – músicos de Pará de Minas, que já conheciam os palcos, tendo se apresentado, entre outros lugares, na Girus/MG e no Circo Voador/RJ - e Ben Hur Ferreira, músico de BH, fundador e único remanescente da primeira formação da Ben Roots, que procurava por um baixista para voltar a tocar em barzinhos.
O álbum Aprendiz
Com essa formação gravaram o álbum “Aprendiz”, hoje com 2.000 cópias distribuídas, principalmente nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
Além do CD de divulgação, distribuído em shows e eventos que a banda participa, as músicas foram lançadas no MySpace oficial da banda (www.benroots.com) e em outras redes sociais – PalcoMP3 (www.palcomp3.com.br/benroots) e Oi Novo Som.
Resultado: a banda figurou entre os mais acessados do seu gênero e a ganhou destaque pelo prêmio “Álbum com Maior Número de Downloads”. (www.oinovosom.com.br/bandabenroots)
Meses após o lançamento do CD, assumiria as baquetas o baterista Pedro Alves, natural de Belo Horizonte.
Da identificação do público com as letras e do apelo popular gerado pelas músicas do trabalho autoral – ambos comprovados pelos numerosos acessos de internautas ao material disponibilizado nos sites e comentários feitos na rede - a banda ganha sua motivação para se apresentar, encantando com seu trabalho autoral, surpreendendo com suas releituras e conquistando admiração por onde quer que passe.
Nos anos de 2008 à 2010 se apresentou por 2 anos consecutivos como atração na tenda ao vivo de um dos maiores carnavais do Brasil, o AbaetéFolia (2009-2010), na lendária boate Girus, em Pará de Minas e nos palcos do Lapa Multshow, Major Lock e Quintal Bar Cultural, integrantes da cena reggae de BH.
Além disso, se apresentou em diversas cidades de Minas, como Itabira, João Monlevade, Patos de Minas, Dores do Indaiá, Pitangui, no réveillon de 2009 na cidade de Florestal, entre outras.
Já dividiu o palco com artistas como Tianastácia, Manitu e Renegado, e está trabalhando na produção de seu segundo álbum independente, com a direção artística do americano Jimmy Duchowny, tendo seu lançamento previsto pro segundo semestre de 2010.
Com Clayton Marinho na guitarra, Pedro Alves na bateria, Harry Smith no contrabaixo e Ben Hur Ferreira no violão e nos vocais, a Ben Roots apresenta um som diferente, encantando com seu trabalho autoral, surpreendendo com suas releituras e ganhando respeito e admiração na cena musical de Minas Gerais.
Download
existência.
Após o término da primeira formação - após um ano de ensaios e sem haver realizado nenhuma apresentação - um comunicado foi feito através da comunidade da banda no Orkut – “Procura-se baixista urgente.”
Harry entrou em contato com o autor do anúncio e perguntou se procurava por um guitarrista também.
Alguns meses depois estariam ensaiando juntos Harry Smith, Clayton Marinho e Rodrigo Paixão – músicos de Pará de Minas, que já conheciam os palcos, tendo se apresentado, entre outros lugares, na Girus/MG e no Circo Voador/RJ - e Ben Hur Ferreira, músico de BH, fundador e único remanescente da primeira formação da Ben Roots, que procurava por um baixista para voltar a tocar em barzinhos.
O álbum Aprendiz
Com essa formação gravaram o álbum “Aprendiz”, hoje com 2.000 cópias distribuídas, principalmente nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
Além do CD de divulgação, distribuído em shows e eventos que a banda participa, as músicas foram lançadas no MySpace oficial da banda (www.benroots.com) e em outras redes sociais – PalcoMP3 (www.palcomp3.com.br/benroots) e Oi Novo Som.
Resultado: a banda figurou entre os mais acessados do seu gênero e a ganhou destaque pelo prêmio “Álbum com Maior Número de Downloads”. (www.oinovosom.com.br/bandabenroots)
Meses após o lançamento do CD, assumiria as baquetas o baterista Pedro Alves, natural de Belo Horizonte.
Da identificação do público com as letras e do apelo popular gerado pelas músicas do trabalho autoral – ambos comprovados pelos numerosos acessos de internautas ao material disponibilizado nos sites e comentários feitos na rede - a banda ganha sua motivação para se apresentar, encantando com seu trabalho autoral, surpreendendo com suas releituras e conquistando admiração por onde quer que passe.
Nos anos de 2008 à 2010 se apresentou por 2 anos consecutivos como atração na tenda ao vivo de um dos maiores carnavais do Brasil, o AbaetéFolia (2009-2010), na lendária boate Girus, em Pará de Minas e nos palcos do Lapa Multshow, Major Lock e Quintal Bar Cultural, integrantes da cena reggae de BH.
Além disso, se apresentou em diversas cidades de Minas, como Itabira, João Monlevade, Patos de Minas, Dores do Indaiá, Pitangui, no réveillon de 2009 na cidade de Florestal, entre outras.
Já dividiu o palco com artistas como Tianastácia, Manitu e Renegado, e está trabalhando na produção de seu segundo álbum independente, com a direção artística do americano Jimmy Duchowny, tendo seu lançamento previsto pro segundo semestre de 2010.
Com Clayton Marinho na guitarra, Pedro Alves na bateria, Harry Smith no contrabaixo e Ben Hur Ferreira no violão e nos vocais, a Ben Roots apresenta um som diferente, encantando com seu trabalho autoral, surpreendendo com suas releituras e ganhando respeito e admiração na cena musical de Minas Gerais.
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quarta-feira, 26 de maio de 2010
DJ 440 - (2010 - CAMISA 10 - Música Brasileira Imperecível e Futebol)
Realizado por Juniani Marzani, pesquisador musical, agitador cultural e dj, atende pela alcunha de DJ 440, CAMISA 10 é um trabalho de pesquisa de música brasileira ligada ao futebol através de um mixtape especialmente criado para a copa do mundo. Nesse mixtape, 440 apresenta várias facetas da nossa música, passeando pelo samba, samba-rock, música pernambucana e flertando com alguns elementos eletrônicos.
Mais uma vez,com o apoio da RED BULL e da CD AUDIO MIX, as quais já apostaram na coletânea BRASIL DO FUTURO (2009), 440 mergulha fundo no universo do futebol e da música, com versões incríveis de Ponta lança de africano, de Jorge Ben. Mas que nada, do Tamba Trio e remixado por Marcelinho da Lua. Raridades como a músicas “vai pra frente”, da banda Os Copa Vips, e “Copa 7” da banda Copa 7. Outros grandes nomes da MPB participam de selecta, como Elis Regina, em Meio-de-Campo, Chico Buarque e Nelson Angelo, em “1×0”, Wilson Simonal e a instigante “Aqui é o País do Futebol”. Olindense de nascença e de coração, 440 não poderia esquecer suas origens, e incluiu nesse trabalho a versão de 1×1 de Jackson do pandeiro, na interpretação da banda Mestre Ambrósio e o hit “Futebol e mulher”, da banda Eddie.
Camisa 10 é destaque no site internacional da Red Bull Music Radio.
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DJ 440
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Tulipa Ruiz (2010 - Efêmera)
Cantora, compositora e desenhista. Participou de shows de nomes como DonaZica, Trash Pour 4, Júnio Barreto, Ortinho, Projeto Cru, Na Roda, Tiê, Nhocuné Soul e Cérebro Eletrônico. Integra, ao lado do pai Luiz Chagas e do irmão Gustavo Ruiz o conjunto Pochete Set. Faz desenhos para livros infantis, agendas, capas de discos e cartazes de shows. Interessa-se por gravações em campo, texturas, ruídos, bordados e cantigas de ninar.
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Tulipa Ruiz
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Comissão da Câmara aprova regulamentação da profissão de DJ
NANCY DUTRA
da Sucursal de Brasília
A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (12) a regulamentação da profissão de DJ (disc-jockey). Para entrar em vigor, o projeto ainda precisa ser analisado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).
De autoria do senador Romeu Tuma (PTB-SP), a proposta exige dos DJs diploma de curso profissionalizante, carteira profissional de habilitação e certificado de capacidade profissional emitido pelo sindicato da área.
A exigência de registro é um dos pontos que gera controvérsia entre os profissionais da área. Outro dispositivo polêmico é o que prevê a participação de 70% de DJs nacionais quando um evento escalar um DJ estrangeiro.
"O DJ pode ser, sim, equiparado aos artistas, se considerarmos o efeito que a manipulação do som causa nos frequentadores das casas noturnas. Atualmente temos espetáculos muito concorridos, com a presença de milhares de espectadores, em que a estrela é o disc-jockey", disse o relator na Câmara, deputado Sabino Castelo Branco (PTB-AM).
segunda-feira, 17 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Ubella Preta (EP - Água de Jamaica)
Submergidos por improvisações, trilhas sonoras, ruídos, Hq’s e Engenharia a Ubella Preta degringola sua verve pelo som inusitado pelo imprevisto e pelos feedbecks atomizados entre banda e expectador. Sessões e mais sessões de som executadas ao longo de 2009 geraram um prazer sensorial e uma aventura instigante pela transgressão do rock and roll, liberdade do jazz, prazer da dança e pelos nossos resultados sonoros obtidos.
Desde Junho de 2009, com a aquisição de belos microfones, placa de som, equipamentos de registro sonoro e samplers, a estruturação prática e profissional da Ubella Preta começou a fluir. A banda é instrumental e experimental por vocação e inquietação dos músicos. “Ubella” nada mais é do que um termo inventado, fruto dessa apropriação e reestruturação de coisas que já existem. O “Preta” é o resultado do Sol forte. Nosso método de composição, como bons atuantes da arte de aproveitar momentos, consiste em gravar sessões, analisá-las e recortá-las. Nesse processo compomos nossas músicas. Esses temas por sua vez, dependem de um insight espirituoso para ganhar seus nomes. Assim surgiu, “Nas Águas do Roger” fruto das nossas mais sinceras referências, e da capacidade nata do nosso guitarrista em desvendar trocadilhos. Roger é também um bairro clássico da grande João Pessoa. “Vela de Sete Dias” uma repetição incansável de um tema só. Tratado na sua desconstrução oferece um efeito estático que muito nos encanta. Nessa canção os detalhes é o que importa dando o contorno e as pequenas nuances. “Moicanos do Sol ou Que Sol Punk!” Mas um som que anteriormente existia com outro nome mas pelas dias quentes e severos a imagem do mormaço se faz com direito a delírios e especulações místicas. Garimpamos “Savanna Grosman, o Velho” resumo de um épico em três partes. É a história de Savanna Grosmam, personagem mudo que exala seus rituais antropofágicos através de sobreposições sonoras. Ao final vemos o desfecho de sua saga ou vida ingrata.
Com esse repertório e muita artimanha improvisativa nós apresentamos essas músicas no final de Novembro. A partir daí fizemos apresentações por várias semanas seguidas conseguindo criar um formato conciso e ideal para banda que envolvia improvisos, experimentações, samplers e groove. O público universitário acabou sendo a platéia cativa, tanto pela condição inovadora do som que despertava interesse como pela energia demonstrada no palco que salienta a euforia dessas noites.
No decorrer de nossas pesquisas caseiras nos inscrevemos e fomos selecionados através da rede toque no Brasil a tocar em fevereiro de 2010 no Grito Rock, um festival super articulado, pertencente a rede de festivais independentes da Abrafin, envolveu vários países da América latina e muitas cidades do Brasil. Com boa visibilidade para nós aqui na região, tocamos nas versões de Recife e na seqüência tocamos na versão paraibana do Grito Rock, em João Pessoa. Dias depois fizemos a abertura da exposição de um querido amigo, Tiago Trapo, artista plástico que junto a banda produz a composição visual, formando o Coletivo Extra Piramidal que integra artes plásticas e musica simultaneamente lançadas no ambiente, e ultimamente tem integrado a noite em solo Pernambucano. Em seus traços a Ubella Preta vislumbrou seu universo rebuscado, jazzístico e sujo ( na sua melhor utilização estética)
Nesse momento nos encontramos travestidos de produtores e empresários, finalizando nossas músicas, articulando shows em festivais, trabalhando num melhor acesso ao nosso conteúdo na internet com profissionais em fotografia, vídeo e designer que além de tudo são amigos, conhecendo bandas do gênero e felizes por estar tranqüilos e satisfeitos com nossa sonoridade.
A Ubella Preta pode se dizer defensora da música, do que ela oferece, do seu estado lúdico transcendental, das suas idéias subversivas e do prazer coletivo que ela insiste em despejar seu tempero. David Neves ( Controller, PC, Guitarra) Felipe Nicolau ( Baixo e pedais ) CH Malves (Bateria e Samplers) são os catalisadores.
A Ubella Preta reside na Parahyba.
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Ubella Preta
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Lurdez Da Luz (2010 - Lurdez Da Luz)
Depois de atravessar a última década portando um dos microfones do Mamelo Sound System e participar de projetos como o 3naMassa, Lurdez da Luz embarca em seu primeiro voo solo botando na rua um belo EP homônimo. O burburinho que Lurdez estaria preparando um disco de amor se confirma já na audição da primeira das nove faixas do EP, quando acompanhada por toques de tambores a moça anuncia: “esse é meu produto, é interno e bruto”. O disco que brotou do desejo de falar de amor de maneira plural, e com mais dignidade do que tem se ouvido por aí, explora com talento as nuances da condição feminina em muitas das suas várias possibilidades. O amor de mãe bate ponto em “Meu mundo numa quadra, um misto de declaração e carta de boas intenções para o futuro do filho. Em “Andei” Lurdez toma o processo como tema e, em parceria com Stefanie (Simples e Pau-De-Dar-Em-Doido – PDD), discorre sobre a necessidade de se aventurar e as implicações das escolhas de sua maneira de viver. A sequência “Ziriguidum” – “Corrente de água doce” é o ponto alto do disco no quesito “música de baile”. A primeira, em parceria com Rodrigo Brandão (MSS), pega o ouvinte pelo suingue do trompete, contribuição de Rob Muzek (SP Underground) e explora o conceito que todo brasileiro entende com o corpo, mesmo sem saber explicar o que a palavra ziriguidum significa. A segunda é uma genial parceria com Jorge Du Peixe (Nação Zumbi) e aposta em outra direção no sentimento de brasilidade abordando a força e disposição que, apesar dos pesares, nosso povo tem para a celebração e a festividade. Já “Saudade” tem um clima mais denso e traz Brandão de volta a cena, enquanto “Eu sou o cara” serve de manual para os marmanjos entenderem com todas as letras como as mulheres gostariam que os homens se portassem em um relacionamento. Para fechar, assim como na abertura, a faixa “Fim da egotrip” dialoga com a tradição do spoken words, enriquecendo ainda mais o disco que extrapola as fronteiras do que se convém chamar hip-hop e lança Lurdez da Luz na seara da música brasileira contemporânea.Por João Xavi
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Lurdez Da Luz
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Cabruêra (2010 - Visagem)
A CABRUÊRA está a 10 anos na estrada tocando para platéias dos mais diferentes idiomas, com passagens por importantes festivais no Brasil e na Europa. Formada por alunos da Universidade Federal da Paraíba, em Campina Grande (PB), a banda reúne quatro músicos com diversas influências, desde o cancioneiro popular da Paraíba, até a música eletrônica. Realizou diversas turnês no Brasil e no exterior e gravou os CDs Cabruêra (2000), Samba da Minha Terra (2004) e Sons da Paraíba (2005) Participou de festivais na Inglaterra, Dinamarca, Itália, República Tcheca, Alemanha, França, Holanda, Bélgica, Suíça e Portugal, e seu segundo álbum foi lançado mundialmente em 2005 pela gravadora alemã Piranha Records. Teve músicas incluídas em diversas coletâneas lançadas no Brasil, Japão, EUA, Portugal, França e Alemanha. Também teve músicas sincronizadas em filmes e documentários no Brasil, EUA e Europa. Dos festivais no exterior destacam-se o MIDEM na França, o Roskilde na Dinamarca, a POPKOOM na Alemanha, WOMAD na Itália e o Montreux Jazz Festival na Suíça. No Brasil o grupo tem passagem pelo Abril Pro Rock, Goiânia Noise, Rec Beat, Mada, Calango, Porto Musical, Feira Musica Brasil entre diversos outros. Em 2008 o grupo participou do programa Som Brasil da Rede Globo em homenagem a Luiz Gonzaga e realizou sua décima turnê pela Europa.
“Visagem” foi selecionado pelo Programa Petrobras Cultural. Patrocínio: Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo a Cultura.
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Cabruêra
Inquilinus (2010 - Remixado)
Inquilinus lança disco remix
Cada faixa do CD foi produzida por beat-makers de vários estados do Brasil
O grupo recifense Inquilinus, acaba de lançar mais um disco. O Inquilinus Remixado é um CD remix com músicas extraídas do disco Naturalidade, lançado em 2006.
O disco possui 11 faixas. Cada música foi produzida por beat-makers de vários estados do Brasil. O CD conta com a participação de produtores de Curitiba (PR), Campina Grande (PB), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), entre outros.
A proposta do Inquilinus de lançar um disco remixado é ter a experiência de ver as músicas do seu primeiro trabalho, feitas em diferentes versões por outros produtores. Uma oportunidade de reunir em um único disco, o trabalho de alguns dos principais produtores do Brasil.
NOVO TRABALHO - Após divulgar o Inquilinus Remixado pelo Brasil, o Inquilinus pretende concentrar os trabalhos na produção de um novo disco com músicas inéditas. O grupo já está em estúdio gravando algumas faixas.
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Inquilunus
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Projeto Atelier do Samba (2010)
Além da profunda crise econômica e de credibilidade, a indústria brasileira do disco vive também um nítido período de transição. Fora raras exceções, ninguém mais vende as cifras espantosas que caracterizaram a bolha de consumo dos anos 90, no entanto, cada vez mais vorazes, perdidas na névoa do lucro fácil, ainda continuam criando mecanismos perverso para a alienação musical de várias gerações de jovens. Transformaram axé music, pagode e música sertaneja em hegemonia, sucateando cruelmente seus catálogos e acervos, colocando em prática um projeto de deseducação e de sucateamento cultural. Como parceiros nesse processo, dando suporte de mídia, vemos o baixo nível dos programas de TVs e rádios se tornando os primeiros colocados na barbárie, amplificando o pagode, o forró eletrônico, o sertanejo e o axé ao limite da náusea e da repetição absoluta, desmontando e retalhando, uma a uma, as obras dos grandes, médios e pequenos valores históricos da MPB.
Este cenário, impossibilita o acesso de gerações às obras de mestres como Cartola, Noel Rosa, Donga e de uma das mais importantes vertentes de sambistas do cenário pernambucano como Paulo Perdigão, Jorge Riba e da tão cultuada Dona Selma do Samba com suas mais de quatrocentas composições. De uma outra perspectiva o projeto em pauta apresenta propostas de fortalecimento das identidades culturais e desenvolvimento econômico e social de jovens de baixa renda que vivem a margem do sítio histórico de Olinda.
Dona Selma do Samba, Paulo Perdigão e Jorge Riba, membros da Mesa Autoral de Samba de Pernambuco, ao longo das edições do projeto Atelier do Samba vêm dando sua contribuição, através de suas composições, como referência para formação musical, moral e construção do alto estima desses jovens músicos que compõem o projeto Atelier do Samba. Este será o primeiro registro fonográfico do grupo, que selecionou um repertório especial no intuito de homenagear a Mesa de Samba Autoral de Pernambuco.
Nosso maior objetivo é dar visibilidade ao talento e repertório musical desses jovens, fazendo com que se tornem referência e formadores de opinião nas suas comunidades, disseminando o verdadeiro samba de raiz. O Projeto Atelier do Samba é o suporte necessário para a formação moral e reeducação musical desses jovens que ao longo dos anos vem sendo alvo da mídia suja.
O Atelier do Samba é um projeto de reeducação musical elaborado e executado pelo Atelier Multicultural entidade plural de multiatividades que desenvolve projetos socioculturais a nível local e internacional, visando o desenvolvimento da nossa economia através da difusão dos nossos bens culturais.
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Projeto Atelier do Samba
terça-feira, 4 de maio de 2010
Fino Coletivo (2010 - Copacabana)
A banda Fino Coletivo começou em meados de 2005, após encontro entre os alagoanos Wado e Alvinho Cabral e o compositor carioca Marcelo Frota, o Momo. Passada uma fase de troca de experiências entre a dupla nordestina e o músico carioca, surgiu a ideia de o trio juntar suas turmas. Wado e Cabral apresentaram ao grupo Adriano Siri, da banda Santo Samba. Marcelo levou o também carioca Alvinho Lancellotti, compositor e parceiro de longa data.
Estava pronta a primeira formação do Fino, num caso de afinidade à primeira vista. Com a saída de Wado e Momo, juntaram-se à banda Daniel Medeiros, Donatinho e Marcus Cesar, e foi com esta formação que Copacabana foi gravado.
Estava pronta a primeira formação do Fino, num caso de afinidade à primeira vista. Com a saída de Wado e Momo, juntaram-se à banda Daniel Medeiros, Donatinho e Marcus Cesar, e foi com esta formação que Copacabana foi gravado.
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Fino Coletivo
segunda-feira, 26 de abril de 2010
VA - Coletânea Terra Batida
Afim, de apresentar e divulgar o sempre independente metal pernambucano, surgiu a Coletânea TERRA BATIDA. Com 6 banda, Alkymenia, Desalma, Insurrection Down, Project 666, Rabujos e Unscarred, o projeto resume e retrata a qualidade da música pernambucana em sua vertente mais pesada.
Além de divulgar o trabalho dos metaleiros do estado, a Coletânea TERRA BATIDA, visa difundir o metal, fortalecendo o gênero como parte integrante da enorme pluralidade, cultural pernambucana, justificando assim à sua aprovação no edital de 2008 do FUNCULTURA (Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura).
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VA - Coletâneas
Sonora Samba Groove (2010 - Cadê o Dega?)
O Sonora já trilha seu caminho no âmbito de João Pessoa, tendo tocado nas melhores casas da cidade e já abriram shows da Vanessa da Mata, Bonsucesso Samba Clube, Emboscada e outros.
Suas versões e releituras das músicas dos grandes nomes da música nacional, como Jorge Ben Jor, Tim Maia, Chico Buarque, Tom Jobim, Zeca Pagodinho, Simonal, Bezerra da Silva e tantos outros nomes, apresentam sempre uma qualidade espantosa que é uma marca da banda.
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Sonora Samba Groove
Gilber-T (2010 - Eu não vou morrer hoje)
EU NÃO VOU MORRER HOJE!
Entre a casa e o trabalho, faço o meu melhor. Vejam só! – a melhor pista para entender Gilber T está aí mesmo, na letra de uma das 11 músicas que compõem o CD Eu Não Vou Morrer Hoje. Alguns o conhecem como guitarrista do Laura Palmer, coletivo do Rio que resgata hoje o que de mais interessante havia no rock brasileiro dos anos 80: uma mistura de curiosidade, falta de cerimônia para quebrar barreiras e amor pela erudição pop. Outros ainda hão de lembrar de Gilber T como o guitarrista do Tornado, uma das várias bandas que botavam fogo no underground carioca dos anos 90 (de Garage Art Cult e demais buracos) friccionando black music e rock pesado. Mas é de um outro Gilber, de que fala esse disco: o cara que concilia as dores e delícias do cotidiano – emprego formal, contas a pagar, mulher, engarrafamento cachorro – com as viagens transcendentais que faz em sua própria cabeça, ao som da guitarra de Jimi Hendrix. Em seu momento de escape, a fuga é a música. E a música é sua melhor tradução, sua melhor crônica. De tudo que é e o que ainda pode ser. De um mundo complicado, veloz e perfeitinho, onde Bob Marley toca com acompanhamento dos Pixies num bar de São Gonçalo, com muita cerveja barata. Todas as loas à tecnologia dos anos 00, que possibilitou ao cara sentar na frente de um computador e, no tempo livre, montar seu primeiro disco solo. Ele plugou suas guitarras SG e Telecaster na placa de som, escolheu os samples, programou as batidas, tocou baixos e sintetizadores e deixou o resto nas mãos dos amigos Bruno Marcus (que tocou mais alguns instrumentos, soltou beats e ainda cuidou da produção e mixagem), Gil Mendez (da bateria tribal e animal) e Ronaldo Campos (do baixo). Assim, com toda calma, foi feito o disco desse guitarrista e compositor influenciado por vários estilos, que, em suas próprias palavras, “junta, copia, sampleia, recicla e envolve com canções de três minutos em média, refrões repetitivos, alternando estrofe/refrão, eventuais solos de guitarra ou não, tudo conforme a cartilha pop.”
Silvio Essinger, Janeiro 2010
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